sábado, 3 de outubro de 2026

Há algo profundamente errado quando a política, em vez de aproximar pessoas em torno de ideias, passa a ensinar pessoas a se odiarem.

 Por THEODIANO BASTOS

 O debate deu lugar à agressão. A divergência virou inimizade. E, de maneira cínica e desleal, alimentou-se a ideia de que quem pensa diferente não é apenas um adversário, é alguém que precisa ser combatido.

O resultado está dentro das nossas casas. Famílias divididas. Amizades desfeitas. Relações de uma vida destruídas por discussões que, muitas vezes, nem sequer mudam a realidade do país.

Nenhum projeto de poder merece esse preço.

Podemos discordar profundamente e continuar nos respeitando. Podemos defender nossas convicções sem perder a humanidade.

Porque governos passam. Eleições passam. O poder passa.

Mas algumas palavras deixam feridas que permanecem.

Que a política nunca seja maior do que os nossos afetos. E que nenhuma diferença de opinião nos faça esquecer que, antes de adversários de ideias, somos seres humanos.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

O texto apresentado é uma reflexão contemporânea amplamente compartilhada de forma anônima ou atribuída a manifestos e discursos coletivos sobre os impactos da polarização política nas relações familiares e sociais.]

Até o momento, não existe o registro de um único autor célebre (como um escritor, filósofo ou político clássico) associado à criação dessas linhas exatas. O trecho sintetiza um sentimento coletivo de esgotamento social diante do antagonismo ideológico atual.

Embora o texto em si não possua uma autoria registrada, a mensagem central — de que os laços humanos e os afetos devem prevalecer sobre as disputas de poder — ecoa os conceitos da "polarização afetiva", estudada amplamente por cientistas políticos, psicólogos sociais e filósofos contemporâneos.

 

GLOBO CANCELA DEBATE APÓS “SUCESSIVAS DECISÕES JUDICIAIS, INSEGURANÇA JURÍDICA E INTERFERÊNCIA INDEVIDA

 

Juristas e entidades da imprensa criticam decisões da Justiça que provocaram cancelamento do debate da Globo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

                        Por THEODIANO BASTOS

Juristas e entidades da imprensa criticam decisões da Justiça que provocaram cancelamento do debate da Globo

O cancelamento tirou de milhões de brasileiros a oportunidade de comparar as propostas dos candidatos e de ouvir a discussão de ideias entre eles.

Alas do STF e TSE escancaram decisões pró-Lula

O analista de Política da CNN Caio Junqueira aponta, no CNN Prime Time, que atuação de ministros do STF e TSE beneficia reeleição de Lula em reta final da campanha.

O PT aceitou a regra. Lula faltou. O PT recorreu. Estela Aranha decidiu. Vieram novas decisões, e a Globo falou em “sucessivas decisões judiciais”, “insegurança jurídica” e “interferência indevida”.

Analistas políticos, jornalistas e comentaristas têm apontado e criticado recentes decisões de alas do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, segundo avaliações da imprensa, acabam por beneficiar ou proteger a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reta final das eleições de 2026.

Ministra declarou que votou em Lula em 22 e não se declarou suspeita para dar uma decisão monocrática

"Essa reta final da campanha presidencial escancarou o apoio dessas alas dentro do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral a favor, principalmente, da reeleição do presidente Lula", pontuou Junqueira.

Repercussão na Mídia: Críticos e jornalistas manifestaram preocupação de que cortes de Justiça estejam ultrapassando o limite de árbitros do pleito para assumirem posições que influenciam diretamente o cenário da disputa presidencial.

Principais Críticas e Análises

  • Decisão sobre Debates: A ministra do TSE Estela Aranha autorizou que a cadeira de um candidato ausente não fizesse parte do cenário com placa identificadora em debates, o que ocorreu após o PT acionar a Justiça Eleitoral para suspender uma regra antes assinada pelo próprio partido. Críticos viram a medida como uma forma de resguardar o candidato ausente de maiores exposições.
  • Atuação de Magistrados: Comentaristas de veículos como CNN Brasil e do jornal O Estado de S. Paulo apontaram que decisões monocráticas e posicionamentos de ministros — citando nomes como Flávio Dino — aproximam a atuação de integrantes da Corte da dinâmica político-eleitoral, gerando debates sobre o papel de neutralidade dos tribunais superiores.
  • Em outubro de 2026, a ministra Estela Aranha atendeu a um pedido da campanha do PT e proibiu a TV Globo de exibir o púlpito vazio com o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia decidido não comparecer ao debate presidencial da emissora.
  • Argumentação: A magistrada entendeu que filmar o local destinado ao candidato ausente geraria um desequilíbrio na disputa eleitoral e daria um "espaço autônomo para referências a candidato ausente" sem o devido debate. Ela também proibiu que os outros candidatos fizessem perguntas direcionadas a ele.

FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/analise-alas-do-stf-e-tse-escancaram-decisoes-pro-lula/ E https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/10/02/juristas-e-entidades-da-imprensa-criticam-decisoes-da-justica-que-provocaram-cancelamento-do-debate-da-globo.ghtml

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

A suspensão das atividades diplomáticas presenciais dos EUA e Austrália no Brasil não é coincidência.

 


                      Por DANIEL PORCEL BASTOS (*)

Chama atenção para o conteúdo de uma conta de Twitter chamada Análise Geopolítica

Os Estados Unidos fecharam temporariamente a sua embaixada e os consulados no Brasil devido a questões de segurança, sem detalhar ameaças específicas ou prever uma data de reabertura.

O que se sabe sobre o fechamento

  • Motivo oficial: A Missão dos EUA e o Departamento de Estado alegaram apenas "questões de segurança" e prioridade à proteção de cidadãos americanos, em coordenação com autoridades locais.
  • Contexto: A suspensão ocorreu a dois dias das eleições presidenciais no Brasil, período em que a Embaixada da Austrália também adotou a mesma medida de fechamento preventivo.
  • Serviços afetados: Todos os atendimentos presenciais e a emissão de vistos foram paralisados na embaixada em Brasília e nos consulados (como em São Paulo e Rio de Janeiro).

“Ambos os países são integrantes da Five Eyes Alliance, uma organização que integra as agências de inteligência dos países membros, com a NSA dos EUA tendo conexão direta com a ASD da Austrália.

- ⁠Por meio da Five Eyes Alliance, EUA e Austrália compartilham dados sigilosos de inteligência, juntamente com Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia. Neste contexto, o anúncio de suspensão de serviços diplomáticos quase simultâneo das embaixadas dos EUA e Austrália no Brasil, ambos justificados por "ameaças à segurança", justamente no período pré-eleitoral, se configura como uma ação coordenada entre os dois países.

- ⁠Este cenário pode indicar duas coisas: a possibilidade real de que atentados ou distúrbios possam ocorrer no período eleitoral, com os serviços de inteligência dos EUA e Austrália se preparando para este cenário com antecedência, ou uma operação de false flag em curso, com este anúncio atuando para gerar tensão psicológica no Brasil (psyops), o que seria o caso de uma guerra híbrida do Ocidente contra o Brasil, visando manipular as eleições de 2026.

- ⁠Cabe ressaltar que EUA e Austrália estão diretamente interessados nas terras raras brasileiras, com a empresa estadunidense USA Rare Earth adquirindo a brasileira Serra Verde, assumindo a mineração de terras raras em Goiás, enquanto a Austrália explora minerais críticos na Bahia por meio da empresa Brazilian Rare Earths. Com este interesse, ambos os países seriam beneficiados por políticas neoliberais que liberem completamente a exploração desenfreada desses minerais no Brasil, ou seja, as propostas de Flávio Bolsonaro vão de encontro com os interesses dos EUA e Austrália neste contexto.”

(*) Daniel é formado em Relações Internacionais pela UFF e tem Mestrado

FONTES: https://x.com/AnaliseGeopol/status/2106013397552664812 - https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/emissao-vistos-embaixada-eua-brasil/ E https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/10/02/eua-suspendem-atendimento-na-embaixada-e-em-consulados-no-brasil-por-questoes-de-seguranca.ghtml

 

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

ABSTENÇÕES E INDECISOS TORNAR O RESULTADO IMPREVISÍVEL ELEIÇÕES DE 22 E 26, DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS

 

                                            Por THEODIANO BASTOS

Estamos a 3 dias das eleições, último de propaganda eleitoral e Lula decide não participar do debate n Globo

Voto útil, engajamento e abstenção: o que ainda pode mudar eleição. Especialistas apontam no O Grande Debate Eleições que comparecimento às urnas e migração de eleitores de outros candidatos serão decisivos

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28/9) mostra que Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão empatados no cenário de 2º turno, ambos com 42% das intenções de voto.

A pesquisa Genial/Quaest divulgada em 28 de setembro de 2022, quatro dias antes da votação, mostrava Lula com 46% das intenções de voto, contra 33% de Bolsonaro. E ESSA diferença derreteu

Diferença de 2 milhões de votos: as eleições presidenciais mais apertadas da história. Lula tinha 50,88% dos votos válidos, contra 49,12% para Bolsonaro.

Como Lula e Bolsonaro estavam nas pesquisas na última semana antes da eleição de 2022

Pesquisas davam vantagem de dois dígitos a Lula e alimentavam hipótese de vitória no primeiro turno, mas Bolsonaro terminou a votação bem acima do projetado

Nos levantamentos divulgados nos dias anteriores, a vantagem atribuída ao petista era significativamente maior.

Na última semana antes do primeiro turno de 2022, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecia com vantagem confortável sobre Jair Bolsonaro (PL) nas principais pesquisas nacionais. O cenário chegou a sustentar a possibilidade de uma vitória do petista já na primeira votação. A urna, no entanto, mostrou uma diferença bem menor.

Lula terminou o primeiro turno com 48,43% dos votos válidos, enquanto Bolsonaro alcançou 43,20%. A distância final foi de 5,23 pontos percentuais e chegou a se pensar que venceria já no primeiro turno.

FONTES: https://www.infomoney.com.br/politica/como-lula-e-bolsonaro-estavam-nas-pesquisas-na-ultima-semana-antes-da-eleicao-de-2022/ - https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/guia/e-possivel-eleicao-presidencial-terminar-no-dia-4-entenda-quantos-votos-um-candidato-precisa-para-ganhar-no-1o-turno.ghtml - E https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/voto-util-engajamento-e-abstencao-o-que-ainda-pode-mudar-eleicao/ 

 

terça-feira, 29 de setembro de 2026

83,9 MILHÕES, 51% DA POPULAÇÃO, ESTÃO INADIMPLENTES

 

“NÃO SOBRA DINHEIRO” - Com loja de roupas no bairro paulistano da Lapa, Elaine Santos há um ano tenta renegociar uma dívida de 30 000 reais no cartão de crédito, mas esbarra nas condições do banco. “Não sobra dinheiro no fim do mês”, diz. Negativada, ela usa o crédito de um amigo para tocar seu comércio.

“NÃO SOBRA DINHEIRO” - Com loja de roupas no bairro paulistano da Lapa, Elaine Santos há um ano tenta renegociar uma dívida de 30 000 reais no cartão de crédito, mas esbarra nas condições do banco. “Não sobra dinheiro no fim do mês”, diz. Negativada, ela usa o crédito de um amigo para tocar seu comércio. 

Por THEODIANO BASTOS

O Brasil registra cerca de 83,9 milhões de inadimplentes, alcançando um recorde histórico que atinge 51% da população adulta, (dados de agosto de 2026 da Serasa).

O ‘efeito bola de neve’ provocado pelo recorde histórico de inadimplência no Brasil

Dívidas crescem mais que a renda, dificultando a queda dos juros  

  • Os dados do principal indicador de inadimplência no país apontam uma desaceleração no crescimento de inadimplentes em agosto. Com 83,9 milhões de negativados, o mês se tornou o com maior número de inadimplentes em toda a série histórica, após 20 meses consecutivos de alta.
  • Os brasileiros com idades entre 41 e 60 anos representam a maior fatia da população com nome restrito, com 35,8%, seguido da faixa etária entre 26 e 40 anos (33,2%), faixas etárias acima de 60 anos (20,1%) e os jovens entre 18 e 25 anos (11%).
  • Durante o mês de agosto, o valor médio de cada acordo realizado na plataforma de renegociação de dívidas foi de R$741. No total, foram somados mais de R$ 11,8 bilhões de descontos concedidos no mês.
  • Outras 738 milhões de ofertas ainda estão disponíveis para negociação no Serasa Limpa Nome. Ao todo, são mais de R$1,1 trilhão em ofertas disponíveis.

SAIBA MAIS EM: https://www.serasa.com.br/limpa-nome-online/blog/mapa-da-inadimplencia-e-renogociacao-de-dividas-no-brasil/ - https://veja.abril.com.br/economia/o-efeito-bola-de-neve-provocado-pelo-recorde-historico-de-inadimplencia-no-brasil/

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

TRUMP ISOLA O BRASIL NO ESCUDO DAS AMÉRICAS

 

                                       Por THEODIANO BASTOS

A abertura da Assembleia-Geral da ONU, nesta terça-feira, 22, expôs duas visões divergentes sobre como enfrentar o crime organizado nas Américas.

O presidente americano Donald Trump disse ter colocado as forças dos Estados Unidos em ação contra cartéis, comparou essas organizações ao grupo terrorista Estado Islâmico e prometeu empregar, se necessário, o “poderio militar sem igual” no Hemisfério Ocidental. 

No mesmo dia, Trump reuniu-se com os líderes de catorze países que compõem o Escudo das Américas, uma aliança de governos conservadores do continente. Além dos Estados Unidos, a aliança inclui Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Trinidad e Tobago — o Brasil não faz parte do grupo. Combate a cartéis no continente foi um dos temas da fala de Trump na Assembleia Geral da ONU.

Os membros da coalizão Escudo das Américas assinaram na última terça-feira (22) um acordo para designar formalmente as facções narcotraficantes como "ameaças compartilhadas" e torná-las alvos de sanções. As facções brasileiras PCC e CV estão entre os 24 grupos citados como alvos da proposta.

O grupo é formado por governos ideologicamente alinhados ao governo do republicano e inclui vizinhos do Brasil como Argentina, Bolívia e Peru.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente do Brasil, não foi convidado para a reunião de formação da entidade. Também ficaram de fora representantes da esquerda como Claudia Sheinbaum, do México, Gustavo Petro, da Colômbia, e Delcy Rodríguez, da Venezuela — a Colômbia entrou no bloco posteriormente, com a posse de Abelardo de la Espriella.

"Reconhecendo que uma ameaça imediata e universalmente compartilhada em nosso hemisfério é aquela representada por organizações narcoterroristas transnacionais — as quais põem em risco a paz e a segurança do hemisfério, bem como a segurança e a prosperidade de nossos cidadãos —, anunciamos hoje a primeira ação conjunta no âmbito de nossos pilares recém-anunciados: ação individual e coletiva para enfrentar o flagelo do narcoterrorismo", diz o documento assinado pelos membros da Aliança e divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA.

SAIBA MAIS EM: https://veja.abril.com.br/coluna/diogo-schelp/escudo-das-americas-a-patrulha-canina-de-trump-isola-brasil/ - https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/09/23/escudo-das-americas-quem-sao-os-membros-de-alianca-do-governo-trump-que-anunciou-sancoes-contra-faccoes-brasileiras.ghtml

sábado, 19 de setembro de 2026

O PERISCÓPIO, 1.003.017 VISUALIZAÇÕES ATÉ 2.10.26

 

O Periscópio

PAÍSES QUE MAIS VISUALIZAM:

Estados Unidos
3,9 mil
Países Baixos
1,06 mil
Alemanha
1,01 mil
Brasil
529
Singapura
352
Hong Kong
291
Indonésia
209
Japão 
208

Vietnã 186