domingo, 30 de maio de 2021
segunda-feira, 24 de maio de 2021
“ESTAMOS EM GUERRA”
Por Theodiano Bastos
O mundo está "em guerra" contra a Covid-19, afirmou nesta
segunda-feira o secretário-geral da ONU, António Guterres, que pediu à
comunidade internacional a adoção de uma lógica de guerra para deter a
pandemia. "Nós estamos em guerra contra um vírus. Precisamos da lógica e
da urgência de uma economia de guerra para aumentar a capacidade de nossas
armas", declarou Guterres no início da principal reunião anual dos países
membros da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Estamos
em guerra contra a Covid-19", diz secretário-geral da ONU
António Guterres definiu a pandemia como um tsunami
de sofrimento
"Estamos em guerra contra a Covid-19", diz secretário-geral da
ONU https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/mundo/estamos-em-guerra-contra-a-covid-19-diz-secret%C3%A1rio-geral-da-onu-1.624645
3ª GUERRA MUNDIAL, O INIMIGO É INVISÍVEL
É muito estranho que
todas as pandemias sempre começam na China, vejam: 1957 – 1958, H2N2, 1968 -1969,
H2N2, 2003, SARS, 2006, Grupe Aviária, 2010, Gripe Suína, 2013, Peste Suína e
2019/2020 o Coronavírus – Covid 19
Não acho que foi intencional a disseminação do
coronavírus, mas estou convencido de que teve
origem em laboratório da China que fazia experiência virais e que fugiu
do controle.
sábado, 22 de maio de 2021
ISRAEL E PALESTINA,: A PAZ SO VIRÁ COM DOIS ESTADOS
por THEODIANO BASTOS
Plano de Paz
para Israel e Palestina
Biden
apoia cessar-fogo entre Israel e Hamas
Entenda a
interferência norte-americana no conflito entre Israel e Palestina
Disputa centenária é impactada por decisões políticas
norte-americanas, especialmente a partir da década de 70
Israel tem feito ataques aéreos à Faixa de Gaza desde
10 de maio - Ali Jadallah/Agência Anadolu
Não
se começa uma guerra com um disparo, mas com uma sucessão de desacordos e
desencontros. No caso do conflito entre Israel e Palestina, por exemplo, as
recentes mortes são frutos de uma série de eventos religiosos e políticos que
envolvem os dois povos e muitos agentes externos, sobretudo os Estados
Unidos.
Apenas
nas últimas semanas, cerca de dez israelenses morreram num ataque atribuído ao
Hamas, enquanto mais de 210 palestinos, entre eles 61 crianças, morreram em
decorrência da resposta israelense.
Para
o professor de história da Universidade da Califórnia campus de Los Angeles
(UCLA), James Gelvin, PhD em Estudos do Oriente Médio, a interferência
americana nesta parte do mundo ficou mais evidente na década de 1970.
"A aproximação dos EUA e Israel foi parte de uma estratégia
norte-americana que previa, por um lado, isolar a União Soviética e, por outro,
fortalecer os israelenses de tal modo que o poder árabe seria obrigado a se
abrir para negociações", conta à reportagem do Brasil de Fato.
Sempre
tentando mostrar uma postura imparcial em relação ao conflito, os Estados
Unidos atuaram de maneira incisiva na assinatura dos Acordos de Oslo, em agosto
de 1993. Na época, o então presidente democrata, Bill Clinton, intermediou os
termos de paz assinados por Yasset Arafat, na condição de presidente da
Organização para a Libertação da Palestina à época, e o governo de Israel.
Ainda hoje, as regras previstas no compromisso são conhecidas
como "Parâmetro Clinton", que previam, entre outras coisas, a retirada
das forças armadas israelense da Faixa de Gaza e Cisjordânia,
assim como o direito dos palestinos ao
auto-governo nas zonas governadas pela autoridade palestina.
Leia
também: Palestina: 212 mortos e cerca de 1,5 mil feridos por
bombardeios de Israel
Embora
muitas das propostas não tenham sido colocadas em prática, os Estados Unidos
continuaram mantendo certa neutralidade, até a chegada de Donald
Trump à Casa Branca em 2017. No mesmo ano, o presidente republicano reconheceu
Jerusalém como capital de Israel e transferiu, em maio de 2018, a Embaixada
Americana de Telaviv para lá.
A
mudança de administração nos Estados Unidos, com a chegada de Joe Biden, trouxe
a esperança de mudanças, mas primeiro seria preciso refazer a imagem americana
perante o mundo.
"Depois
do que aconteceu na gestão de Trump, os Estados Unidos passaram a ser visto
como um negociador parcial, o que não é nada positivo", comenta ao Brasil
de Fato o escritor e advogado Kenneth Stern, diretor do Centro de Estudos do
Ódio da Bard University.
Ainda
de acordo com Stern, o Egito talvez possa ter agora uma posição mais relevante
no conflito, assumindo, inclusive, o papel de mediador. "O Egito já
construiu um relacionamento com Israel e faz fronteira com Gaza, além de ter
alguma influência, até certo ponto, sobre o Hamas", diz.
Isso
não significa que os Estados Unidos sejam carta fora do baralho. A pressão por
uma posição americana é tanta que, na última terça-feira, 18 de maio, o
presidente Joe Biden "ameaçando" atropelar os jornalistas e
repórteres que levantassem questões relativas à disputa de Israel e Palestina.
A brincadeira do presidente americano foi feita no mesmo dia em que a Casa
Branca finalmente apóia um pedido de cessar-fogo na região.
A
Casa Branca de Joe Biden enfatizou repetidamente o direito de Israel de se
defender, recusando-se a condenar os ataques de retaliação na Faixa de Gaza.
Saiba
mais: Entenda as origens e extensão dos ataques de Israel
contra palestinos; veja vídeo
Para
Stern, a única maneira de estabelecer paz nessa região do mundo é com os dois
lados, Palestinas e Israel, abrindo mão de algumas de suas exigências,
inclusive sobre assuntos religiosos.
Já
para o historiador James Gelvin, os Estados Unidos e o mundo deveriam retomar
os termos dos Acordos de Oslo, "mas isso é o que deveríamos fazer, e
não o que vai acontecer, o que é totalmente diferente".
Segundo
o professor, a política americana deve optar pelo silêncio: "Não vai
acontecer nada, porque há muito interesse político do lado de Israel, da
Palestina e dos Estados Unidos também". E conclui: "A Guerra
Fria acabou e a gestão de Trump chegou ao fim. Qual seria o nosso interesse
agora? Na administração anterior, era o 'rabo israelense quem sacudia o
cachorro americano', mas isso acabou. Então o que nos sobra? Se queremos ser
fiéis aos valores que afirmamos ter, então estamos do lado errado da história".
https://www.brasildefato.com.br/2021/05/20/entenda-a-interferencia-norte-americana-no-conflito-entre-israel-e-palestina
Pela primeira vez, presidente
americano se posiciona a favor de trégua no conflito, mas reitera que governo
israelense tem direito de se defender. EUA voltam a bloquear declaração de
Conselho de Segurança da ONU.
UE pede cessar-fogo entre
israelenses e palestinos
sexta-feira, 21 de maio de 2021
FHC E LULA SE ENCONTRAM
Lula e Fernando
Henrique se reuniram em SP para discutir ameaças à democracia e crise da
pandemia.
Wellington
Dias: encontro de Lula e FHC é um "gesto grande"
O
governador do Piauí, Wellington Dias (PT), comentou hoje o encontro entre Lula e FHC.
“São
dois importantes líderes brasileiros que, independentes de posições diferentes
sobre alguns temas e disputas eleitorais, juntos estiveram e estarão em temas
importantes para o povo brasileiro”, escreveu
o governador, em nota.
“Num
momento de tanto ódio, agressões e líderes querendo destruir o outro por
disputas eleitorais, o diálogo entre estes dois ex-presidentes é um
gesto grande, que amplia esperança e fé na democracia”, acrescentou.
“A
pauta do povo brasileiro torna maior ainda a importância deste encontro. São
dois líderes que tem destacado legado de serviços prestados ao Brasil. Eu me
alegro, pois sei o quanto o Brasil e o povo brasileiro precisam de diálogo e
entendimento para, em respeito à reais necessidades do nosso povo, nossa
economia, nossa soberania e prioridade para o compromisso com desenvolvimento
sustentável, cuidando de forma especial dos mais pobres e ainda de respeitosa
relação ao internacional, é um passo muito grande e anima para outros passos”.
Wellington Dias,
que virou uma espécie de porta-voz dos governadores do Nordeste, já
foi chamado por Lula de “gênio da política”.
"Todos
contra Bolsonaro", diz tucano, sobre encontro de Lula e FHCE-MAIL
Em reservado, um
integrante da executiva nacional do PSDB disse a O
Antagonista que considera algo positivo a aproximação entre FHC e Lula — os dois ex-presidentes almoçaram juntos.
“A
prioridade número um é uma frente contra Bolsonaro: todos contra ele”, disse a fonte tucana.
Perguntamos se essa
estratégia — de uma “frente ampla” que inclua Lula e com o
objetivo de derrotar Bolsonaro custe o que custar — não pode acabar fazendo
efeito contrário ao desejado, fortalecendo o atual presidente em 2022.
“Não
é possível que seja assim. Bolsonaro não tem espírito público,
empatia, compaixão, enfim, característica alguma que um homem público deve ter.”
Ainda sobre o
encontro de Lula e FHC, a fonte afirmou que “é preciso
exercitar o diálogo entre os que pensam diferente, até para dar exemplo”.
https://www.oantagonista.com/brasil/wellington-dias-encontro-de-lula-e-fhc-e-um-gesto-grande/
terça-feira, 18 de maio de 2021
Ataques em Gaza já tiraram mais de 52 mil palestinos de casa
Número foi divulgado pela ONU e pela OMS, que também citaram preocupação com a falta de alimentos, água potável, remédios e o possível avanço da Covid
Mais
de 52 mil palestinos tiveram que deixar suas
casas por causa da escalada da violência entre Israel e Hamas
na Faixa de Gaza.
O número foi
divulgado nesta terça-feira (17) pela ONU e pela OMS, que
também demonstraram preocupação com a falta de alimentos, água potável,
remédios e o possível avanço da Covid.
Ao longo dos
últimos nove dias, bombardeios aéreos do Exército israelense mataram mais
de 200 pessoas em Gaza e destruíram ou danificaram 450
prédios. O Hamas, por sua vez, tem respondido com foguetes,
que, segundo a polícia israelense, já vitimaram pelo menos 12
pessoas. https://www.oantagonista.com/mundo/ataques-em-gaza-ja-tiraram-mais-de-52-mil-palestinos-de-casa/
domingo, 16 de maio de 2021
GUERRA CIBERNÉTICA
O ataque de hackers a maior oleoduto dos EUA que fez governo declarar estado de emergência.
“NOSSO OBJETIVO É GANHAR DINHEIRO, NÃO CRIAR
PROBLEMAS PARA A SOCIEDADE, DISSE DARKSIDE, o grupo de hackers sediado na
Rússia que interrompeu o fluxo do maior oleoduto da Costa Leste americano, causando
um caos no abastecimento. Eles “tomar mais cuidado” no futuro” Veja 19/05/21
pág. 15
Oleoduto dos
EUA que fez governo declarar estado de emergência
EUA:
Operadora de oleoduto pagou resgate de US$ 5 milhões a hackers
FBI recomenda
que vítimas não façam pagamentos porque, além de não garantir que sistemas
serão desbloqueados, isso incentivaria novos ataques
https://valor.globo.com/mundo/noticia/2021/05/13/eua-operadora-de-oleoduto-pagou-resgate-de-us-5-milhoes-a-hackers.ghtml CRÉDITO,COLONIAL
O ataque cibernético afetou uma das maiores redes
de oleodutos dos EUA
O governo dos EUA declarou estado de emergência em
algumas regiões do país no domingo (09/05) depois que a maior rede de gasodutos
do país sofreu um ataque cibernético na noite de sexta-feira, paralisando o
fluxo de combustível.
Um grupo de hackers desconectou completamente a
rede e roubou mais de 100 GB de informações do oleoduto da empresa Colonial. O
duto transporta mais de 2,5 milhões de barris de óleo por dia, o que
corresponde a 45% do abastecimento de diesel, gasolina e querosene de aviação
da costa leste dos EUA.
Analistas do mercado de petróleo dizem que, como
consequência, os preços dos combustíveis devem subir entre 2% e 3% nesta
segunda-feira. Mas o impacto será ainda pior se o "apagão" do
oleoduto continuar por muito mais tempo.
Os EUA trabalharam na noite de domingo para
restaurar o serviço, mas devido às constantes falhas nas linhas principais, o
governo decidiu decretar o estado de emergência para facilitar o transporte de combustível
por outros meios, principalmente rodoviários.
"Esta emergência é uma resposta ao fechamento
inesperado do sistema de dutos da Colonial devido a problemas de rede que
afetam o fornecimento de gasolina, diesel, querosene de aviação e outros
produtos petrolíferos refinados nos Estados afetados", disse o
Departamento de Transportes, em nota oficial.
sexta-feira, 14 de maio de 2021
ISRAEL X PALESTINA > O QUE É A FAIXA DE GAZA?
Conflito entre Israel e palestinos: Quem é o bebê sobrevivente de ataque que matou 10 da mesma família

CRÉDITO,REUTERS/MOHAMMED SALEM
Omar Al-Hadidi, de apenas cinco meses, perdeu a mãe, quatro irmãos, uma tia e quatro primos
Omar Al-Hadidi, de apenas cinco meses, perdeu a mãe, quatro irmãos, uma tia e quatro primos quando a casa onde moravam no campo de refugiados Al-Shati, ao oeste de Gaza, foi atingida por um ataque aéreo de Israel.
Ele foi o único das 10 pessoas da família que estavam no local a sobreviver. O bebê foi resgatado dos escombros com ferimentos graves, mas está agora estável no hospital.
O pai dele, Mohammad Al-Hadidi, não estava em casa no momento do bombardeio que matou quase toda a sua família.
"Graças a Deus eu ainda tenho Omar. Não tinha mísseis lá, só mulheres e crianças. Nenhum míssil, só crianças celebrando Eid (um festival muçulmano)", disse Al-Hadidi à agência de notícias Reuters.

CÉDITO,GETTY IMAGES
O pai do bebê não estava em casa no momento do ataque. 'Só tinha mulheres e crianças', disse ele.https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57135527
"O que eles fizeram para merecer isso?", questionou. O médico que tratou de Omar depois que ele foi resgatado dos escombros disse que o bebê estava muito machucado.
Ataque de Israel a Gaza mata oito crianças da mesma família; centro de imprensa é bombardeado e prédio desaba https://oglobo.globo.com/mundo/bombardeio-israelense-destroi-predio-em-gaza-com-escritorios-da-agencia-de-noticias-ap-da-al-jazeera-1-25019434
Localizada próximo ao Mar Mediterrâneo e situada entre Egito e Israel, possui uma área de apenas 360 km² (pouco maior que a cidade brasileira de Fortaleza) e uma população de 1 milhão e 657 mil habitantes. Israel controla a água, luz e gas. 145 palestinos e 10 israelenses já morreram
Cresce a escalada da violência
no conflito entre Israel e Hamas.
Tropas israelenses entram por terra na Faixa de Gaza https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2021/05/14/israel-inicia-ataques-terrestres-contra-o-hamas-na-faixa-de-gaza
A Faixa de Gaza é um território palestino localizado em um estreito pedaço de terra na costa oeste de Israel, na fronteira com o Egito. Marcada pela pobreza e superpopulação, tem 1,7 milhões de habitantes e está lotada de favelas em uma área de menos de 40 km de extensão e outros poucos quilômetros de largura. Quem mora ali tem uma vida de restrições.
A região foi tomada por Israel na Guerra dos Seis
Dias, em 1967, e entregue aos palestinos em 2005 para fazer parte do Estado da
Palestina. Porém, boa parte das fronteiras, territórios aéreos e marítimos
de Gaza ainda são controlados pelos israelenses.
Após o grupo islâmico Hamas assumir o controle da
região em 2007, as restrições impostas por Israel à
população de Gaza ficaram ainda mais duras.
Os bloqueios criam dificuldades de abastecimento de
produtos básicos, como remédios e comida, para a população.
Os palestinos que vivem ali estão sujeitos a uma
rotina em que movimentos são restritos, há cortes de energia frequentes e a
economia local está em frangalhos. Também há restrições para atividades como
agricultura e pesca.
Em meados de 2013, a limitação de movimento foi
reduzida ainda mais quando o Egito impôs novas restrições na fronteira de Rafah
– que nos últimos anos havia se tornado o principal ponto de entrada e saída de
palestinos de Gaza. Só no primeiro semestre de 2013, haviam passado pela
fronteira com o Egito 40 mil pessoas.
A taxa de desemprego em Gaza ultrapassa os 40% –
entre os jovens é de 50% –, e 21% de seus habitantes vivem em situação de
profunda pobreza.
Segundo a ONU, há uma alta proporção de jovens em
Gaza. Se a economia local ganhar fôlego, haverá abundância de pessoas em idade
de trabalho. Caso contrário, pode haver tensão social, com tendência à
violência e ao extremismo, alerta a organização.
Túneis
Uma das alternativas aos bloqueios foram os túneis de contrabando, que se
proliferaram pelo território de Gaza e eram usados para a chegada de alimentos,
dinheiro, armas, combustível e materiais de construção.
O fluxo foi interrompido após operação contra os
túneis iniciada em 2013. A consequência foi a escassez desses materiais e a
alta nos preços dos alimentos em Gaza. Também causou desemprego nas áreas da
construção civil e transportes, que dependem diretamente dos materiais que
chegavam pelos túneis de contrabando.
Israel usa os túneis como um dos argumentos para os
ataques à Faixa de Gaza. A ação militar terrestre começou em 18 de julho com o objetivo de destruir essas passagens subterrâneas –
chamadas por Israel de "túneis do terror".
O Estado judeu afirma que os túneis de contrabando
também são usados pelo Hamas para preparar plataformas de lançamento de
foguetes e para se infiltrar em território israelense.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu,
disse no dia 31 de julho que, com ou sem cessar-fogo na região, seu
exército irá cumprir a "missão" de destruir os túneis da
Faixa de Gaza. "Não irei concordar com qualquer proposta que não permita
que o Exército de Israel complete esta importante tarefa para a segurança do
país".
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/g1-explica-o-que-e-faixa-de-gaza.html