domingo, 26 de março de 2017

LULA É UM SOCIOPATA?



LULA É UM SOCIOPATA?                                       por Theodiano Bastos

Sempre acreditei que essas declarações faziam parte da matreirice política de Lula e por isso, sinceramente, relutei muito a acreditar que essas declarações refletiam o que ele pensa de si mesmo, isto é, QUE  É UM SOCIOPATA.
Não tem uma viva alma mais honesta do que eu’, afirma Lula Ex-presidente, que já depôs na Operação Lava Jato, afirmou em conversa com blogueiros nesta quarta, 20, que 'o governo criou mecanismos para que nada fosse jogado embaixo do tapete nesse País'
Por Julia Affonso, Fausto Macedo e Ricardo Brandt, 20/01/16  



Em café da manhã com blogueiros na manhã desta quarta-feira, 20, no Instituto Lula, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que ‘não tem uma viva alma mais honesta’ do que ele. O petista começou a responder perguntas a partir das 10h. Na primeira resposta, Lula falou sobre investigação de corrupção. “Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste País, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”, disse. Fonte: http://politica.estadao.com.br/
No seu discurso, Lula mostrou-se abespinhado com o procurador da República Deltan Dellagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato. Desqualificou-o por ter afirmado que o PT é uma organização criminosa. “O que aquele moleque conhece de política?” Se Lula afirma que seu partido não é uma quadrilha, lavrem-se as atas! Quem ousaria discutir com um especialista? De resto, Lula continua acreditanto que Lula é a pessoa mais honesta que ele conhece. “Nem o Moro, nem o Dallagnol, nem o delegado da Polícia Federal têm a lisura, a ética e a honestidade que eu tenho nestes 70 anos de vida.” Modesto, Lula esqueceu de mencionar que se tornou um colecionador de amigos. Usa o sítio de um amigo, que foi reformado por outro amigo, em parceria com uma empreiteira-companheira. Outra construtora-solidária, para agradar Lula, reformou um tríplex que nem era dele. E bancou o aluguel do garda-volumes para suas tralhas. Juntas, as construtoras-amigas fizeram de Lula um homem rico, remunerando suas pseudo-palestras. Não é todo dia que aparece um ser humano assim, tão especial.

Fonte: http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/ 26/03/17


O QUE É UM SOCIOPATA:

Sociopata é uma palavra usada para descrever uma pessoa que sofre de sociopatia, uma psicopatologia que provoca um comportamento impulsivo, hostil e antissocial.

A sociopatia é classificada como um transtorno de personalidade que é caracterizado por um egocentrismo exacerbado, que leva a uma desconsideração em relação aos sentimentos e opiniões dos outros.
Um sociopata não tem apego aos valores morais e é capaz de simular sentimentos, para conseguir manipular outras pessoas. Além disso, a sua incapacidade de controlar as suas emoções negativas torna muito difícil estabelecer um relacionamento estável com outras pessoas.
A sociopatia não tem cura, no entanto, os seus efeitos podem ser mitigados através da psicoterapia e da prescrição de medicamentos. A expressão sociopata funcional indica uma pessoa que apesar de sofrer de uma sociopatia, tem essa situação sob controle, ou seja, os efeitos da sociopatia não afetam muito a sua interação com outras pessoas.
Saiba quais são os 5 sinais para identificar o sociopata mais próximo de você.

Diferença entre sociopata e psicopata

Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, tanto a psicopatia como a sociopatia são considerados como transtornos antissociais, e têm muitas características semelhantes, o que explica o fato de muitas vezes serem vistos como sinônimos.
Há muitos traços em comum, como a desconsideração por leis, normas sociais e direitos de outras pessoas; falta de sentimento de culpa e comportamento violento.
Uma das principais diferenças é que frequentemente os psicopatas são pessoas encantadoras e populares, que muitas vezes exercem cargos de liderança e que conseguem atrair pessoas para elas próprias.
Um sociopata não é muito bom em contextos sociais, sendo muitas vezes classificado como uma pessoa antissocial. Apesar disso, o sociopata é capaz de fingir ou forçar sentimentos, parecendo estar à vontade ou contente quando na realidade não está. Por outro lado, o psicopata muitas vezes se sente confortável em grupos, vendo essa situação como uma oportunidade para manipular os outros para o seu próprio benefício. Fonte: https://www.significados.com.br/

 

sexta-feira, 24 de março de 2017

PAPA FRANCISCO ALERTA: RISCO DE MORTE DA UNIÃO EUROPEIA



Papa alerta para o risco de morte da UE
Pontífice pronuncia um discurso muito crítico diante dos líderes europeus

O cenário e o momento constituíam o próprio roteiro de um discurso esperado. A celebração dos 60 anos dos Tratados da União Europeia, e com todos os seus líderes reunidos na Sala Régia do Palácio Apostólico do Vaticano diante do papa Francisco, o primeiro pontífice não europeu da era moderna. Desse modo, Jorge Mario Bergoglio, em um minucioso e cuidadoso discurso político desfiou nesta sexta-feira todos os males que assolam o clube comunitário: populismo, empobrecimento, descaso no conflito da imigração e tendência a homogeneizar as diferenças. Um organismo político, disse, em plena maturidade, mas “chamado a um reposicionamento, a curar os inevitáveis achaques que vêm com os anos e a encontrar novas vias para continuar no próprio caminho”. Um puxão de orelhas, mas com o elemento construtivo e de esperança que um aniversário obriga.
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O discurso do Papa começou depois das intervenções do primeiro-ministro italiano, Paulo Gentiloni, e do presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, que reconheceram os problemas que a UE atravessa e a necessidade de buscar soluções para novos desafios. “A Europa nem sempre mostrou sua melhor face ao mundo”, admitiu o primeiro-ministro italiano ante os demais líderes europeus. Palavras que antecipavam e pareciam aceitar as culpas em relação às críticas que viriam em seguida.
O discurso, notavelmente severo com a situação atual, começou invocando os pais fundadores da UE –o chanceler alemão Adenauer e o ministro francês de Relações Exteriores Pineau– para se interrogar sobre até que ponto foram respeitadas ou traídas suas ideias e os riscos que a desorientação ensejaria. “Cada organismo que perde o sentido de seu rumo, que perde este olhar para a frente, sofre primeiro uma involução e, no final, corre o risco de morrer.”
Mas o Pontífice remexeu especialmente no passado para constatar o quão longe que, cada vez mais, as instituições estão das pessoas que elas representam. “Muitas vezes se tem a sensação de que está ocorrendo uma separação afetiva entre os cidadãos e as instituições europeias, com frequência percebidas como distantes e não atentas às distintas sensibilidades que constituem a União.[...] Os pais fundadores nos lembram que a Europa não é um conjunto de normas a cumprir, ou um manual de protocolos e procedimentos para seguir. É uma vida, um modo de conceber o homem a partir de sua dignidade transcendente e inalienável.”
Os tempos da fundação não são os que correm hoje. Um período que o Pontífice definiu como de crise –“da família, econômica, da imigração...”–, e que pode ser interpretado, porém, como um tempo de desafio e oportunidade para desenvolver as ferramentas que subjazem nos tratados, como a solidariedade: “O melhor antídoto contra os modernos populismos. Os populismos, ao contrário, florescem precisamente pelo egoísmo [...]. É necessário voltar a pensar no modo europeu para conjurar o perigo de uma uniformidade cinza ou, o que dá no mesmo, o triunfo dos particularismos. Cabe à política esse leadership ideal, que evite usar as emoções para conquistar o consenso.”
Na vez anterior em que o Papa se encontrou com os líderes europeus ele os repreendeu duramente pela crise humanitária desencadeada pela desastrada gestão da imigração. Nesta sexta-feira insistiu em uma questão que não deve ser tratada como “se fosse só um problema numérico, econômico ou de segurança”. “Agora se discute como deixar de fora os perigos de nosso tempo: começando pela longa coluna de mulheres, homens e crianças que fogem da guerra e da pobreza, que só pedem para ter a possibilidade de um futuro para eles e seus entes queridos.
No final do discurso, Jorge Mario Bergoglio, um papa chegado do fim do mundo, como ele mesmo disse, se lembrou das periferias: culturais, sociais e econômicas. “Não existe verdadeira paz quando há pessoas marginalizadas e forçadas a viver na miséria. Não há paz ali onde falta trabalho ou a expectativa de um salário digno. Não há paz nas periferias de nossas cidades, onde proliferam a droga e a violência”. No final do ato, todos os líderes posaram para uma foto em grupo na Capela Sistina, com a simbólica tela de fundo do Juízo Final. Fonte: http://brasil.elpais.com/ 24/03/17