Por THEODIANO BASTOS
Estes serão os principais
atos da viagem presidencial ao país asiático depois do encontro entre o
presidente Lula e o presidente da China, Xi Jinping
Estes serão os principais
atos da viagem presidencial ao país asiático depois do encontro entre o
presidente Lula e o presidente da China, Xi Jinping
Após MP Eleitoral se manifestar a favor, inelegibilidade de Bolsonaro
por 8 anos deve ser votada em até um mês.
MP Eleitoral se manifesta favorável à inelegibilidade de Bolsonaro
Manifestação foi enviada ao TSE na noite de 4ª feira (12.abr.2023) e refere-se
à ação sobre a reunião com embaixadores
O MPE (Ministério Público Eleitoral) se manifestou a favor do pedido de
inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por enxergar abuso de
poder político nos ataques ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas durante
uma reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, em julho de 2022. A
informação é do jornal O Globo.
A manifestação, sob sigilo, foi enviada na noite de 4ª feira
(12.abr.2023) ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). No parecer, o
vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet Branco, aceitou a procedência dos
pedidos feitos pelo PDT (Partido Trabalhista Brasileiro) na investigação
judicial eleitoral que pede a inelegibilidade do ex-chefe do Executivo.
A ação é a que está mais avançada dentre os processos que Bolsonaro
responde no TSE. Caso seja condenado, o ex-presidente pode perder seus direitos
políticos e ficar inelegível por 8 anos. O corregedor-geral da Justiça
Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, relator do caso, determinou o sigilo da
ação. Assim, a manifestação do MPE não foi divulgada. Na reunião com
embaixadores, Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral
brasileiro sem apresentar provas.
SAIBA MAIS EM: https://www.poder360.com.br/justica/mp-eleitoral-se-manifesta-favoravel-a-inelegibilidade-de-bolsonaro/
E https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2023/04/mp-eleitoral-se-manifesta-a-favor-da-inelegibilidade-de-bolsonaro-em-acao-sobre-reuniao-com-embaixadores.ghtml
Por
THEODIANO BASTOS
Namorido refere-se
a um tipo de relação em que o casal, após um breve período de namoro, passa a
morar junto, sem que a união necessariamente seja ou venha a ser formalizada.
O "namorido" parece ser uma modalidade de relacionamento
resultante do individualismo exacerbado das sociedades contemporâneas em que os
vínculos afetivos são mais fluidos e maleáveis. Nele, os indivíduos buscam uma
satisfação pessoal instantânea nos relacionamentos amorosos, dispensando,
assim, um tempo maior para o conhecimento mútuo. Além disso, não se faz
necessário que o casal participe, dê satisfações ou mesmo conheça os familiares
do/a parceiro/a e não há compromisso com a durabilidade, nem com a geração de
descendentes. Apesar disso, em muitos aspectos o "namorido" se
assemelha aos casamentos contemporâneos e, para as pessoas envolvidas neste
tipo de relação, o fato de ela não ser oficializada não faz com que a união
entre os cônjuges seja menos comprometida.
Walcyr Carrasco publica na última VEJA artigo QUEM É QUEM COM QUEM?
“Num mundo de palavras voláteis, ficou difícil definir as relações. HOUVE
UMA ÉPOCA em que as pessoas namoravam. Depois, um dia, a moça esticava o dedo
e, numa festa, recebia o anel de noivado. Pronto estava noiva. Um passo para o
altar. Depois, vinha o casamento. Mães e sogras rezavam, acendiam velas e até
ofereciam galinhas gordas nas encruzilhadas para nem a mínima ideia de divórcio
tocasse a porta daquele lar. Hoje, eu não sei mais nada. Ou tudo. Chamar alguém
de namorado ou namorada pode não querer dizer nada. Os pombinhos moram juntos,
como um casal sacramentado. Também cada um pode ter seu próprio canto, até em
outra cidade. Mas ele orgulhosamente a apresenta como “minha mulher”.
A mulher que não era casada, mas vivia com um homem, era “amásia”, “concubina”.
Um jeito horrível de dizer “estamos juntos”. Ter um “relacionamento”. O que é
isso, de fato? Já ouvi uma amiga dizer “estamos casados” após três encontros
amorosos. Encontrei uma conhecida que não via há muitos anos, com dois filhinhos,
acompanhada por dois rapazes. Todos se chamavam de “amor”, e eu não estava
entendo mais nada. Ela desatou o nó: “cada filho é de cada um. Somos um trisal”.
Viviam todos juntos e felizes, sem ciúmes. É um tipo de relacionamento que
sempre houve, mas se escondia. SAIBA
MAIS EM: https://www.scielo.br/j/pc/a/87yPJHBFKrpjgJPrSZ5F58t/?lang=pt#:~:text=O%20termo%2C%20muito%20empregado%20na,ou%20venha%20a%20ser%20formalizada.
Ucrânia
rebate sugestão de Lula de ceder Crimeia para encerrar guerra
Em reação à
sugestão de dar a Crimeia para encerrar a guerra, porta-voz de Kiev rebate:
"nem um centímetro" passará ao inimigo
A
Ucrânia rebateu, ontem, a afirmação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de
que uma forma de se colocar fim à guerra será o governo de Kiev ceder à Rússia
a região da Crimeia — invadida pelas forças de Moscou, em 2014. Em uma
publicação no Facebook, o porta-voz da diplomacia ucraniana, Oleg Nikolenko,
deixou claro que o país rejeita qualquer possibilidade de entregar parte do seu
território como forma de encerrar o conflito.
"Não
há razão legal, política nem moral que justifique abandonar um só centímetro de
território ucraniano", alertou Oleg, apesar de reconhecer "os
esforços do presidente brasileiro para encontrar uma maneira de deter a
agressão russa".
A
sugestão de Lula foi dada na conversa com jornalistas em Brasília, na
quinta-feira. Ele disse que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, "não pode
querer tudo", mas também rechaçou a ideia de que a Rússia controle os
territórios anexados no país vizinho. "Putin não pode ficar com o terreno
da Ucrânia. Talvez se discuta a Crimeia. Mas o que ele invadiu de novo, tem que
se repensar", propôs Lula.
Também
por meio das redes sociais, Zelenski afirmou que a paz só será obtida quando a
Crimeia for recuperada. "O mundo deve saber: o respeito e a ordem
retornarão às relações internacionais apenas quando a bandeira ucraniana
retornar a Crimeia — quando houver liberdade lá, assim como em qualquer outro
lugar da Ucrânia", anunciou o presidente ucraniano.
Ao
assumir a Presidência da República, Lula vem tentando se colocar como um
interlocutor para costurar a paz entre russos e ucranianos — mas sem sucesso.
Chegou a dizer, em janeiro, depois do encontro com o chanceler alemão Olaf
Scholz — que veio ao Brasil para, entre outros assuntos, pressionar o país a
ceder munição aos tanques Leopard que seriam entregues à Ucrânia —, que "quando
um não quer, dois não brigam".
Desconfianças
Desde
o governo de Jair Bolsonaro, a posição do Brasil em relação ao conflito é vista
com desconfiança pelo governo de Zelensky, uma vez o Ministério das Relações
Exteriores tenta manter alguma equidistância — mas dá frequentes demonstrações
de simpatia à Rússia. Uma semana antes da invasão da Ucrânia, em fevereiro de
2022, o ex-presidente se reuniu com o líder russo, Vladimir Putin, em Moscou.
Afirmou que a conversa foi sobre acordos comerciais, como a venda de
fertilizantes ao Brasil.
Nas
Nações Unidas, a diplomacia brasileira se absteve de tomar uma posição logo
após a agressão à Ucrânia. Mas, dias depois da ida de Bolsonaro a Moscou, o
embaixador brasileiro na ONU à época, Ronaldo Costa Filho, votou a favor da
resolução que condena a agressão russa.
As
desconfianças dos ucranianos em relação ao Brasil têm muito a ver com as
conexões diplomáticas do país. Ao lado da Rússia, integra o BRICS — bloco
econômico que inclui, ainda, a China, a Índia e a África do Sul —, cujo banco
será presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff. Lula, inclusive, segue para
Pequim, que apoia abertamente Putin no conflito, na próxima terça-feira.
O
presidente brasileiro pretende reunir um grupo de nações para mediar o fim da
guerra e será um dos assuntos tratados na ida à China — principal parceiro
comercial brasileiro. Como prova de boa vontade, em 23 de março o governo de
Pequim suspendeu o embargo à carne bovina brasileira, como informou o
Ministério da Agricultura e Pecuária. O mesmo movimento fez a Rússia — conforme
anunciou, ontem, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) —, que suspendeu a
restrição ao produto, imposta em 1º de março por conta de um caso de vaca louca
em Marabá (PA).
A
liberação da importação de carne veio na sequência da ida do ex-chanceler Celso
Amorim, chefe da assessoria especial para assuntos internacionais, a Moscou
para um encontro com Putin.
Em café da manhã com jornalistas, presidente declarou que não vê justificativas para que conflito no leste-europeu continue e defende ação de "grupo de países" para negociar a paz
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu,
nesta quinta-feira (6), a integridade territorial da Ucrânia e o fim da guerra com a Rússia que,
para ele, “não tem justificativa” para continuar.
“O que
Putin quer? Ele não pode ficar com o território da Ucrânia. Talvez nem se
discuta a Crimeia, mas, o que ele invadiu de novidade, vai ter que repensar”,
afirmou o presidente em um café da manhã com jornalistas.
Macron pede a Xi
Jinping que interceda com Rússia sobre a guerra na Ucrânia
“Não há nenhuma justificativa para essa guerra
continuar. Quando uma guerra começa, a gente faz análise como se fosse uma
coisa muito complicada, difícil e diferente do nosso dia a dia. Acho que essa
guerra já passou da conta. O Brasil defende a integridade territorial de cada
nação, portanto não concordamos com a invasão da Rússia à Ucrânia.”
Na análise
do mandatário, “o mundo desenvolvido”, sobretudo União Europeia e Estados
Unidos, não gastou “muito tempo” em negociações de paz no início da guerra, e
criticou a entrada “rápida” dos países no conflito do leste europeu.
O Brasil defende a integridade territorial de cada nação, portanto não
concordamos com a invasão da Rússia à Ucrânia
Presidente
Luiz Inácio Lula da Silva Lula tem defendido, desde o encontro com o chanceler alemão Olaf Scholz
no Brasil, no início do mês de fevereiro, a criação de um “grupo de países”
para mediar e encontrar uma solução para por fim à guerra na Ucrânia — entre
eles, China, Indonésia e Índia.
“A China
tem peso, o Brasil tem peso, acho que a Indonésia pode participar, a Índia…
Vamos lá conversar com o Putin, conversar com o Zelensky, com o Biden. Vamos
tentar ver se encontramos um grupo de pessoas que não se conforme com a guerra.
Não é necessário ter guerra”, afirmou o presidente.
“Uma coisa
de sucesso em negociação é você ter que perguntar para o negociador. Você vai
negociar para construir ou vai negociar para destruir? Porque se o cara for
negociar com a visão de não querer fazer acordo, não vá. Não compensa
negociar.”
SAIBA MAIS EM: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/lula-diz-que-putin-nao-pode-ficar-com-territorio-da-ucrania/
Por THEODIANO BASTOS
Stephanie Clifford, estrela
de cinema adulto conhecida como Stormy Daniels,
é uma das figuras centrais no processo contra Donald Trump. O republicano
está sob investigação por seu papel em um esquema de suborno para Daniels.
No fim de outubro
de 2016, dias antes da eleição presidencial daquele ano, o então advogado
pessoal de Trump, Michael Cohen, fez um pagamento de US$ 130 mil a Daniels para
supostamente impedi-la de tornar público um suposto caso com o ex-presidente
uma década antes. Trump negou o caso.
O advogado
efetuou o pagamento com recursos próprios e posteriormente recebeu um reembolso
que Donald Trump alegou ser de seu dinheiro e não da campanha presidencial.
Em 2018, ela
publicou um livro no qual descrevia explicitamente o suposto caso com Trump.
O então advogado
da estrela do cinema adulto disse que o livro pretendia provar que sua história
sobre fazer sexo com Trump é verdadeira. Quem é Stormy Daniels?
Stephanie
Clifford nasceu em Louisiana, estado do sul dos Estados Unidos.
Em seu livro, ela
revelou que teve uma difícil infância em meio à pobreza e constante abuso
sexual.
Quando
adolescente, ela se mudou para a Califórnia por se interessar por
entretenimento adulto. Nessa indústria, onde ficou conhecida como Stormy
Daniels, Clifford trabalhou como dançarina exótica, atriz, diretora e produtora
de filmes pornográficos.
Clifford conta
que em 2006 conheceu Donald Trump em um torneio de golfe em Lake Tahoe, Nevada.
Segundo ela, o
guarda-costas de Trump a levou para o quarto dele, onde ela esperava jantar com
ele, mas depois houve uma relação íntima.
Stormy Daniels
garantiu que Trump prometeu incluí-la em seu programa de televisão “O Aprendiz”
e por isso ela aceitou ter relações com ele, até que o então empresário lhe
confirmou em 2018 que não poderia participar.
Em entrevista à
CBS, Daniels revelou que em 2011 negociou para contar à revista In Touch sobre seu
relacionamento com Trump em troca de US$ 15.000, mas que o negócio não deu
certo porque Michael Cohen ameaçou processar a publicação. *publicado
por Tiago Tortella, da CNN
SAIBA
MAIS EM: https://www.uol.com.br/splash/noticias/2022/03/22/atriz-porno-perde-recurso-em-caso-contra-trump-e-deve-quase-r-15-mi.htm
E https://www.google.com/search?q=atriz+porn%C3%B4+perde+a%C3%A7%C3%A3o+para+advogados+de+Trump&oq=atriz+porn%C3%B4+perde+a%C3%A7%C3%A3o+para+advogados+de+Trump&aqs=chrome..69i57.25000j1j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8
As
autoridades também afirmaram que pretendem que a ex-atriz de filmes adultos
Stormy Daniels seja testemunha no caso.
pesar de o governo de Luiz Inácio Lula da Silva ter pouco mais de
três meses, para o senador Ciro Nogueira (PP-PI) — ex-ministro-chefe da Casa
Civil e fervoroso defensor de Jair Bolsonaro — o atual presidente até agora não
disse a que veio. O parlamentar não enxerga um único projeto que indique que a terceira
passagem do petista pela Presidência será melhor que as anteriores — como
prometeu na cerimônia de posse. Segundo Ciro, Bolsonaro não conseguiu a
reeleição por causa de erros na campanha e episódios que serviram para
desgastar a imagem do governo — como a resistência de Roberto Jefferson à
prisão, com tiros e bombas, contra agentes federais, e a deputada Carla
Zambelli correndo atrás de um homem negro, com arma em punho, na capital
paulista, em reação a um xingamento. A seguir, os principais trechos da
entrevista ao Correio.
Ciro Nogueira sobre reprovação de
Lula: 'governo já está ladeira abaixo'
A gente notou que ele (o arcabouço) tem mais problemas no PT que
na oposição. Temos, hoje, uma oposição muito responsável ao governo e não ao
país. Temos toda boa vontade com o que for para que o país retome a
estabilidade, o emprego, a renda, tenha condições de baixar os juros, e retome
o crédito. Jamais vamos atrapalhar o Brasil.
Tínhamos expectativa de eleger em torno de 50 parlamentares. Somos
a quarta força na Câmara, segundo maior partido em número de prefeitos e
vereadores. Acho que estamos muito bem. Temos uma força muito grande com a
chegada do (deputado) Arthur (Lira) à Presidência da Câmara. Lógico que
queremos sempre mais. O PL elegeu essa quantidade de deputados por conta do
presidente Bolsonaro, é natural. O PT elegeu muitos deputados por conta do
Lula. Um projeto de Presidência acaba puxando muitos deputados.
O PT ganhou a Presidência, mas perdeu no Congresso. Concorda?
Os partidos de esquerda só elegeram 140 deputados, são
minoritários. Hoje, a maioria da população tem um perfil de centro e
centro-direita. Perdemos essa eleição de presidente mais por erros nossos e,
também, pelo massacre da mídia, de forma injusta, contra Bolsonaro, na reta
final da campanha.
Uma pessoa que era aliada nossa jogando bomba em cima de policial
(Roberto Jefferson) e uma deputada correndo atrás de um homem negro, com
revólver na mão (Carla Zambelli). Se não fossem esses dois fatos, tínhamos
vencido. Mas não foi só isso. Erramos em algumas frases na pandemia; frases
erradas, de mudança de salário mínimo durante a campanha. Perdemos para nós
mesmos.
Como você vai controlar um louco como o Roberto Jefferson?
Difícil. Tem que condenar uma deputada que sai correndo atrás de homem negro
com uma revolver na mão, dois dias antes da eleição. É inacreditável. São
coisas do imponderável. Não é culpa do presidente Jair Bolsonaro ou minha. Como
se evita situações como essas? O ministro da Fazenda (Paulo Guedes) falar de
salário na véspera? Também devo ter tido meus erros, todo mundo é humano. Acho
que, agora, é aprendermos, passarmos uma imagem de que vamos fazer uma oposição
responsável, que não atrapalhe o país. Temos uma preocupação muito grande para
que não haja retrocesso nas conquistas econômicas, do que fizemos no nosso
governo. Se isso acontecer, vamos voltar ao poder com muita facilidade daqui a
três anos.
Tenho
até medo de, às vezes, ser processado por fake news, de dizer que esse governo
começou. Porque, até agora, não começou. Um governo ineficiente, que só veio
mudar nome de programa social de 20 anos atrás. Não há nada novo. A grande
inauguração que tivemos foi de um letreiro de ministério por duas ministras —
ainda há mais 36 ministérios. O grande anúncio de obras que vimos foi um
gasoduto na Argentina com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social). Qual foi a grande obra que Lula disse que vai fazer? Nada.
É um governo que ainda não começou. Espero que comece.
SAIBA
MAIS EM: https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2023/04/5084540-lula-nao-se-atualizou-nao-deveria-ter-voltado-diz-ciro-nogueira.html