sábado, 19 de setembro de 2026

O PERISCÓPIO, QUASE UM MILHÃO, 976.644 VISUALIZAÇÕES ATÉ 8.9.26

 

O Periscópio

PAÍSES QUE MAIS VISUALZAM:

Estados Unidos

4,47 mil

Singapura

1,41 mil

Alemanha

860

Hong Kong

666

Japão

565

Países Baixos

471

Bangladesh

350

Brasil

306

Reino Unido

277

França

229

Indonésia

191

Espanha

173

Turquia

171

Filipinas

167

Índia

142

Canadá

138

Vietnã

111

Itália

96

Argentina

91

 

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

O STF É UM NINHO DE SERPENTES E MORAES É O PIVÔ DA CRISE

 

                                   Por THEODIANO BASTOS

Fachin: Não aponte seu dedo pra mim.

A ministra Cármen Lúcia disse se sentir “triste” e “envergonhada” com a crise do Supremo Tribunal Federal (STF).

Crise coloca de vez o STF no período mais conturbado de sua história

Agressões, ameaças, interesses políticos e manobras para não investigar um de seus membros transformam o caso no assunto principal do período eleitoral 

IMPASSE - Sessão do STF: em meio a um clima bélico, a Corte decidiu não decidir

A sessão plenária de 15/9, foi convocada para decidir se o Supremo Tribunal Federal autorizaria uma investigação sobre o ministro Alexandre de Moraes.

Numa situação normal, os ministros analisariam os fundamentos jurídicos do pedido com sobriedade, verificariam a consistência das suspeitas com base no que diz a lei, ouviriam os argumentos da Procuradoria. O protocolo, porém, foi completamente ignorado. O formalismo e a contenção que as togas exigem foram atropelados por bate-bocas, ameaças explícitas, ameaças implícitas, trocas de acusações e momentos trocas de acusações e momentos que beiraram a vulgaridade. Também emergiram inferências e certezas de que o tribunal se deixou contaminar pela disputa eleitoral e encontra-se permeado por interesses políticos. Resultado: depois de quase oito horas de tensos embates, a sessão foi encerrada sem um veredicto.


FONTE: https://veja.abril.com.br/politica/crise-coloca-de-vez-o-stf-no-periodo-mais-conturbado-de-sua-historia/

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

15/9/26 STF VIROU ESCÂNDALO INTERNACIONAL

 

                                                Por THEODIANO BASTOS

Tendo Alexandre de Moraes como pivô, o STF (Supremo Tribunal Federal) realizou EM (15/9) uma sessão extraordinária para analisar o relatório da PF (Polícia Federal) sobre mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

"Briga feroz" e "gritos": Imprensa internacional repercute sessão do STF

O julgamento foi interrompido após um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Na primeira parte da sessão, o ministro Gilmar Mendes pediu uma questão de ordem que incluía, entre outros pontos, solicitação pela análise conjunta dos casos de Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Cármen Lúcia cita "tristeza" e critica "espetacularização"

A ministra Cármen Lúcia foi a última a votar a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, após não se manifestar durante toda sessão.

Quando obteve a palavra, a ministra disparou que estava em "estado de profunda tristeza" pelo objeto de investigação no plenário e pela forma como tem sido conduzido o debate.

"Eu estou triste. Não apenas pelo tema que nos traz aqui, que teria sido aquele a ser decidido, mas porque o Supremo Tribunal Federal, guarda da Constituição por determinação nela expressa, provocou, acho, um mal-estar cívico em todas as cidadãs e cidadãos brasileiros nesses últimos dias", disse a ministra.

"Eu peço desculpas ao povo brasileiro. Eu queria ter sido melhor em poder ter ajudado a acalmar as coisas, mas eu não consegui. Houve uma espetacularização desse caso e dessa sessão", prosseguiu.

Ela também afirmou que o "clamor público" não influencia seu discernimento e não teve peso em seu voto diante da petição que envolve o ministro Alexandre de Moraes.

José Casado: Juízes do Supremo estão empurrando o país para um clímax de insegurança jurídica

Nunes Marques bloqueia Gilmar Mendes no WhatsApp após desentendimento

"Briga feroz" e "gritos": Imprensa internacional repercute sessão do STF

Discussão teve início após julgamento sobre diretor-geral da PF e se intensificou com cobrança sobre citações a parentes

 

 

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/edicoes-veja/3012/ - https://www.cnnbrasil.com.br/politica/stf-julgamento-caso-moraes-veja-ao-vivo/

 


domingo, 13 de setembro de 2026

STF DEZ ESCORPIÕES NUMA GARRAFA

 


Por ÉLIO GASPARI

Plenário do STF durante julgamento que discute se Rio terá eleição direta ou indireta para governo-tampão: ministros levantaram hipótese de 'unificar' com pleito de outubro

Por ÉLIO GASPARI

O Supremo atravessou ditaduras sem maiores crises e em 2026 meteu-se na maior encalacrada de sua história. Se pudessem ser isolados os atritos produzidos por choques de egos ou surtos de onipotência, sobraria muito pouco da crise. Não há um fiapo de política pública separando Alexandre de Moraes e André Mendonça. Moraes até hoje não explicou sua relação com o então banqueiro Daniel Vorcaro e Mendonça já chamou Jair Bolsonaro (que o indicou para o STF) de “profeta”.

Para se ter uma ideia do ritual monárquico que enfeita o cotidiano das excelências, os ministros são servidos por funcionários denominados “capinhas” que têm, entre outras funções, a de puxar a cadeira para que eles sentem ou levantem. (Um ministro explicou que esse serviço é necessário porque a toga enrosca nas rodinhas da cadeira. Vá lá.)

Indo-se ao histórico dos quatro personagens da crise — Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e André Mendonça — vê-se que Toffoli e Moraes entraram no processo do banco Master preocupados em apagar as luzes da sala. Toffoli sabia que a turma do Master havia comprado parte do resort Tayayá Aquaparque. Destemido, aceitou a relatoria do caso, colocou-o sob sigilo e blindou-o. Deu no que deu.

Moraes sabia o tamanho do ervanário recebido do Master pelo escritório de sua mulher. Ainda assim, permitia que Vorcaro lhe pedisse conselhos. Novamente, deu no que deu.

Os ministros tinham motivos para suspeitar que seus desassombros custariam caro às suas biografias e tisnariam a imagem do tribunal. Nenhum deles precisava se expor. Expuseram-se porque julgaram-se invulneráveis. Enganaram-se e levaram seus colegas junto.

Cármen Lúcia cantou a pedra

Se os ministros do Supremo tivessem juízo, eles teriam ouvido a ministra Cármen Lúcia na sessão do dia 12 de fevereiro, quando ela disse:

“Todo taxista que eu pego fala mal do Supremo. A população está contra o Supremo”.

Não eram só os taxistas. Diante de revelações da Polícia Federal em torno da venda de parte do Tayayá, o STF deu-se ao ridículo. Solidarizou-se com Toffoli, condenou as revelações e, discretamente, sugeriu que deixasse a relatoria, o que ele fez. Em uma fala que deverá entrar para a história do Supremo, Dino disse do documento da ligação da Polícia Federal dos familiares de Toffoli com o resort Tayayá:

“Essas 200 páginas (de relatório da PF), para mim, são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico.”

As camas do Master

Foram expostas à exaustão as festas e farofas de Daniel Vorcaro. No meio desses agapes, degustavam-se uísques e charutos. Só?

Mensagens já conhecidas apontam para a existência de uma traficância de favores sexuais semelhante, em ponto menor ao do americano Jeffrey Epstein. Vorcaro era servido pelo promotor de eventos Diogo Batista, conhecido como “o conciérge dos VIPs”.

Em 2022, num passeio pela França, o banqueiro gastou R$ 11,2 milhões. Meses depois, o banqueiro patrocinou uma festa indígena na praia de Trancoso, enfeitada por convidadas estrangeiras, inclusive russas e ucranianas. No ano seguinte o Master foi um dos patrocinadores da equipe de Fórmula 1 da Aston Martin e da sua festa para 190 convidados e consumo de 180 garrafas de bebidas. Novamente, foram trazidas convidadas do Leste Europeu.

Em 2024, Vorcaro desentendeu-se com Diogo Batista e foi parcialmente substituído por Karolina Trainotti.

Vorcaro também foi assessorado por Stheve Lopes, sócio de Batista. As repórteres Joana Cunha e Julia Mouras mostraram que ele recrutava convidadas e submetia fotografias a Vorcaro que as avaliava nas categorias “wow”, “loirinha top” ou “+ -”.

Em junho de 2004, Lopes ajudou Vorcaro com eventos simultâneos à 12ª edição do Fórum Jurídico de Lisboa, conhecido como Gilmarpalooza. O roteiro que Vorcaro bancou em Portugal ficou em US$ 1,6 milhão.

Em agosto de 2025 Vorcaro e sua ex-noiva, Martha Graeff, trataram das festas, e ela reclamou que Vorcaro mantinha contato na rede social com mulheres que ela considerava “putas”.

“Fazia parte do meu ‘business’. Nunca te escondi o que fiz, e por que fiz. Fiz festa com 300 desse tipo”, respondeu o ex-banqueiro nas mensagens extraídas de seu celular pela PF.

Falta saber qual era o “business” dos convidados de Vorcaro.

 FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/eliogaspari/2026/09/na-crise-do-stf-sao-dez-escorpioes-numa-garrafa.shtml


A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE EXTINGUIR A HUMANIDADE?

 

                                           Por THEODIANO BASTOS

Sim, existe um risco debatido por especialistas de que a inteligência artificial avançada possa representar uma ameaça existencial à humanidade, embora a probabilidade e a forma como isso poderia ocorrer sejam motivo de intensa controvérsia.

Existe mais de 10% de chance de a IA exterminar a humanidade? Especialistas respondem

CONTRADITÓRIO


O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, radicado nos EUA, criticou os recentes alertas de pesquisadores ligados à Anthropic sobre o risco de a inteligência artificial provocar a extinção humana.

Nicolelis vem se destacando no cenário nacional como um crítico ao hype da IA. Nos vídeos acima, ele comentou com profundidade algumas incoerências sobre as declarações de Jacob Coxon.

Analistas compartilham suas opiniões sobre as declarações da Anthropic e apontam os verdadeiros desafios que a IA enfrenta atualmente

Essa afirmação vem de uma polêmica recente envolvendo Evan Hubinger, líder da equipe de Alignment Science (ciência de alinhamento) da empresa de inteligência artificial Anthropic. Ele declarou em suas redes sociais que sua estimativa pessoal para a chance de a inteligência artificial causar a extinção da humanidade na próxima década é superior a 10%.

O debate ganhou força após o pedido de demissão de outro pesquisador, Jacob Coxon, que acusou as grandes empresas de tecnologia de "apostar com as nossas vidas" ao acelerar demais o desenvolvimento de sistemas autônomos.

Para entender o que está acontecendo, vale a pena dividir os fatos e as diferentes visões sobre esse tema:

Por que os pesquisadores estão preocupados?

  • Falta de controle (Alinhamento): O principal medo é que a IA alcance uma superinteligência e comece a aprimorar seu próprio código de forma autônoma e recursiva, sem que os humanos tenham um plano viável para contê-la ou garantir que ela siga nossos valores.
  • Riscos imediatos: Pesquisadores apontam que, antes mesmo de uma IA se "revoltar", sistemas avançados mal utilizados poderiam criar vírus biológicos poderosos, orquestrar ciberataques contra infraestruturas críticas (energia, água, comunicação) ou gerar campanhas massivas de desinformação para iniciar conflitos.

O outro lado: Críticas e Contexto Econômico

Nem todos os especialistas concordam com o tom apocalíptico de 10%. Outros cientistas e analistas de mercado sugerem olhar a situação com cautela:

  • Marketing do medo: A declaração de Hubinger ocorre justamente no momento em que a Anthropic se prepara para uma gigantesca abertura de capital na bolsa de valores (IPO). Críticos e neurocientistas argumentam que criar narrativas sobre uma "superinteligência de ficção científica" atrai atenção, investimentos massivos e constrói a percepção de que essas ferramentas são mais poderosas do que realmente são.
  • Riscos reais vs. Riscos futuros: Muitos especialistas de mercado apontam em entrevistas a veículos como o Jornal O Globo que focar em um apocalipse daqui a dez anos desvia a atenção dos problemas reais e atuais. Entre eles, as fraudes financeiras, a perda de empregos, a soberania tecnológica e o "sedentarismo cognitivo" (quando as pessoas deixam de pensar por si mesmas e delegam tudo à máquina).

Em resumo, os 10% não são um cálculo científico exato, mas sim uma opinião pessoal e alarmante de um especialista de dentro da indústria que reacendeu a pressão global por mais leis, auditorias e regulamentações no avanço das inteligências artificiais.

SAIBA MAIS EM: https://www.google.com/search?q=EXISTE+A+POSSIBILIADE+DE+A+IA+EXTINGUIR+A+HUMAANIDADE%3F&oq=EXISTE+A+POSSIBILIADE+DE+A+IA+EXTINGUIR+A+HUMAANIDADE%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIJCAEQIRgKGKABMgkIAhAhGAoYoAHSAQkzMzg4NmowajeoAgCwAgA&sourceid=chrome&source=chrome.ob&ie=UTF-8 - https://oglobo.globo.com/google/amp/economia/tecnologia/noticia/2026/09/13/existe-mais-de-10percent-de-chance-de-a-ia-exterminar-a-humanidade-especialistas-respondem.ghtml

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Fachin coloca ‘ordem na casa’ após intervir em decisões no STF, avaliam juristas

 


                                            Por THEODIANO BASTOS

Presidente do Supremo afastou Alexandre de Moraes da relatoria do inquérito das fake news e derrubou liminares proferidas pelos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o diretor-geral da Polícia Federal.

Fachin conversa com ministros sobre Moraes e recebe pressões por sessão secreta no STF

O regimento interno do STF determina que “as sessões serão públicas, salvo quando este Regimento determinar que sejam secretas, ou assim o deliberar o Plenário ou a Turma”.

O presidente do STF, Edson Fachin, durante sessão

Análise de relatório sobre relação entre ministro e Daniel Vorcaro está marcada para próxima terça-feira

O STF na hora da verdade: investigação ‘rigorosa’ ou apenas um jogo de cena?

The Economist diz que STF se tornou uma ameaça à democracia no Brasil

Artigo repercute crise no Supremo Tribunal Federal e disputa envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça

Em artigo publicano nesta quinta-feira (10), a The Economist repercutiu a crise que atinge o STF (Supremo Tribunal Federal). A revista afirma que a corte está no centro de um escândalo de corrupção e se tornou uma ameaça à democracia, destacando a disputa que envolve os ministros Alexandre de Mores e André Mendonça.

A revista lembra que o Supremo responsabilizou Jair Bolsonaro por tentativa de golpe e condenou o ex-presidente a 27 anos de prisão, mesmo diante de ameaças constantes, inclusive do presidente americano Donald Trump.

"Agora, com a aproximação das eleições gerais de 4 de outubro, os defensores da democracia se tornaram uma ameaça. O Supremo está no centro de um escândalo de corrupção desagradável e cada vez maior. No centro dele está o ministro que supervisionou o processo contra Bolsonaro, Alexandre de Moraes", afirma a publicação.

FONTES: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/the-economist-diz-que-stf-se-tornou-uma-ameaca-a-democracia-no-brasil/ - https://www.estadao.com.br/politica/fachin-coloca-ordem-na-casa-apos-intervir-em-decisoes-no-stf-avaliam-juristas/ E https://veja.abril.com.br/brasil/fachin-conversa-com-ministros-sobre-moraes-e-recebe-pressoes-por-sessao-secreta-no-stf/

 

terça-feira, 8 de setembro de 2026

O CLIMA NO PALÁCIO DO PLANALTO É DE EXTREMA PREOCUPAÇÃO

 

 Por THEODIANO BASTOS

Lula é orientado a convocar Conselho da República e defender mandato no STF

O órgão serve para assessorar a Presidência em momentos de crise e é formado por representantes do Poder Executivo, pelos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, pelos líderes da maioria e da minoria nas duas Casas e por representantes da sociedade civil.

Auxiliares do presidente defendem reunião urgente com Fachin, abertura de investigação contra Moraes e afastamento de Mendonça das relatorias do Master e do INSS

Diante da mais recente escalada na crise institucional e dos últimos resultados nas pesquisas de opinião, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passaram a defender uma resposta mais incisiva do governo, o que incluiria a convocação do Conselho da República e a proposta de mandato para futuros ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Interlocutores diretos do petista na Esplanada dos Ministérios acham essencial uma nova conversa urgente entre Lula e o presidente da Corte, Edson Fachin, para avaliar os próximos passos e buscar uma "solução pacificadora".

Para esses auxiliares, a saída agora passa inevitavelmente pela abertura de investigações contra o ministro Alexandre de Moraes, mas também pelo afastamento de André Mendonça das relatorias dos casos Master e INSS, além do fim do inquérito das fake news.

O clima hoje no Palácio do Planalto é de extrema preocupação com o desempenho de Lula nas pesquisas e com a disputa contra o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, que apareceu numericamente à frente do petista em simulação para o segundo turno da Nexus, divulgada nesta terça-feira (8).

Na avaliação de assessores diretos do presidente, nenhum outro tema -- economia, segurança pública ou soberania nacional — será tão preponderante na reta final de campanha do que a crise em torno do STF.

Por isso, algumas pessoas com acesso ao gabinete presidencial avaliam que é preciso dar uma resposta mais firme e não se pode mais contemporizar sobre a abertura de investigações contra Moraes -- talvez não publicamente, mas transmitindo essa mensagem a Fachin, como condutor de uma solução para a crise.

Ao mesmo tempo, o Planalto entende que é inaceitável a continuidade de Mendonça como relator dos casos Master e INSS, com o argumento de que ele teria perdido a imparcialidade necessária para conduzi-los.

A campanha de Flávio tem explorado o fato de que Lula poderá indicar mais quatro ministros do STF até 2030, caso seja reeleito em outubro.

Como resposta, interlocutores do petista consideram que ele precisa defender, imediatamente, mudança constitucional para fixar mandato com duração de dez ou 15 anos para futuros integrantes da Corte.

Outra sugestão já levada ao presidente, que ainda divide opiniões no governo, é a convocação do Conselho da República como parte da resposta "institucional".

No entorno do petista, contudo, há quem pondere que a convocação extraordinária do colegiado poderia lançar mais holofotes sobre o tema e ser prejudicial à sua campanha à reeleição.

O comitê petista prega que Lula reaja "como presidente" à decisão de afastamento de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

A primeira resposta será o governo recorrer à decisão via AGU (Advocacia-Geral da União). A gestão federal vai arguir a violação de competência privativa do presidente da República ainda nesta terça-feira (8). O argumento é de que cabe somente a Lula indicar o chefe da PF.

Lula também deve pedir, com urgência, um novo encontro com o presidente do STF, Edson Fachin, para tratar do tema.

FONTES: https://www.facebook.com/groups/2307054892933263/permalink/4054285234876878/?rdid=OhMmkfOBTAlsfWE7# - https://www.cnnbrasil.com.br/politica/lula-e-orientado-a-convocar-conselho-da-republica-e-defender-mandato-no-stf/