quarta-feira, 7 de julho de 2021

NEGOCIATAS NA COMPRA DE VACINAS



MINISTÉRIO DA SAÚDE VIROU UM HORROR

Cabo da PM de MG ganharia pelo menos R$ 60 milhões com venda de vacina à Saúde

Luiz Paulo Dominghetti Pereira, que se apresenta como vendedor de vacinas e que se encontrou com autoridades do governo federal e relatou um pedido de propina, teria US$ 0,3 a US$ 0,5 por dose negociada. Seu salário bruto como policial em MG é de R$ 7,5 mil

Cabo da Polícia Militar de Minas Gerais que diz atuar como vendedor autônomo de vacina pela empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominghetti Pereira disse acredita que receberia de US$ 0,03 a US$ 0,05 por dose de imunizante comercializado com a sua intermediação, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, nesta quinta-feira (1º/7).

Se o valor estiver correto, caso a negociação de 400 milhões de doses tivesse sido efetivada, ele receberia de US$ 12 milhões — o equivalente a R$ 60,36 milhões — a US$ 20 milhões, o equivalente a R$ 100,6 milhões (considerando a cotação atual do dólar, de R$ 5,03). https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2021/07/4934896-cabo-da-pm-ganharia-pelo-menos-rs-60-milhoes-com-venda-de-vacina-a-saude.html

REVERENDO VENDIA VACINA

Diretor do Ministério da Saúde deu aval para reverendo negociar compra bilionária da vacina AstraZeneca

E-mails obtidos pelo Jornal Nacional revelam que religioso negociava 400 milhões de doses com a empresa americana Davati ao custo de US$ 17,50 por dose, três vezes mais do que o Ministério da Saúde pagou em janeiro a um laboratório indiano. https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/07/03/diretor-do-ministerio-da-saude-deu-aval-para-reverendo-negociar-compra-bilionaria-da-vacina-astrazeneca.ghtml

Coronel da Aeronáutica Gláucio Octaviano Guerra é citado pelo cabo da PM de MG

Coronel Guerra citado por Dominguetti é irmão de ex-auditor preso por suspeita de desvios na Saúde do RJ

Reportagem revela perfil do militar com quem negociador da Davati conversou nos EUA. Coronel vem de família de militares e policiais com histórico de acusações de corrupção e ligações com clã Bolsonaro                                                                                                  Agência Pública descobriu a identidade do “coronel Guerra”, militar com quem o representante da empresa americana Davati Medical Supply Luiz Paulo Dominguetti trocou mensagens sobre fornecimento de vacinas. Segundo a reportagem apurou, trata-se de Glaucio Octaviano Guerra, coronel da Aeronáutica reformado em 2016. A Pública também descobriu que, em 2 de novembro do ano passado, ele abriu uma empresa, a Guerra International Consultants, no estado de Maryland, Estados Unidos.

O coronel Guerra é o irmão do meio de uma família de militares e policiais com histórico de acusações de corrupção e ligações com a família Bolsonaro. Cláudio Guerra, o mais velho dos três, é um ex-policial federal que já foi acusado de integrar a milícia do Rio de Janeiro, foi preso duas vezes e atualmente tem a aposentadoria cassada pelo Ministério da Justiça. A última foto postada por ele nas redes sociais foi curtida pelo ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, o policial militar denunciado no esquema das rachadinhas, Fabrício Queiroz. A relação é recíproca: Cláudio também curtiu a foto mais recente de Queiroz com sua família nas redes. https://brasil.elpais.com/brasil/2021-07-07/irmao-de-ex-auditor-preso-por-corrupcao-na-saude-teria-negociado-vacinas.html

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