domingo, 21 de abril de 2019

LULA FOI TREINADO NOS ESTADOS UNIDOS


LULA: CRIAÇÃO POLÍTICA DO GENERAL GOLBERY DO COUTO E SILVA, FOI TREINADO NOS ESTADOS UNIDOS
Theodiano Bastos

Muita gente, inclusive o autor deste texto, desconhecia que Lula não era um iletrado coisa nenhuma; ele teve diversos cursos e treinamentos nos Estados Unidos, inclusive em entidade custeada pela CIA, a Agência de Inteligência dos USA.

E foi criação política do general Golbery do Couto e Silva, o estrategista do gal. Ernesto Gaisel, conforme se vê no artigo, uma bomba:

LULA, O MALANDRO FEDERAL
Por ZEZA AMARAL



Poucos sabem da escolaridade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Muitos acham que se trata de um vagabundo escolar, sem eira nem beira, mas bem-dotado das artimanhas políticas. Ele sempre fez bem esse papel de ignorante, de um semiletrado, e nada disso é verdade.

Lá pelos anos 1972/73, ele foi aos Estados Unidos cursar um módulo de preparação sindical na AFL CIO – a maior central norte-americana – que, de resto, era a maior central sindical peleguista do planeta – sendo ela, até poucos anos atrás, financiadora da CUT, CGT e Força Sindical. Hoje as centrais sindicais do País são movidas com os bilhões de reais do FAT – Fundo de Assistência aos Trabalhadores – e de tantos outros bilhões de reais que provêm do compulsório Imposto de Contribuição Sindical. Entenderam por que a guerra sindical é tão acirrada, enquanto os direitos dos trabalhadores não são assim ferrenhamente defendidos pelos seus sindicatos?

Além de cursos da AFL CIO, Lula também frequentou cursos de liderança sindical na John Hopkins University, Baltimore, também ali por volta de 72/73. Ali aprendeu a técnica pelega de aparentar ser de esquerda enquanto escamoteava a mão servil que estendia à direita dominante daqueles tempos fabris e febris de lucros escorchantes. Eram outros tempos, é claro, mas disso Lula jamais se esqueceu
.

Lula da Silva, o político, nasceu por obra e graça do general Golbery do Couto e Silva, o estrategista político do então ditador Ernesto Geisel. Golbery transformou o Lula sindicalista em líder político e a prova disso são os relatos do ex-governador Paulo Egydio Martins e do empresário Mário Garnero e, de quebra, do ex-ministro Mário Enrique Simonsen. Qualquer google da vida vai levar a depoimentos, livros e artigos sobre o assunto. Eu vivi isso, é claro – o que não quer dizer absolutamente nada. Embora para mim seja tudo.

E já que estamos falando na tal ignorância escolar de Lula da Silva, apenas para encerrar o assunto, ele também fez um curso sindical no Instituto Interamericano Para o Sindicalismo Livre (IADESIL) que, e que não se envergonhem os petistas radicais, até hoje ainda é sustentado pela CIA. Tal curso, aliás, foi o que levou Frei Chico, comunista, a romper com o seu irmão Lula. Ou vice-versa.

A presidente Dilma Roussef também é vítima dessa malandragem sindical, envolvida que foi pelo peleguismo de esquerda que envolveu uma pequena parte da juventude brasileira, sedenta de novos ares, de novas possibilidades, das grandes aventuras que prometia o comunismo de então. E eis o Brasil real de agora, do tempo cobrando a sua fatura histórica, os nossos erros e apenas os nossos erros, pois visto que acertos jamais tivemos. Eis o Brasil com a corda dos pelegos no pescoço, se sustentando em cima dos ombros de seus reais trabalhadores, dos que levantam cedo para o sagrado trabalho de buscar sustento aos filhos, de levar esperança de um conforto melhor às suas mulheres, ao amor de suas vidas, daquele sempre melhorar de vida, fazer uma excursão pra praia, de comprar um carro velho mais novo.

Lula se esqueceu disso tudo quando escutou o canto da sereia que se lhe acenou as sirenas do poder político. O general Golbery do Couto e Silva, ao ser indagado por Paulo Egydio Martins, respondeu friamente: Lula vai ser um grande político e os comunistas serão derrotados. Foi, assim, o grande estrategista que convenceu os militares a devolver o País aos civis; Golbery fez nascer o político Lula para acabar de vez com o peleguismo político/sindical do País e, de quebra, desnudar o comunismo. É a minha opinião, ora pois, diante do que vivi. Mas aguardo que algum jornalista pergunte isso ao senhor e ex-presidente da república Luís Inácio da Silva. Certo. É bem possível que ele diga que não se lembra de nada. Tem sido assim – e assim sempre será. Afinal, pelegos não têm memória.
Fonte: Correio Popular, Campinas/SP, 21/04/19 igpaulista@rac.com.br


quarta-feira, 17 de abril de 2019

RECONSTRUÇÃO DIFÍCIL







RECONSTRUÇÃO DIFÍCIL
Theodiano Bastos

Lembremos que Bolsonaro confidenciou a Janaína Pascoal,  antes da eleição, que seu maior legado não seria somente o que iria construir, mas o que ele iria desconstruir e está despetizando e desmontando todo o esquema do lulopetismo que aparelhou todos os ministérios, as estatais, principalmente a Petrobras que foi saqueada, os Fundos de Pensões, a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e vem fazendo isso sistematicamente.

Temos de reconhecer que Temer, com todas as dificuldades que enfrentou, conseguiu reverter o quadro assustador e entregou a economia bem melhor do que recebeu.
  
A reconstrução do Brasil será mesmo difícil, por depender da aprovação das reformas em tramitação no Congresso Nacional.

A decepção de muitos eleitores de Bolsonaro não quer dizer retirada de apoio. Com apenas 100 dias de governo, do qual um terço passou entre a vida e a morte, vítima de um brutal atentado, mas para a oposição dá a impressão que o presidente Jair Messias Bolsonaro está há anos no poder. mas  que já provocou, com as medidas de caráter econômico, cortando milhares de empregos fantasmas, corte monstruoso no processo publicitário governamental de sustentação de uma imprensa parasita e, agora, com a possibilidade de implantação de um novo modelo de previdência social, antes que o Brasil quebre de vez.

O governo está no rumo certo e vamos esperar pelo menos um ou dois anos e com certeza o Brasil será outro, pois acredito que o Congresso aprovará as reformas da Previdência, Fiscal, Tributária e o projeto de Moro de combate à violência dentre outras.



terça-feira, 16 de abril de 2019

ZONEAMENTO AGRÍCOLA E RESERVAS ESTRATÉGICAS

ALIMENTOS E MINÉRIOS:                        RESERVAS ESTRATÉGICAS
Theodiano Bastos 

O Brasil tem reservas estratégicas e zoneamento agrícola? Temos Zoneamento agrícola de risco climático - ZARC, pois a calamidade do mundo é a fome, principalmente na África.

“Qualquer país organizado tem um plano de desenvolvimento sustentável. Por que Espanha, França, Itália, Grécia possuem os maiores cultivares de oliveira do mundo? Cada região, fruto de estudos de solo, comprovam que vastas áreas são propícias ao seu cultivo. Tem regiões produtoras de trigo, cevada, sorgo, milho, tudo de acordo com um zoneamento agrícola e um plano de financiamento à produção, transporte, armazenagem e cooperativismo.”

Quando o preço do petróleo está muito baixo, os Estados Unidos aproveitam para comprar e reinjetar em poços já vazios como reserva estratégica, o mesmo vem fazendo o Japão e China, adquirindo minério de ferro e fazendo montanhas artificiais, enquanto o Brasil fica com os buracos...

 Vários países, como Japão, Estados Unidos possuem reservas de arroz, milho, trigo, para quase uma década, em grandes túneis subterrâneos (reservas estratégicas), em vácuo, imensos tanques herméticos, para evitar a entrada de ar e, consequentemente, contaminação, em condições de suprir regiões em casos de calamidade climática.


segunda-feira, 15 de abril de 2019

NACIONALISMO PERIGOSO: BOLSONARO QUER ACABAR COM O MERCOSUL


MERCOSUL. BOLSONARO QUER ACABAR

Theodiano Bastos

Votei em Geraldo Alckmin no primeiro e no segundo turno votei contra o PT e dei meu voto ao Jair Bolsonaro e tenho aprovado muitas das medidas que vem tomando, todavia estou contra acabar com o Mercosul. 

Ao invés de fortalecer o Mercosul e mirar no exemplo da a União Europeia, Bolsonaro adota o perigoso viés do nacionalismo de 'fortalecer identidade nacional e amor à Pátria'. Quer acabar com a integração regional, isso é muito preocupante!

1º o Governo anuncia que passaporte excluirá inscrição 'Mercosul' e adotará brasão da República

Documento atual continua válido até vencimento, mas será substituído na renovação por versão com brasão. Governo alegou que objetivo é 'fortalecer identidade nacional e amor à Pátria'.

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília
A mudança faz parte das propostas apresentadas pelo Ministério das Relações Exteriores como prioritárias para o início da gestão Jair Bolsonaro. De acordo com o Itamaraty, a medida tem como objetivos "fortalecer a identidade nacional e o amor à Pátria".
A alteração nos passaportes foi anunciada pelo chefe da Casa Civil durante a apresentação das metas do governo para os primeiros 100 dias do governo de Jair Bolsonaro.
O atual modelo de passaporte brasileiro contém na capa as estrelas do Cruzeiro do Sul e a inscrição "Passaporte Mercosul".
Segundo Onyx, não será necessário trocar os passaportes que ainda estão válidos, na medida em que o brasão da República será adotado no momento da renovação ou do pedido de um novo passaporte.
"Vai ser retirada do passaporte brasileiro aquela identificação do Mercosul e vamos retornar o brasão da República nesse documento. Ou seja, vamos ter no passaporte brasileiro o brasão da República brasileira”, explicou Onyx.
O chefe da Casa Civil explicou ainda que a troca não será imediata. O governo utilizará os passaportes já impressos com a atual identidade visual e adotará o brasão da República nas futuras encomendas dos documentos. Não há estimativa de custo da medida, segundo Onyx.
"Dentro dos 100 dias o MRE [Ministério das Relações Exteriores] tomará todas as providências para que tenha o desenho definido, o modelo adequado e a orientação para que quem produz possa, quando trouxer novos passaporte, já ter o novo passaporte”, complementou o ministro.
Os passaportes já não trazer a logo do Mercosul somente o Brasão da República e agora fala em extinguir as nova placas
2º Agora o Presidente Bolsonaro quer acabar com a placa Mercosul
Em live pelo Facebook, presidente Bolsonaro disse que placa é motivo de constrangimento para a população
Durante a transmissão ao vivo que virou padrão às quintas-feiras pelo Facebook, o Presidente da República Jair Bolsonaro disse que irá acabar com a placa do Mercosul.
“Vamos, com o nosso ministro Tarcísio [Freitas, de Infraestrutura], ver se a gente consegue anular essa placa do Mercosul. Porque não tem o município… não traz, no meu entender, benefício para o Brasil essa placa do Mercosul. É um constrangimento, uma despesa a mais”, declarou o presidente Bolsonaro.
“Estamos tentando uma maneira legal, acho que dá (sic) para encontrar, para acabar com essa placa do Mercosul também”, completou Bolsonaro.
A placa do Mercosul é um “problema” que vem se arrastando por anos no caso do Brasil. Ela começou a valer, finalmente, no final de 2018, porém teve, em dezembro de 2018, uma nova prorrogação da data limite para implantação – agora é 30 de junho de 2019.
Em novembro de 2018, uma resolução alterou a placa para retirar brasões de cidades e estados. Com a nova regra, o veículo manterá a mesma placa durante toda a vida útil, sem precisar alterar nada a cada mudança de cidade ou estado.
Polêmicas da placa Mercosul
A placa com padrão Mercosul foi presentada em 2014. A meta era que o novo sistema fosse adotado pelos países do bloco comercial (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela) em janeiro de 2016.
Porém, em abril de 2015, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) postergou a adoção das placas para 1º de janeiro de 2017. Pelo novo cronograma, toda a frota registrada no Brasil deveria realizar a troca das atuais placas pelas novas até 31 de dezembro de 2020. Fonte: Revista ISTOÉ