domingo, 29 de março de 2026

MAIS DE 5 MILHÕES DE BRASILEIROS VIVIAM NO EXTERIOR EM 2025

 

                                 Por THEODIANO BASTOS

A comunidade de brasileiros no exterior continua numerosa: estimativas recentes apontam que há cerca de 5 milhões de brasileiros vivendo fora do país. Os Estados Unidos concentram a maior parcela: cerca de 1,9 milhão vivem lá, segundo dados oficiais do MRE Ministério de Relações Exteriores

"Comunidade Brasileira no Exterior"

Estados Unidos 1,9 milhões - Portugal: 513 mil - Reino Unido: 230 mil - Alemanha: 170 mil - Espanha: 161,9 mil - Itália: 159 mil -  Paraguai (254.000), Reino Unido (220.000), Japão (206.990), Espanha (165.000) – Alemanha 160 mil

A quantidade de brasileiros que mora em países da Europa cresceu 29% entre 2020 e 2023 (dados mais recentes do Itamaraty), passando de 1,3 milhão para 1,6 milhão. Portugal, que tem sido o principal destino, viu sua comunidade brasileira praticamente dobrar.

Principal destino é Portugal. Eram 276 mil brasileiros no país em 2020 e 275 mil em 2021, anos mais duros da pandemia. O número de imigrantes saltou para 360 mil em 2022 e chegou a 513 mil em 2023, última contagem divulgada. Os dados são do estudo anual

FONTES: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/03/10/numero-de-brasileiros-na-europa-cresce-quase-30-em-quatro-anos.htm

sábado, 28 de março de 2026

CPMI DO INSS ACABA EM PIZZA NÃO TEM PARECER FINAL APROVADO APÓS 7 MESES

 


                                           Por THEODIANO BASTOS

Relatório apresentado por Alfredo Gaspar foi derrotado por 19 votos a 12; presidente da CPMI não deu encaminhamento a relatório apresentado pelos governistas

CPMI do INSS rejeita relatório que pedia indiciamento de 'Lulinha' e ex-ministros de Lula e Bolsonaro

Gaspar também defendia que a Advocacia do Senado solicitasse à Justiça a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em razão de "indícios concretos" da possibilidade de fuga do filho do presidente para escapar de possíveis punições.

Com o Master na mira da comissão, o Centrão pulou para o lado do governo e ficou contra o relatório de Gaspar. Sem votos necessários para sua aprovação, a CPMI do INSS foi concluída sem um texto final aprovado.

Relatório recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Também estavam na lista: 'Careca do INSS' e Daniel Vorcaro. Colegiado chega ao fim sem ter um documento formal.

CPMI do INSS rejeitou o parecer elaborado por Alfredo Gaspar (PL-AL), o que representou uma vitória da base aliada ao governo Lula (PT). Sem um novo relator designado, o colegiado finaliza os trabalhos sem que um parecer final tenha sido aprovado.

Instalada no mês de agosto do ano passado, a CPMI funcionou por sete meses. Os trabalhos foram marcados por embates entre parlamentares governistas e de oposição. Não foi diferente a sessão realizada nessa sexta-feira (27/3).

A comissão parlamentar concluiu os trabalhos nesta semana diante da negativa do STF (Supremo Tribunal Federal) para prorrogar o prazo. Em julgamento na última quinta-feira (26), por 8 a 2, o plenário da Corte derrubou liminar do ministro André Mendonça que estendia o prazo.

Nesta sexta-feira (27), a comissão parlamentar conheceu o texto elaborado por Alfredo Gaspar. Detalhado em cerca de 4,3 mil páginas, o parecer propunha o indiciamento de mais de 200 pessoas no âmbito das investigações do esquema de descontos indevidos a aposentadorias e pensões de segurados do INSS.

Por 19 votos a 12, o parecer apresentado por Alfredo Gaspar acabou rejeitado pela maioria dos parlamentares. No comando da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG) destacou que a escolha de um nome para proferir um novo parecer é discricionária ao presidente e encerrou os trabalhos sem dar encaminhamento ao “relatório paralelo” elaborado pelos governistas.

Apelidado de “Relatório da Maioria”, o parecer elaborado pela base governista pede o indiciamento de 131 pessoas. A lista inclui o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pelo crime de organização criminosa, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos crimes de furto qualificado contra idoso; organização criminosa; e improbidade administrativa.

Já o relatório de Gaspar ultrapassava os 200 indiciamentos, entre eles Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente da República.

Trabalhos conturbados

Instalada em agosto de 2025 para investigar descontos indevidos em aposentadorias, o governo sofreu derrota inicial ao não conseguir eleger o presidente da comissão, que ficou sob comando da oposição com o senador Carlos Viana (Podemos-MG).

Durante os trabalhos, parlamentares travaram disputas com o STF, que concedeu Habeas Corpus a diversas testemunhas e investigados, permitindo silêncio ou ausência em depoimentos. Ao menos dez pessoas foram dispensadas por decisão da Corte.

Um dos momentos mais críticos ocorreu com o vazamento de dados sigilosos do empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. O ministro André Mendonça barrou o acesso da CPMI a documentos e equipamentos apreendidos, após a divulgação de mensagens íntimas do banqueiro.

SAIBA MAIS EM: https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/03/28/cpmi-do-inss-relatorio.ghtml - https://www.cnnbrasil.com.br/politica/apos-7-meses-cpmi-do-inss-termina-sem-relatorio-final-aprovado/

 

quinta-feira, 26 de março de 2026

750.037 VISUALIZAÇÕES EM 26/3//26 O PERISCÓPIO

 

O sucesso deste Blog se deve a credibilidade, usar fontes confiáveis e por abordar temas de interesse, indo direto aos fatos.

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terça-feira, 24 de março de 2026

MORAES AUTORIZA PRISÃO DOMICILIAR A BOLSONARO POR 90 DIAS COM TORNEZELEIRA

 

 

 

                Laura com o pai

                                 Por THEODIANO BASTOS  

Moraes impõe 12 regras para a prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro, assim que deixar o hospital

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), acatou nesta terça-feira (24/3) o pedido da defesa e aprovou a solicitação de prisão domiciliar temporária de 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O prazo começará a contar a partir do momento em que o ex-presidente receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde está internado desde o dia 13 de março.

Na segunda-feira (23), a PGR se manifestou favorável a transferência do ex-presidente para o regime domiciliar. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que ficou demonstrado por laudos médicos que a saúde de Bolsonaro precisa de vigilância constante, o que pode ser melhor oferecido no "ambiente familiar".

Moraes determinou as condições que devem ser seguidas por Bolsonaro durante o cumprimento da prisão domiciliar:

  • Uso de tornozeleira eletrônica com área de inclusão do monitoramento limitando-se ao endereço residencial;
  • Autorização de visitas permanentes dos filhos às quarta-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.
  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Laura Bolsonaro, e Letícia Marianna Firmo da Silva, enteada do ex-presidente, não precisarão de autorização já que residem na mesma casa em que o ex-presidente;
  • Autorização de visitas permanentes de seus advogados todos os dias de semana, inclusive aos finais de semana e feriados, iniciando-se às 8h20min até as 18h, sempre por 30 (trinta)
    minutos, mediante agendamento prévio;
  • Autorização de visita permanamente da equipe médica previamente designada pelo atendimento ao ex-presidente;
  • Autorização para sessões permanentes de fisioterapia;
  • Autorização para internação urgente de Bolsonaro caso seja necessário, sem ser preciso de autorização judicial;
  • Proibição do uso de celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa;
  • Proibição do uso de redes sociais diretamente por Bolsonaro ou por terceiros;
  • Proibição de gravação de vídeos ou áudios diretamente por Bolsonaro ou por terceiros.

Na decisão, o ministro também determina a suspensão de todas as demais visitas pelo prazo de 90 dias para "evitar o risco de sepse e controle de infecções".

Aliados de Bolsonaro apostavam nos últimos dias em uma decisão concedendo a prisão domiciliar ao ex-presidente como forma de o ministro tentar aliviar a pressão sobre o tribunal diante da crise.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e pré-candidato à Presidência, se reuniu nesta semana com Moraes para reforçar o pedido apresentado pelos advogados de Bolsonaro. A esposa de Bolsonaro, Michelle, também teve encontro com o ministro nesta segunda-feira (23).

Com a decisão, Bolsonaro retorna para a prisão domiciliar depois de quatro meses. Em 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar após o ex-presidente descumprir medidas cautelares impostas pelo STF.

Quatro meses depois, no dia 22 de novembro, o ex-presidente foi preso preventivamente pela Polícia Federal após violar a tornozeleira eletrônica. Moraes determinou na ocasião a transferência de Bolsonaro para a Superintendência da PF em Brasília.

SAIBA MAIS EM: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/moraes-defere-prisao-domiciliar-a-bolsonaro/ - https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2026/03/7382896-moraes-impoe-12-regras-para-a-prisao-domiciliar-de-bolsonaro.html

sexta-feira, 20 de março de 2026

DELAÇÃO DE VORGARO DEVE SER CONCLUÍDA NO AUGE DA CAMPANHA ELEITORAL E LULA TEME QUE A DELAÇÃO ENVOLVA O EXECUTIVO

 


    Por THEODIANO BASTOS

Daniel Vorcaro assina termo de confidencialidade com a Polícia Federal. Banqueiro, que negocia delação premiada, foi transferido para a Superintendência da PF em Brasília

Acordo poderia ser finalizado entre o fim de junho e o fim de setembro, nas vésperas ou já durante o processo eleitoral diz a CNN

O processo de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro deve durar algo entre 3 e 6 meses, segundo fontes que acompanham o caso.

Nesse prognóstico, ele seria finalizado entre o fim de junho e o fim de setembro, nas vésperas ou já durante o processo eleitoral que vai eleger presidente da República, governadores, deputados e senadores.

O calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deste ano prevê que as convenções partidárias ocorram de 20 de julho a 5 de agosto. A propaganda eleitoral começa no dia 16 de agosto, nas ruas e na internet, e o horário eleitoral gratuito nas emissoras de rádio e televisão será exibido entre 28 de agosto e 1º de outubro.

Os primeiros passos da colaboração premiada foram dados nesta quinta-feira.

Primeiro, com a definição de que ela será conjunta com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.

Segundo, com a transferência da custódia de Vorcaro de um presídio de segurança máxima para a Superintendência da Polícia Federal, uma demanda da defesa. A expectativa é de que, conforme as conversas evoluam, ele vá para uma prisão domiciliar, demanda inclusive feita pela defesa nesta semana ao ministro André Mendonça, mas não atendida, como mostrou a CNN.

Terceiro, com a assinatura do termo de confidencialidade, deflagrando oficialmente o processo.

Agora, começam os dois processos mais complexos: que Vorcaro detalhe o que sabe e apresente provas; e que, em troca disso, seja negociada sua punição reduzida, tanto a privativa de liberdade quanto a pecuniária.

Advogados especializados em delação apontam que o prazo do processo varia a depender do volume de informações do delator e da capacidade dos órgãos de investigação de validá-las. Mas, em um caso grande como o Master, é possível apostar em algo entre três e seis meses.

Seria o tempo de elaborar os chamados anexos, documentos nos quais o delator separa as informações que vai delatar por tópicos, que podem ser tanto os nomes dos delatados quanto os casos a que se referem. No caso Master, por exemplo, um tópico possível pode ser “Reag” ou “AmapáPrev”.

Durante esse processo de redação dos anexos, caberá à PF e à PGR cotejar a fala de Vorcaro e as provas com o que já foi levantado até agora e avaliar se seguram o processo para realizar operações decorrentes do que já foi informado e deixar a apuração mais robusta, ou se avançam sem isso.

E o próprio ineditismo do formato surge como um potencial obstáculo. Nunca houve uma colaboração premiada conjunta da PF e da PGR, e as conexões de cada órgão são apontadas como dificultador.

A cúpula da PF, por exemplo, é alinhada ao Palácio do Planalto, que tem potenciais delatados, em especial integrantes do PT da Bahia entre seus ocupantes. Já a PGR é muito próxima à ala política do STF, que tem como expoente Alexandre de Moraes, outro potencial delatado. Além disso, os dois órgãos historicamente disputam o protagonismo das investigações, e essa rivalidade pode atrapalhar o processo.

Por outro lado, a pressão da opinião pública tem funcionado até agora. E o relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça, já disse a aliados considerar o caso determinante em sua biografia e que não cederá a pressões para esvaziar o processo.

 Dificuldades

Esse cronograma, porém, pode ser alterado se houver muita pressão política para que a delação avance.

Duas fontes relataram à CNN que a pressão contrária à delação já existe nos Três Poderes e continuará atuando.

SAIBA MAIS EM: https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/03/20/governo-teme-que-vorcaro-use-delacao-para-envolver-executivo-no-caso-master.ghtml - https://veja.abril.com.br/politica/daniel-vorcaro-assina-termo-de-confidencialidade-com-a-policia-federal/ E https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/caio-junqueira/politica/delacao-de-vorcaro-deve-ser-concluida-no-auge-da-campanha-eleitoral/https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2026/03/7379983-caso-master-transferencia-sinaliza-delacao-de-vorcaro.html

  

quinta-feira, 19 de março de 2026

VORCARO EM CELA DE VIDRO VIGILÂNCIA TOTAL, ARQUIVO VIVO

 

                                    Por THEODIANO BASTOS

Mendonça autoriza transferência de Vorcaro para PF às vésperas de delação

Ex-banqueiro deve ser transferido ainda nesta quinta-feira (19/3)

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro do presídio federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal na capital federal.

A decisão atende a um pedido da defesa do dono do Banco Master. A transferência deve ocorrer nas próximas horas e dá início à negociação para um acordo de delação premiada do banqueiro

Defesa de Daniel Vorcaro propôs a Mendonça uma delegação conjunta na PF e PGR

Esse tipo de delação é inédita e causará um terremoto em Brasília

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está preso na Penitenciária Federal de Brasília em um regime de vigilância máxima e isolamento, frequentemente descrito como "cela de vidro". Essa medida foi adotada para garantir a segurança do empresário, considerado um "arquivo vivo" por conter informações capazes de revelar esquemas de fraudes financeiras e ligações políticas, devido a um possível acordo de colaboração premiada.

Cela de 7m², cama de cimento Banqueiro deixou presídio estadual no interior de SP e foi transferido pela PF à unidade de segurança máxima na capital federal

CNN confira:  PGR e PF são sondadas sobre disposição para delação de Vorcaro

Conversa preliminar teria levantado cenários; defesa nega possibilidade neste momento

A PF (Polícia Federal) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) foram sondadas por interlocutores do ex-banqueiro Daniel Vorcaro sobre a disposição em um eventual acordo de delação premiada.

Segundo relatos feitos à CNN, a conversa foi preliminar e teve como objetivo consultar os investigadores do caso do Master caso o empresário mude de posição.

Hoje, dizem os advogados do ex-banqueiro, ele não pretende fechar um acordo de delação premiada. No entanto, o entorno do empresário tem estudado possibilidades em virtude da nova prisão preventiva, decretada semana passada.

Há uma avaliação entre aliados de Vorcaro que ele passou a considerar a possibilidade de delação a partir da prisão para tentar proteger o avanço da investigação sobre familiares.

O cunhado do empresário, Fabiano Zettel, também está preso. Já o pai do ex-banqueiro, Henrique Vorcaro, foi citado pela PF por ocultar R$ 2,2 bilhões de vítimas do Master em seu nome na gestora Reag.

Nesta semana, Vorcaro recebeu a visita do advogado na prisão federal em Brasília. O ministro André Mendonça, relator do caso no STF (Supremo Tribunal Fedral), autorizou que a conversa não fosse gravada.

Polícia Federal afirma, nos bastidores, que não tem a intenção de celebrar um acordo para reduzir a pena de Vorcaro caso ele não tenha elementos novos e fortes para entregar.

No Congresso Nacional, integrantes do bloco do centrão têm defendido que Vorcaro volte ao cumprimento de medidas cautelares em regime domiciliar. O argumento é de que os crimes cometidos pelo ex-banqueiro foram realizados antes de sua primeira prisão, não justificando a permanência em regime fechado.

A defesa também se relaciona a um temor de delação premiada, já que a Polícia Federal começou agora a investigação sobre o pagamento de propina do então Banco Master, hoje liquidado pelo BC (Banco Central), para a classe política.

A expectativa é de que a próxima fase da operação Compliance Zero, que apura a suspeita de fraudes em fundos, tenha como foco a compra de apoio de Vorcaro no Congresso Nacional, com foco no bloco do centrão.

SAIBA MAIS EM: https://www.facebook.com/100064917181341/posts/1385682710272289/?rdid=LgSACi6Cv0K4RTKD# - https://www.facebook.com/100044519573367/posts/1497404225086882/?rdid=AEzo6hlsqpQTuD3h# E https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pgr-e-pf-sao-sondadas-sobre-disposicao-para-delacao-de-vorcaro/ - https://www.cnnbrasil.com.br/politica/mendonca-autoriza-transferencia-de-vorcaro-para-pf-as-vesperas-de-delacao/ 


DESAFIO REAL, O QUE SE VÊ OU OUVE É VERDADEIRO OU CRIAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

 

Robôs nas urnas: novas regras proíbem sistemas como o ChatGPT e o Gemini de indicar candidatos  

                               Por THEODIANO BASTOS

O que se vê e ouve  é mesmo real ou criação                                      da inteligência artificial através do Deepfakes usando a inteligência artificial?      

TSE cria pacote contra deepfakes com IA nas eleições, mas batalha está só no começo

Sem mecanismos eficientes de controle e conscientização, agentes mal-intencionados ganham terreno para tentar sequestrar o debate político.

Robôs nas urnas: novas regras proíbem sistemas como o ChatGPT e o Gemini de indicar candidatos 

No dia 1º de fevereiro, o deputado Rogério Correia (PT-MG) decidiu mergulhar de cabeça na fervilhante discussão on-line sobre o escândalo do Banco Master. Por volta das 18h, publicou no X uma imagem n... imagem na qual Jair Bolsonaro aparecia, sorridente, abraçado ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto.

“A foto é o retrato da roubalheira do Banco Master”, legendou. O material cairia como uma bomba não fosse por um detalhe: gerada por inteligência artificial, a imagem mostrava um encontro que nunca aconteceu...

Correia excluiu a publicação no dia seguinte, não antes que ela fosse visualizada por mais de 46000 usuários e compartilhada quase 800 vezes a defesa de Bolsonaro acionou a Justiça, e o petista foi enquadrado e ordenado a se retratar publicamente pelo erro.

O episódio, longe de ser isolado, é exemplo da crescente ameaça de fotos, vídeos e áudios falsos que desafia a Justiça Eleitoral. Pelo menos 137 deepfakes de autoridades circularam nas redes sociais apenas entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, sendo um terço publicado por políticos, segundo monitoramento feito pelo Observatório IA nas Eleições.

SAIBA MAIS EM: https://veja.abril.com.br/politica/tse-cria-pacote-contra-deepfakes-com-ia-nas-eleicoes-mas-batalha-esta-so-no-comeco/