sexta-feira, 24 de abril de 2026

Uso desmedido do celular está cada vez mais ligado a problemas físicos e mentais

 

 
                                                         Porf THEODIANO BASTOS

 Uso desmedido do celular está cada vez mais ligado a problemas físicos e mentais

Vício, depressão e dores crônicas estão entre os efeitos mais perigosos

Nomofobia, FOMO, text neck, cibercondria, dependência digital… O dicionário de males plantados pela vida entre telas (leia o glossário) — quase todos com nomes derivados do inglês, a língua-mãe da comunicação on-line — não para de ganhar novas expressões. Não são patologias propriamente ditas, dessas com nome, sobrenome e código no receituário, mas preocupam médicos e pacientes por seus impactos cada vez mais expressivos no dia a dia. O motivo está à sua mão ou vista: o aparelho que nos acompanha para conversar, trabalhar, relaxar e pedir comida. Se cada época tem suas bênçãos e maldições, o celular do qual a sociedade já não pode se desgarrar é o símbolo máximo e tangível de que as comodidades e a conexão têm seu preço. Um preço cobrado na forma de distúrbios físicos e mentais que hoje protagonizam pesquisas científicas e são alvo de novas leis para resguardar cidadãos de todas as idades de um aparelho que cabe no bolso, mas, quando sai de lá (e como sai), pode incitar doenças já consagradas nos manuais médicos — de dor crônica a pressão alta.  

 Leia mais em: https://veja.abril.com.br/saude/uso-desmedido-do-celular-esta-cada-vez-mais-ligado-a-problemas-fisicos-e-mentais/


Nenhum comentário:

Postar um comentário