terça-feira, 31 de março de 2026

RONALDO CAIADO, CANDIDATO DA TERCEIRA VIA

 

                                        Por THEODIANO BASTOS

                              A Batalha pelo Centro:

Caiado deixa governo de Goiás para disputar Presidência como terceira via

Escolhido pelo PSD para concorrer ao Planalto, Caiado tem como suas principais bandeiras a segurança pública e a anistia para os condenados pelo 8 de Janeiro; em seu lugar, assume o seu vice, Daniel Vilela

Quem é Ronaldo Caiado

Um dos principais nomes da direita brasileira, Caiado é formado em medicina pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Antes de entrar na política institucional, também fundou e presidiu a União Democrática Ruralista, uma das principais representantes do agronegócio durante a redemocratização do país.

A trajetória eleitoral de Caiado começou em 1990, quando foi eleito deputado federal por Goiás para a legislatura da Assembleia Nacional Constituinte revisora. Ao longo de sua carreira, exerceu cinco mandatos como deputado e passou por partidos como PSD, PFL e DEM.

Na Câmara dos Deputados, ficou conhecido principalmente pela atuação em temas ligados ao agronegócio, à saúde, à reforma política e à segurança pública.

Presidiu a Comissão de Agricultura, liderou o DEM em duas ocasiões e foi líder da minoria no Congresso.

Em 2014, foi eleito senador por Goiás e, em 2018, governador de Goiás. Reeleito em 2022, seu governo teve como uma das principais marcas o foco na segurança pública.

Ao longo de seu mandato, exaltou a Polícia Militar do estado diversas vezes, a classificando como a “melhor do Brasil”. Além disso, como governador, criticava o uso de câmeras corporais nos policiais.

Agora, se apresenta como o candidato da terceira via como uma opção para fugir da polarização provocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação de especialistas, os dois não dão espaço para o crescimento de candidaturas alternativas.

Embora Caiado seja bem avaliado em seu estado, ele enfrentará na disputa o desafio de ser conhecido em um contexto nacional. Outra bandeira de sua campanha será uma anistia "ampla, geral e irrestrita” para os condenados por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022 — dentre eles, o Jair Bolsonaro.

Ronaldo Caiado (PSD) deixou nesta terça-feira (31) o governo de Goiás para concorrer à Presidência da República como o candidato da terceira via. Assume em seu lugar o seu vice, Daniel Vilela (MDB).

O anúncio de que Caiado seria o pré-candidato do PSD foi feito na segunda (30). A escolha se deu depois da desistência do governador do Paraná, Ratinho Júnior. A outra opção seria Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul.

SAIBA MAIS EM: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/caiado-deixa-governo-de-goias-para-disputar-presidencia-como-terceira-via/

 

 




segunda-feira, 30 de março de 2026

LULA ESTÁ TENDO LAPSOS DE MEMÓRIA E IMPRENSA MUNDIAL O COMPARA A BIDEN

O momento Biden de Lula

                         Por THEODIANO BASTOS

Aos 80 anos Lula começa a ter lapsos de memória. Chama Janja de Marisa, Dilma de Irma Passoni e fala em ser reconhecido no mundo crime...  

 Relembre declarações controversas e lapsos de Lula no 3º mandato Gafe mais recente do presidente foi na 5ª feira (26.mar), quando disse que na China não há gastos com cães, diferentemente do Brasil, que “gosta muito” desses animais...

O momento Biden de Lula

Presidente brasileiro disse que a COP30 será no Amapá e chamou o Macapá de estado

O Macapá possivelmente seja o estado brasileiro com menos desmatamento neste instante”, afirmou o petista.

Em relação às mulheres, Lula acumulou uma série de falas polêmicas: em março de 2024, disse que mulheres sem profissão dependem do pai para comprar “batom e calcinha”. Em julho de 2024, ao comentar pesquisa sobre violência doméstica depois de jogos de futebol, disse que “se o cara é corintiano, tudo bem”; em agosto de 2024, disse que mulher sem profissão corre o risco de o “marido agredi-la”; em outubro de 2024, afirmou que “é a mulher que sabe as coisas que têm dentro da geladeira”; em março de 2025, chamou Gleisi Hoffmann (PT) de “mulher bonita” ao anunciar sua nomeação como ministra; em a...

em cerimônia pública, trocou o nome da atual mulher, Janja, pelo de sua 2ª mulher, Marisa Letícia, morta em 2017; confundiu a ex-presidente Dilma Rousseff com a ex-deputada Irma Passoni; disse ter mandato até “31 de dezembro de 2010” (o correto é 5 de janeiro de 2027); afirmou que o Brasil faz fronteira “com toda a América do Sul” (Chile e Equador não fazem fronteira com o país); e, ao sancionar o PL Antifacção, disse querer que o Brasil seja “um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado”. O petista mais derrapa nas falas quando improvisa, ignorando o roteiro oficial.

SAIBA MAIS EM:
(https://www.poder360.com.br/poder-governo/relembre-declaracoes-controversas-e-lapsos-de-lula-no-3o-mandato/) - https://www.instagram.com/p/DWcsTayEek5/?igsh=NHh1eGoydmdoNnkz

domingo, 29 de março de 2026

BRASIL ENTRE OS 10 PAÍSES MAIS VIOLENTOS DO MUNDO E A BAHIA O SEGUNDO ESTADO MAIS VIOLENTO DO PAÍS

 

                                        Por THEODIANO BASTOS

        ESTADOS MAIS VIOLENTOS DO BRASIL:

Amapá: 45,1. Bahia: 40,6. Ceará: 37,5. Pernambuco: 36,2. Alagoas: 35,4. Maranhão: 27,8. Mato Grosso: 27,0 Pará: 25,8.

PAÍSES MAIS VIOLENTOS DO MUNDO

México, Equador, Brasil e Haiti compartilham uma característica neste ano que, longe de ser motivo de orgulho, é motivo de preocupação para seus governos e sociedades. Todos os quatro países estão entre os 10 mais perigosos do mundo em 2025, de acordo com o índice de conflitos publicado nesta quinta-feira pela organização não governamental Armed Conflict Event Location and Data Project (ACLED).

Com base em quatro indicadores — mortalidade, perigo para civis, abrangência geográfica dos conflitos e número de grupos armados —, o ranking coloca o México em quarto lugar, a mesma posição que ocupava em 2024, ficando atrás apenas da Palestina , Mianmar e Síria , locais assolados por guerras nos últimos anos.

O Equador ocupa a sexta posição no indicador ACLED para 2025. Para o país sul-americano, isso representa uma ascensão de 36 posições em comparação com 2024, após um aumento significativo nos níveis de violência neste ano devido a confrontos entre grupos criminosos locais.

Brasil e Haiti, por sua vez, ocupam a sétima e oitava posições no ranking, situação decorrente da atuação de gangues que disputam o controle de territórios e, no caso do Haiti, se aproveitam da constante instabilidade política no país.

A CNN entrou em contato com os governos dos quatro países para comentar o índice e aguarda uma resposta.

México, dividido entre a disputa em Sinaloa e a violência contra políticos.

Segundo a ACLED, o aumento da violência é comum em toda a América Latina. Essa tendência varia de país para país e, no México, Equador, Brasil e Haiti, seus piores efeitos foram sentidos ao longo de 2025, acrescenta o relatório.

No caso do México, a organização atribui o aumento dos incidentes violentos a fatores como a guerra interna que começou no Cartel de Sinaloa após a prisão de Ismael “El Mayo” Zambada, um de seus líderes históricos, em julho de 2024. Zambada foi preso nos Estados Unidos, onde alega ter sido enganado por Joaquín Guzmán López, filho de Joaquín “El Chapo” Guzmán.

FONTES: https://www.google.com/search?q=estados+do+brasil+mais+violentos%3F&oq=estados+do+brasil+mais+violentos%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIICAEQABgWGB4yCAgCEAAYFhgeMggIAxAAGBYYHjIICAQQABgWGB4yCAgFEAAYFhgeMggIBhAAGBYYHjIICAcQABgWGB4yCAgIEAAYFhgeMggICRAAGBYYHjIICAoQABgWGB4yCAgLEAAYFhgeMggIDBAAGBYYHjIICA0QABgWGB4yCAgOEAAYFhge0gEJMTk1NTNqMGo3qAIUsAIB8QVKtpOVQUCOG_EFSraTlUFAjhs&client=ms-android-samsung-ss&sourceid=chrome-mobile&ie=UTF-8- https://cnnespanol.cnn.com/2025/12/12/latinoamerica/paises-mas-peligrosos-ranking-conflictos-orix/

 

MAIS DE 5 MILHÕES DE BRASILEIROS VIVIAM NO EXTERIOR EM 2025

 

                                 Por THEODIANO BASTOS

A comunidade de brasileiros no exterior continua numerosa: estimativas recentes apontam que há cerca de 5 milhões de brasileiros vivendo fora do país. Os Estados Unidos concentram a maior parcela: cerca de 1,9 milhão vivem lá, segundo dados oficiais do MRE Ministério de Relações Exteriores

"Comunidade Brasileira no Exterior"

Estados Unidos 1,9 milhões - Portugal: 513 mil - Reino Unido: 230 mil - Alemanha: 170 mil - Espanha: 161,9 mil - Itália: 159 mil -  Paraguai (254.000), Reino Unido (220.000), Japão (206.990), Espanha (165.000) – Alemanha 160 mil

A quantidade de brasileiros que mora em países da Europa cresceu 29% entre 2020 e 2023 (dados mais recentes do Itamaraty), passando de 1,3 milhão para 1,6 milhão. Portugal, que tem sido o principal destino, viu sua comunidade brasileira praticamente dobrar.

Principal destino é Portugal. Eram 276 mil brasileiros no país em 2020 e 275 mil em 2021, anos mais duros da pandemia. O número de imigrantes saltou para 360 mil em 2022 e chegou a 513 mil em 2023, última contagem divulgada. Os dados são do estudo anual

FONTES: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/03/10/numero-de-brasileiros-na-europa-cresce-quase-30-em-quatro-anos.htm

sábado, 28 de março de 2026

CPMI DO INSS ACABA EM PIZZA NÃO TEM PARECER FINAL APROVADO APÓS 7 MESES

 


                                           Por THEODIANO BASTOS

Relatório apresentado por Alfredo Gaspar foi derrotado por 19 votos a 12; presidente da CPMI não deu encaminhamento a relatório apresentado pelos governistas

CPMI do INSS rejeita relatório que pedia indiciamento de 'Lulinha' e ex-ministros de Lula e Bolsonaro

Gaspar também defendia que a Advocacia do Senado solicitasse à Justiça a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em razão de "indícios concretos" da possibilidade de fuga do filho do presidente para escapar de possíveis punições.

Com o Master na mira da comissão, o Centrão pulou para o lado do governo e ficou contra o relatório de Gaspar. Sem votos necessários para sua aprovação, a CPMI do INSS foi concluída sem um texto final aprovado.

Relatório recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Também estavam na lista: 'Careca do INSS' e Daniel Vorcaro. Colegiado chega ao fim sem ter um documento formal.

CPMI do INSS rejeitou o parecer elaborado por Alfredo Gaspar (PL-AL), o que representou uma vitória da base aliada ao governo Lula (PT). Sem um novo relator designado, o colegiado finaliza os trabalhos sem que um parecer final tenha sido aprovado.

Instalada no mês de agosto do ano passado, a CPMI funcionou por sete meses. Os trabalhos foram marcados por embates entre parlamentares governistas e de oposição. Não foi diferente a sessão realizada nessa sexta-feira (27/3).

A comissão parlamentar concluiu os trabalhos nesta semana diante da negativa do STF (Supremo Tribunal Federal) para prorrogar o prazo. Em julgamento na última quinta-feira (26), por 8 a 2, o plenário da Corte derrubou liminar do ministro André Mendonça que estendia o prazo.

Nesta sexta-feira (27), a comissão parlamentar conheceu o texto elaborado por Alfredo Gaspar. Detalhado em cerca de 4,3 mil páginas, o parecer propunha o indiciamento de mais de 200 pessoas no âmbito das investigações do esquema de descontos indevidos a aposentadorias e pensões de segurados do INSS.

Por 19 votos a 12, o parecer apresentado por Alfredo Gaspar acabou rejeitado pela maioria dos parlamentares. No comando da comissão, Carlos Viana (Podemos-MG) destacou que a escolha de um nome para proferir um novo parecer é discricionária ao presidente e encerrou os trabalhos sem dar encaminhamento ao “relatório paralelo” elaborado pelos governistas.

Apelidado de “Relatório da Maioria”, o parecer elaborado pela base governista pede o indiciamento de 131 pessoas. A lista inclui o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pelo crime de organização criminosa, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelos crimes de furto qualificado contra idoso; organização criminosa; e improbidade administrativa.

Já o relatório de Gaspar ultrapassava os 200 indiciamentos, entre eles Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente da República.

Trabalhos conturbados

Instalada em agosto de 2025 para investigar descontos indevidos em aposentadorias, o governo sofreu derrota inicial ao não conseguir eleger o presidente da comissão, que ficou sob comando da oposição com o senador Carlos Viana (Podemos-MG).

Durante os trabalhos, parlamentares travaram disputas com o STF, que concedeu Habeas Corpus a diversas testemunhas e investigados, permitindo silêncio ou ausência em depoimentos. Ao menos dez pessoas foram dispensadas por decisão da Corte.

Um dos momentos mais críticos ocorreu com o vazamento de dados sigilosos do empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master. O ministro André Mendonça barrou o acesso da CPMI a documentos e equipamentos apreendidos, após a divulgação de mensagens íntimas do banqueiro.

SAIBA MAIS EM: https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/03/28/cpmi-do-inss-relatorio.ghtml - https://www.cnnbrasil.com.br/politica/apos-7-meses-cpmi-do-inss-termina-sem-relatorio-final-aprovado/

 

quinta-feira, 26 de março de 2026

750.037 VISUALIZAÇÕES EM 26/3//26 O PERISCÓPIO

 

O sucesso deste Blog se deve a credibilidade, usar fontes confiáveis e por abordar temas de interesse, indo direto aos fatos.

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terça-feira, 24 de março de 2026

MORAES AUTORIZA PRISÃO DOMICILIAR A BOLSONARO POR 90 DIAS COM TORNEZELEIRA

 

 

 

                Laura com o pai

                                 Por THEODIANO BASTOS  

Moraes impõe 12 regras para a prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro, assim que deixar o hospital

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), acatou nesta terça-feira (24/3) o pedido da defesa e aprovou a solicitação de prisão domiciliar temporária de 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O prazo começará a contar a partir do momento em que o ex-presidente receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde está internado desde o dia 13 de março.

Na segunda-feira (23), a PGR se manifestou favorável a transferência do ex-presidente para o regime domiciliar. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que ficou demonstrado por laudos médicos que a saúde de Bolsonaro precisa de vigilância constante, o que pode ser melhor oferecido no "ambiente familiar".

Moraes determinou as condições que devem ser seguidas por Bolsonaro durante o cumprimento da prisão domiciliar:

  • Uso de tornozeleira eletrônica com área de inclusão do monitoramento limitando-se ao endereço residencial;
  • Autorização de visitas permanentes dos filhos às quarta-feiras e sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h.
  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Laura Bolsonaro, e Letícia Marianna Firmo da Silva, enteada do ex-presidente, não precisarão de autorização já que residem na mesma casa em que o ex-presidente;
  • Autorização de visitas permanentes de seus advogados todos os dias de semana, inclusive aos finais de semana e feriados, iniciando-se às 8h20min até as 18h, sempre por 30 (trinta)
    minutos, mediante agendamento prévio;
  • Autorização de visita permanamente da equipe médica previamente designada pelo atendimento ao ex-presidente;
  • Autorização para sessões permanentes de fisioterapia;
  • Autorização para internação urgente de Bolsonaro caso seja necessário, sem ser preciso de autorização judicial;
  • Proibição do uso de celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa;
  • Proibição do uso de redes sociais diretamente por Bolsonaro ou por terceiros;
  • Proibição de gravação de vídeos ou áudios diretamente por Bolsonaro ou por terceiros.

Na decisão, o ministro também determina a suspensão de todas as demais visitas pelo prazo de 90 dias para "evitar o risco de sepse e controle de infecções".

Aliados de Bolsonaro apostavam nos últimos dias em uma decisão concedendo a prisão domiciliar ao ex-presidente como forma de o ministro tentar aliviar a pressão sobre o tribunal diante da crise.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente e pré-candidato à Presidência, se reuniu nesta semana com Moraes para reforçar o pedido apresentado pelos advogados de Bolsonaro. A esposa de Bolsonaro, Michelle, também teve encontro com o ministro nesta segunda-feira (23).

Com a decisão, Bolsonaro retorna para a prisão domiciliar depois de quatro meses. Em 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar após o ex-presidente descumprir medidas cautelares impostas pelo STF.

Quatro meses depois, no dia 22 de novembro, o ex-presidente foi preso preventivamente pela Polícia Federal após violar a tornozeleira eletrônica. Moraes determinou na ocasião a transferência de Bolsonaro para a Superintendência da PF em Brasília.

SAIBA MAIS EM: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/moraes-defere-prisao-domiciliar-a-bolsonaro/ - https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2026/03/7382896-moraes-impoe-12-regras-para-a-prisao-domiciliar-de-bolsonaro.html