Por THEODIANO BASTOS
A classificação do PCC e do CV como organizações
terroristas e um novo tarifaço reacendem debate sobre interferência dos Estados
Unidos no Brasil
Faz tempo que a sombra de Donald Trump paira sobre a
economia e a política brasileiras. Antes de ser condenado por tentativa de
golpe, Jair Bolsonaro tinha a convicção de que o americano impediria o julgamento
do caso pelo STF, garantiria sua liberdade e o ajudaria a vencer a eleição de
2026. Deu tudo errado. O capitão foi sentenciado à prisão, perdeu os direitos
políticos e lançou seu filho velho, Flávio Bolsonaro, para concorrer ao Palácio
do Planalto. Farol da direita mundial, Trump até tentou impedir essa derrocada
em meados do ano passado, quando anunciou um tarifaço às exportações e aplicou
sanções a autoridades do Brasil, mas não foi capaz de salvar o aliado e ainda
permitiu ao presidente Lula sair das cordas, impulsionado pelo discurso de
defesa da soberania nacional...
Cadê o “climão’ entre Lula e Trump?
O debate sobre a possibilidade de ingerência nas
eleições brasileiras começou depois da decisão dos Estados Unidos de igualar o
PCC e o CV a organizações como o Hamas e a Al-Qaeda.
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/fator-trump-transforma-a-politica-externa-em-plataforma-eleitoral-de-lula-e-flavio/
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