terça-feira, 6 de outubro de 2026

SENADO TERÁ 54 VOTOS FAVORÁVEIS A IMPECHMENT NO STF EM 2027

 

Flávio Dino e Alexandre de Moraes

Por THEODIANO BASTOS

O que o STF temia, aconteceu, o Senado agora tem 54 Senadores que podem aprovar o Impeachements de ministros

Chefe da campanha de Flávio: PL 'não será omisso' sobre impeachment de ministros do STF

Rogério Marinho disse ao presidente do STF, Edson Fachin, porém, que o PL não tem 'espírito de vendetta'

Diz estudo Levantamento do Ranking dos Políticos considera declarações de senadores atuais e dos eleitos em 4 de outubro.


O PL rejeita o que considerou sinais emitidos pela ala governista do Supremo Tribunal Federal sobre um eventual acordão político e deverá levar adiante, em 2027, processo de impeachment de Alexandre de Moraes e também de Flávio Dino, a depender da forma como ele reagirá a uma eventual derrota de Lula.

Ao longo desta segunda-feira, o entorno do candidato Flávio Bolsonaro entendeu que houve alguns acenos por parte desse grupo do STF, sinalizando a possibilidade de um acordo que envolva poupar ministros do STF em troca, por exemplo, da revisão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e do aceite pela Corte da anistia aos condenados pelo 8 de janeiro.

A defesa do ex-presidente protocolou um novo pedido de revisão criminal, e o relator, Kassio Nunes Marques, sinalizou que pretende pautar o processo após o segundo turno.

Mas o gesto considerado inicial nesse sentido de estabelecer pontes foi a mensagem divulgada pelo ex-presidente Michel Temer, manifestando apoio a Flávio Bolsonaro antes mesmo que os demais partidos e candidatos à Presidência derrotados o fizessem. Temer é o responsável pela indicação de Moraes ao STF em 2017 e é o elo político entre Moraes e a família Bolsonaro.

O PL, porém, rejeita qualquer acordo e diálogo com Moraes. Há uma preferência no partido de que o assunto "Moraes" seja resolvido pelo próprio STF — uma abertura de investigação contra ele por sua relação com Daniel Vorcaro e consequente afastamento enquanto durarem as investigações.

Mas há também a leitura de que o perfil combativo de Moraes deverá ser mantido, e restará ao PL abrir impeachment no Senado em 2027. Nas contas do partido, já há garantidos 49 votos pelo impeachment de Moraes, e faltariam apenas mais cinco para compor o número mínimo necessário de 54 votos.

A legenda também mira o impeachment de Flávio Dino, a depender da forma como ele deverá atuar se confirmada nas urnas a vitória de Flávio Bolsonaro.

O entendimento é de que, se ele resolver avançar em investigações como a interferência estrangeira nas eleições brasileiras como pretexto para questionar o resultado eleitoral ou se mantiver investigações sigilosas sobre eventuais irregularidades na utilização de emendas parlamentares, também entrará no foco.

FONTES: https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/caio-junqueira/politica/pl-rejeita-acordao-e-defende-impeachment-de-moraes-e-dino/ - Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/poder-eleicoes-2026/senado-tera-54-votos-favoraveis-a-impeachment-no-stf-em-2027-diz-estudo/)
 

CLÃ BOLSONARO ELEGE QUATRO MEMBROS E FLÁVIO ESTÁ NO SEGUNDO TURNO PARA PRESIDENTE

 


                                        Por THEODIANO BASTOS

Não se conhece na história do Brasil nada parecido com um clã elegendo tantos membros como Jair Bolsonaro conseguiu.

A família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou as eleições deste domingo (4/10) com quatro eleitos, dois suplentes, além do senador Flávio Bolsonaro no segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto.

Fora das urnas, inelegível e cumprindo pena por tentativa de golpe de Estado, o ex-chefe do Planalto viu filhos, mulher, ex-mulher, irmão e cunhados disputarem cargos pelo país. O clã apareceu na corrida pela Presidência e nas eleições para Senado, Câmara dos Deputados e Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O clã elegeu quatro nomes na Câmara e no Senado. Dois ficaram como suplentes. Flávio Bolsonaro avançou ao segundo turno da corrida ao Planalto

Eduardo, o terceiro filho, 42, não concorreu após ter se autoexilado nos Estados Unidos em 2025, quando era deputado.

Prestes a eleger O Flávio como Presidente, elegeu Michelle Senadora pelo Distrito Federal, Carlos era vereador no Rio, mudou o domicílio eleitora e se elegeu Senador por Santa Catarina, Jair Renan, com apenas 28 anos, é eleito Deputado Federal pelo mesmo Estado e irmão Renato Deputado Federal por São Paulo.
O posto mais alto ficou a cargo do filho primogênito. Escolhido pelo pai para representar o PL na disputa pelo Palácio do Planalto, o senador Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% 56.104.503 votos e enfrentará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 25 de outubro.

Discurso de Lula após 1º turno teve gosto de limonada sem açúcar diz um comentarista

FONTES: https://www.metropoles.com/brasil/filhos-mulher-e-parentes-como-foi-a-eleicao-da-familia-bolsonaro E https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2026/10/04/familia-bolsonaro-se-impoe-no-1-turno-e-conquista-quatro-cadeiras-no-congresso.htm

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

CLIMA DE VELÓRIO NO FIM DA ERA DO PT

 


                               Por THEODIANO BASTOS

Lula confessa frustração no 1º turno: 'Estava convencido de que ia ganhar no primeiro turno'

Luiz Inácio Lula da Silva, que vai disputar o 2º turno com Flávio Bolsonaro, se pronunciou após o resultado da votação de domingo.

A disputa pelo Palácio do Planalto afunilou após a apuração avançada das urnas colocar Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro na liderança, deixando para trás concorrentes como Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Edmilson Dias, Hertz Dias, Samara Martins, Wilson Grassi, Clariana Barão e Rui Costa Pimenta.

Lula se surpreende com resultado

Diante disso, os bastidores políticos foram movimentados pela reação do atual presidente ao término da primeira etapa da contagem. "O resultado muitas vezes é inesperado, a gente nunca consegue tudo aquilo que a gente queria. Confesso que estava convencido de que ia ganhar as eleições em primeiro turno", pontuou Luiz Inácio Lula da Silva.

Além disso, a estratégia para o próximo ciclo eleitoral envolve convencer os mais de 33 milhões de eleitores que optaram pela abstenção. Sendo assim, o candidato detalhou os pilares que guiarão sua campanha nas próximas semanas.

O principal desafio para Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026 é manter o nível de mobilização da base e atrair o eleitorado de centro, enquanto lida com a alta rejeição e a pressão nos debates diretos contra o presidente Lula.

Principais Desafios para Flávio:

Alta Rejeição: Cientistas políticos apontam que o índice elevado de rejeição a Flávio é um dos maiores obstáculos para ampliar votos na nova etapa da disputa.

Pesquisa: o maior obstáculo para Flávio no segundo turno, segundo cientista político

Levantamento confirma a força da polarização, mas aponta que a elevada rejeição do senador pode dificultar sua vitória em uma disputa final.  

FONTE: https://veja.abril.com.br/politica/pesquisa-o-maior-obstaculo-para-flavio-no-segundo-turno-segundo-cientista-politico/  

 -  https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/04/lula-fala-em-resultado-inesperado-ao-se-pronunciar-apos-primeiro-turno-da-eleicao.ghtml

domingo, 4 de outubro de 2026

FLÁVIO 56.104.503 E LULA 53.879.538 VOTOS SEGUNDO TURNO EM 25 DE OUTUBRO

 

Por THEODIANO BASTOS

Como era esperado, a eleição para presidente foi para o segundo turno, mas com Flávio Bolsonaro à frente.

Segundo Turno Confirmado: A votação de 4 de outubro de 2026 levou a disputa presidencial para o dia 25 de outubro de 2026, visto que nenhum dos candidatos atingiu mais de 50% dos votos válidos.

Vantagem de Flávio Bolsonaro: O senador figurou com vantagem na reta final da apuração, impulsionado por um movimento forte de voto útil da direita que esvaziou candidaturas alternativas.

Desempenho de Lula: O presidente em exercício busca seu quarto mandato, mas enfrentou desgaste na avaliação do governo e forte polarização nos grandes colégios eleitorais do Centro-Sul e Sudeste.

Próximos Passos

Busca por Apoios: As coordenações de campanha de ambos os candidatos concentram agora os esforços em atrair os partidos do Centrão e os eleitores de nomes derrotados no primeiro turno.

FONTES: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/10/flavio-bolsonaro-e-lula-estao-no-2o-turno-projeta-datafolha.shtml E https://veja.abril.com.br/brasil/ao-vivo-acompanhe-a-apuracao-do-primeiro-turno-das-eleicoes-de-2026/

 

 

 


sábado, 3 de outubro de 2026

Há algo profundamente errado quando a política, em vez de aproximar pessoas em torno de ideias, passa a ensinar pessoas a se odiarem.

 Por THEODIANO BASTOS

 O debate deu lugar à agressão. A divergência virou inimizade. E, de maneira cínica e desleal, alimentou-se a ideia de que quem pensa diferente não é apenas um adversário, é alguém que precisa ser combatido.

O resultado está dentro das nossas casas. Famílias divididas. Amizades desfeitas. Relações de uma vida destruídas por discussões que, muitas vezes, nem sequer mudam a realidade do país.

Nenhum projeto de poder merece esse preço.

Podemos discordar profundamente e continuar nos respeitando. Podemos defender nossas convicções sem perder a humanidade.

Porque governos passam. Eleições passam. O poder passa.

Mas algumas palavras deixam feridas que permanecem.

Que a política nunca seja maior do que os nossos afetos. E que nenhuma diferença de opinião nos faça esquecer que, antes de adversários de ideias, somos seres humanos.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

O texto apresentado é uma reflexão contemporânea amplamente compartilhada de forma anônima ou atribuída a manifestos e discursos coletivos sobre os impactos da polarização política nas relações familiares e sociais.]

Até o momento, não existe o registro de um único autor célebre (como um escritor, filósofo ou político clássico) associado à criação dessas linhas exatas. O trecho sintetiza um sentimento coletivo de esgotamento social diante do antagonismo ideológico atual.

Embora o texto em si não possua uma autoria registrada, a mensagem central — de que os laços humanos e os afetos devem prevalecer sobre as disputas de poder — ecoa os conceitos da "polarização afetiva", estudada amplamente por cientistas políticos, psicólogos sociais e filósofos contemporâneos.

 

GLOBO CANCELA DEBATE APÓS “SUCESSIVAS DECISÕES JUDICIAIS, INSEGURANÇA JURÍDICA E INTERFERÊNCIA INDEVIDA

 

Juristas e entidades da imprensa criticam decisões da Justiça que provocaram cancelamento do debate da Globo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

                        Por THEODIANO BASTOS

Juristas e entidades da imprensa criticam decisões da Justiça que provocaram cancelamento do debate da Globo

O cancelamento tirou de milhões de brasileiros a oportunidade de comparar as propostas dos candidatos e de ouvir a discussão de ideias entre eles.

Alas do STF e TSE escancaram decisões pró-Lula

O analista de Política da CNN Caio Junqueira aponta, no CNN Prime Time, que atuação de ministros do STF e TSE beneficia reeleição de Lula em reta final da campanha.

O PT aceitou a regra. Lula faltou. O PT recorreu. Estela Aranha decidiu. Vieram novas decisões, e a Globo falou em “sucessivas decisões judiciais”, “insegurança jurídica” e “interferência indevida”.

Analistas políticos, jornalistas e comentaristas têm apontado e criticado recentes decisões de alas do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, segundo avaliações da imprensa, acabam por beneficiar ou proteger a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reta final das eleições de 2026.

Ministra declarou que votou em Lula em 22 e não se declarou suspeita para dar uma decisão monocrática

"Essa reta final da campanha presidencial escancarou o apoio dessas alas dentro do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral a favor, principalmente, da reeleição do presidente Lula", pontuou Junqueira.

Repercussão na Mídia: Críticos e jornalistas manifestaram preocupação de que cortes de Justiça estejam ultrapassando o limite de árbitros do pleito para assumirem posições que influenciam diretamente o cenário da disputa presidencial.

Principais Críticas e Análises

  • Decisão sobre Debates: A ministra do TSE Estela Aranha autorizou que a cadeira de um candidato ausente não fizesse parte do cenário com placa identificadora em debates, o que ocorreu após o PT acionar a Justiça Eleitoral para suspender uma regra antes assinada pelo próprio partido. Críticos viram a medida como uma forma de resguardar o candidato ausente de maiores exposições.
  • Atuação de Magistrados: Comentaristas de veículos como CNN Brasil e do jornal O Estado de S. Paulo apontaram que decisões monocráticas e posicionamentos de ministros — citando nomes como Flávio Dino — aproximam a atuação de integrantes da Corte da dinâmica político-eleitoral, gerando debates sobre o papel de neutralidade dos tribunais superiores.
  • Em outubro de 2026, a ministra Estela Aranha atendeu a um pedido da campanha do PT e proibiu a TV Globo de exibir o púlpito vazio com o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia decidido não comparecer ao debate presidencial da emissora.
  • Argumentação: A magistrada entendeu que filmar o local destinado ao candidato ausente geraria um desequilíbrio na disputa eleitoral e daria um "espaço autônomo para referências a candidato ausente" sem o devido debate. Ela também proibiu que os outros candidatos fizessem perguntas direcionadas a ele.

FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/analise-alas-do-stf-e-tse-escancaram-decisoes-pro-lula/ E https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/10/02/juristas-e-entidades-da-imprensa-criticam-decisoes-da-justica-que-provocaram-cancelamento-do-debate-da-globo.ghtml

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

A suspensão das atividades diplomáticas presenciais dos EUA e Austrália no Brasil não é coincidência.

 


                      Por DANIEL PORCEL BASTOS (*)

Chama atenção para o conteúdo de uma conta de Twitter chamada Análise Geopolítica

Os Estados Unidos fecharam temporariamente a sua embaixada e os consulados no Brasil devido a questões de segurança, sem detalhar ameaças específicas ou prever uma data de reabertura.

O que se sabe sobre o fechamento

  • Motivo oficial: A Missão dos EUA e o Departamento de Estado alegaram apenas "questões de segurança" e prioridade à proteção de cidadãos americanos, em coordenação com autoridades locais.
  • Contexto: A suspensão ocorreu a dois dias das eleições presidenciais no Brasil, período em que a Embaixada da Austrália também adotou a mesma medida de fechamento preventivo.
  • Serviços afetados: Todos os atendimentos presenciais e a emissão de vistos foram paralisados na embaixada em Brasília e nos consulados (como em São Paulo e Rio de Janeiro).

“Ambos os países são integrantes da Five Eyes Alliance, uma organização que integra as agências de inteligência dos países membros, com a NSA dos EUA tendo conexão direta com a ASD da Austrália.

- ⁠Por meio da Five Eyes Alliance, EUA e Austrália compartilham dados sigilosos de inteligência, juntamente com Reino Unido, Canadá e Nova Zelândia. Neste contexto, o anúncio de suspensão de serviços diplomáticos quase simultâneo das embaixadas dos EUA e Austrália no Brasil, ambos justificados por "ameaças à segurança", justamente no período pré-eleitoral, se configura como uma ação coordenada entre os dois países.

- ⁠Este cenário pode indicar duas coisas: a possibilidade real de que atentados ou distúrbios possam ocorrer no período eleitoral, com os serviços de inteligência dos EUA e Austrália se preparando para este cenário com antecedência, ou uma operação de false flag em curso, com este anúncio atuando para gerar tensão psicológica no Brasil (psyops), o que seria o caso de uma guerra híbrida do Ocidente contra o Brasil, visando manipular as eleições de 2026.

- ⁠Cabe ressaltar que EUA e Austrália estão diretamente interessados nas terras raras brasileiras, com a empresa estadunidense USA Rare Earth adquirindo a brasileira Serra Verde, assumindo a mineração de terras raras em Goiás, enquanto a Austrália explora minerais críticos na Bahia por meio da empresa Brazilian Rare Earths. Com este interesse, ambos os países seriam beneficiados por políticas neoliberais que liberem completamente a exploração desenfreada desses minerais no Brasil, ou seja, as propostas de Flávio Bolsonaro vão de encontro com os interesses dos EUA e Austrália neste contexto.”

(*) Daniel é formado em Relações Internacionais pela UFF e tem Mestrado

FONTES: https://x.com/AnaliseGeopol/status/2106013397552664812 - https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/emissao-vistos-embaixada-eua-brasil/ E https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/10/02/eua-suspendem-atendimento-na-embaixada-e-em-consulados-no-brasil-por-questoes-de-seguranca.ghtml