Por
THEODIANO BASTOS
O Brasil
aderiu formalmente ao Tratado
de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) em 18 de setembro de
1998. Embora o tratado tenha sido aberto em 1968, o Brasil manteve uma postura
crítica por décadas, optando pela adesão apenas após consolidar o controle
civil sobre seu programa nuclear e assinar acordos de salvaguardas com a AIEA.
O
sequestro do ditador Nicolai Maduro e se apoderar do petróleo da Venezuela que
detém as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, com cerca de
303 bilhões de barris, concentradas principalmente na Faixa do Orinoco. Apesar
de superar a Arábia Saudita, grande parte é óleo extrapesado que exige refino
especializado.
E agora,
tendo Israel como aliado os EUA bombardeiam o Irã. O país é um grande produtor,
que controla uma importante rota de transporte marítimo de petróleo bruto e o
exporta para nações ávidas pelo produto, como a China. Além disso, o país
também possui a terceira maior reserva comprovada de petróleo do mundo, segundo
a OPEP.
Militares
pressionam Lula por quase R$ 1 trilhão em
investimentos
Lula sobre investimento em
defesa: ‘Se não nos prepararmos, qualquer dia alguém nos invade’.
“Nesse
novo mundo sem regras, todos estamos, argumentou Celso Amorim, assessor internacional de Lula,
que será tanto maior quando os recursos que detivemos, petróleo, minerais
críticos, terras raras, capacidade energética”
“Governo e Congresso repensam a
política externa com base na prioridade à defesa”
Os militares, em reunião com Lula consolida pressão
por mais recursos e traduz em números recados enviados ao Planalto no início do
mês
Sob a justificativa de segurança nacional e ameaças
externas. A pressão ocorre em meio a cortes orçamentários que geram riscos de
"modo sobrevivência", afetando a compra de equipamentos e
treinamentos.
O Brasil possui as maiores reservas de
terras raras e minerais estratégicos, cobiça das grandes potências.
A reunião
entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os chefes das Forças Armadas,
realizada no último dia 15, marcou uma mudança de patamar no debate interno
sobre defesa nacional que agora segue sob a lógica da ameaça constante dos EUA, aliado histórico dos miliares
brasileiros.
O encontro foi precedido por uma série de conversas
reservadas, ainda no início do mês, nas quais comandantes militares
transmitiram a auxiliares do governo avaliações sobre o ambiente internacional.
Participaram da reunião o comandante do Exército,
general Tomás Paiva; o comandante da Marinha, almirante Marcos Olsen; o
comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno; e o ministro da
Defesa, José Múcio. Cada comandante expôs um diagnóstico próprio junto com uma
lista de prioridades.
No meio da selva amazônica, estrategicamente
escondido dentro de uma base militar, a Força Aérea Brasileira (FAB) construiu,
no início da década de 80, um buraco para testes nucleares.
O caso do "buraco da Serra do
Cachimbo" foi um projeto secreto da ditadura militar brasileira (iniciado
por volta de 1981) para
realizar testes nucleares no sul do Pará, visando o desenvolvimento de uma
bomba atômica. Consistia em um poço de 320 metros de profundidade, revestido de
aço e concreto, construído para simular testes subterrâneos.
- Objetivo: O poço foi projetado para
testar um dispositivo nuclear, parte de um programa paralelo ao
desenvolvimento de energia nuclear, buscando colocar o Brasil no grupo de
potências atômicas.
- Localização: Situado na Base Aérea do Cachimbo, no Pará, uma área militar isolada.
O poço foi fechado por pressão dos
Estados Unidos já no governo Collor.
SAIBA MAIS EM: https://oglobo.globo.com/politica/fab-construiu-um-buraco-para-testes-nucleares-no-meio-da-amazonia-11959036
- https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/jussara-soares/politica/corte-de-gastos-deve-incluir-morte-ficta-de-militares/
- https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/a-opcao-nuclear-2/