quinta-feira, 20 de março de 2025

LULA SE IGUALA A DILMA NA TAXA DE JUROS 14,25% MAIOR NÍVEL DESDE 2016

 


Por THEODIANO BASTOS

Lula repete governo Dilma, que quebrou o país

PT tem uma visão desenvolvimentista inconsequente, e o mercado vê que tem uma barreira à frente que não vai ser superada

Quando era Campos Neto o presidente do Banco Central Lula o culpava pelas elevações do Juros e agora com toda a diretoria nomeada por ele os juros continuam subindo para conter a inflação e Lula continua com a mesma política de Dilma para usando o endividamento para elevar o consumo, comprometendo o FGTS dos trabalhadores. Deu errado no governo Dilma e vai dar errado com Lula que visa continuar no poder disputando a reeleição em 26, disputando a presidência pela sétima vez.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) voltou a subir os juros em 1 ponto percentual nesta quarta-feira (19/3), elevando a Selic para 14,25% ao ano. A decisão foi unânime.

Este é o maior patamar para a taxa básica de juros desde outubro de 2016.

Foi a quinta reunião seguida de aperto monetário e a segunda vez com Gabriel Galípolo à frente do BC.

JUROS E DÍVIDA PÚBLICA SUBIRÃO AINDA MAIS

A análise inclui a Dívida Pública Federal (DPF), que abrange títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, tanto na dívida interna quanto na externa mobiliária e contratual sob gestão da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), tendo atingido R$ 7,06 trilhões em junho de 2024

Em 2024, o Brasil pagou 8,05% do Produto Interno Bruto (PIB) em juros da dívida pública. Este valor é o maior percentual desde 2015. 

O Brasil é o país que mais paga juros de dívida pública em relação ao PIB entre as 24 grandes economias pesquisadas pelo Conselho de Estabilidade Financeira (FSB). 

Com dívida bruta de 84,67% do Produto Interno Bruto (PIB) e juros básicos em 11,25%, o Brasil é o país que mais paga encargos no mundo, com uma taxa de 5,97% do PIB.

Decisão já era esperada pelo mercado e cumpre orientação prevista em dezembro; Copom sinaliza alta menor na próxima reunião

Quando Selic sobe, a tendência é de que empréstimos e financiamentos fiquem mais caros – ou seja, que bancos e outras instituições financeiras cobrem juros mais altos nessas operações. Já quando a Selic diminui, acontece o movimento contrário: os juros do crédito ficam mais baratos.

SAIBA MAIS EM; https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/bc-sobe-juros-em-1-ponto-e-selic-vai-1425-maior-nivel-desde-2016/ - https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-e-o-pais-que-mais-paga-juros-de-divida-no-mundo-aponta-estudo/ - https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/03/19/selic-juros-brasil-hoje-dilma E https://oglobo.globo.com/blogs/merval-pereira/post/2025/03/lula-repete-governo-dilma-que-quebrou-o-pais.ghtml    

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