Por THEODIANO BASTOS
Com medo de que o caso respingue na candidatura à
reeleição de Lula, estrelas do PT passaram a pressionar Wagner a entregar o
cargo de líder no Senado. Ele até resistiu, mas jogou a toalha após uma reunião
com o presidente, cujo objetivo é conquistar um novo mandato, e não salvar
companheiros em apuros, por mais que em jogo esteja uma amizade de quatro
décadas. “Minha prioridade é provar a minha inocência e me dedicar à reeleição
do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição
junto com o Rui Costa para o Senado”, escreveu o ex-líder numa rede socia, referindo-se
às eleições presidenciais e as da Bahia. Antes de cair, Wagner recebeu uma
manifestação de solidariedade do presidente do Congresso, senador Davi
Alcolumbre (União Brasil-AP). Nada mais compreensível. Conforme revelado por
VEJA, advogados de Daniel Vorcaro disseram, durante negociação de um acordo de
colaboração premiada, que Alcolumbre recebeu do esquema do Master 30 milhões de
dólares — ou mais 150 milhões de reais — numa conta secreta no exterior.
Vorcaro prometeu mostrar as provas disso caso a colaboração seja aceita.
SAIBA MAIS EM: https://veja.abril.com.br/politica/os-bastidores-da-saida-de-jaques-wagner-da-lideranca-do-governo-lula-no-senado/
Nenhum comentário:
Postar um comentário