sábado, 13 de agosto de 2016

SINFONIA DA MATA, VITÓRIA - ES: 47 ANOS




 Grupo Capixaba de Seresta – SINFONIA DA MATA
 A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé

Gláucio, Edilene e Paulinho

Gláucio, Theodiano, Maria do Carmo, Edilene, Paulo Pereira.
Dia 17/12/2016 no Clube Álvares Cabral.
Vitória, Espírito Santo.

 


Atuo em movimentos associativos desde 1959, initerruptamente, autor do livro ‘LIDERANÇA, CHEFIA E COMANDO”, publicado pela AMAZON como e-book, 

(https://www.amazon.com.br/Lideran%C3%A7a-chefia-comando-psicologia-aplicada-ebook/dp/B00FIA7W5I).
 
Não conheço, nos 58 anos de atuação em movimentos associativos, nenhum exemplo de movimento associativo, sem fins lucrativos, que tenha sobrevivido tanto tempo como o SINFONIA DA MATA – Grupo Capixaba de Seresta.
Em 16/12/17 revejo os amigos Paulinho, Edilene e Cláucio, entre outros, atuando com o mesmo entusiasmos no Clube de Natação e Regata ÁLVARES CABRAL em Vitória. Seis músicos profissionais da melhor qualidade acompanham os cantores avulsos do Sinfonia, dos quais destaco Morgana com sua voz treinada e linda e o Permínio, dentre outro. 
 

Com sede em Vitória, o Grupo Capixaba de Seresta – SINFONIA DA MATA atua há 46 anos (fundado em 28/09/1970) pelos irmãos Paulinho e Euvécio Pereira, apresentando-se todo sábado com seresta dançante, para estreitar o companheirismo e proporcionar lazer aos seresteiros e suas famílias.

O Sinfonia da Mata faz o maior sucesso por onde anda. Já atuou nas principais cidades do Espírito Santo, em Minas Gerais: Belo Horizonte, Betim, Carangola, Contagem, Governador Valadares, Itaúna, Juiz de Fora, Manhuaçu e Mutum, em Porto Seguro e Caldas do Jorro, na Bahia e em alguns bairros do Rio de Janeiro. No primeiro sábado de cada mês toca seresta dançante no Álvares Cabral (primeiro e terceiros sábados do mês), Ítalo, Clube 106 e outros na Grande Vitória.

O Grupo de seresteiros amadores tem sete músicos do regional que recebem alguma ajuda de custo e 25 cantores, (15 homens e 10 mulheres) que atuam apenas por prazer, entre eles professor-doutor da UFES, promotor de justiça etc. sem nada receberem, às vezes metendo a mão no bolso para cobrir os déficites.

Todos dançam e se divertem com a excelente qualidade do grupo, com músicas da MPB, do Caribe, Portugal, Estados Unidos, México, França, Itália e Argentina, com ênfase aos chorinhos, boleros, fox, samba-canção, sambas, mambos, baião. 
Com uma regularidade impressionante, esse grupo atua há 34 anos e é admiravelmente coordenado por Paulinho Pereira (fundador) e há 21 anos conta com o Gláucio José Gomes para manter vivo o ideal.

Muitas idéias surgem e logo desaparecem, mas esse grupo se mantém vivo desde 1970. É um trabalho que merece um estudo, até como tese de mestrado ou doutorado de sociologia.

As apresentações se iniciam invariavelmente às 21:30h com todos os membros reunidos para cantar o poema de Adelino Moreira:


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