segunda-feira, 24 de outubro de 2016

BRASIL TEM 16.720 SINDICATOS E ESTADOS UNIDOS, 130




BRASIL TEM 16.720 SINDICATOS EM 2018

Em um país com as relações trabalhistas e sindicais fortemente controladas pelo estado – reflexo do fascismo de Getúlio Vargas, criador da Lei da Sindicalização (1931) e da CLT (1943) – a criação de sindicatos aumentou continuamente nos últimos anos.

De acordo com o Ministério do Trabalho, há neste momento no Brasil um total de 16.720 sindicatos com registro ativo, sendo 11.478 de trabalhadores e 5.242 de empregadores, fora confederações, federações e centrais sindicais. Foram abertos 289 novos sindicatos no país somente em 2017. Fonte: http://www.ilisp.org/
E existem 2.000 pedidos de novos sindicatos em andamento. 



O Brasil tem hoje 93% de todos os sindicatos do mundo, informa o Diário do Poder de 19/01/19.
 
Indústria de encostados

Sindicato no Brasil era um dos negócios mais rentáveis do mundo, que lhes garantia partilhar um “bolo” anual de R$3,5 bilhões. Só este ano houve 479 pedidos de criação de sindicatos, no Ministério do Trabalho. Diário do Poder, 25/11/17

REFORMA TRABALHISTA APROVADA REDUZIRÁ NÚMERO DE SINDICATOS:


Mais de três mil sindicatos…             a menos!

O ANTAGONISTA, 11.11.17




Com o fim do imposto sindical, que era cobrado no valor de um dia de salário de cada trabalhador, mais de três mil sindicatos deverão desaparecer.

Foi o que disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ao G1.
Atualmente, segundo ele, há cerca de 16,8 mil sindicatos no Brasil, dos quais 5,1 mil são patronais. O restante, cerca de 11,3 mil, representa os trabalhadores.
“Eu acredito que deverá reduzir em 30% dos 11,3 mil sindicatos [dos trabalhadores]”, disse Nogueira, explicando que parte deles deverá se fundir a outros.
“A grande realidade é que o movimento sindical no Brasil vai ter de olhar para dentro e vai ter de se reconstituir no sentido de voltar a ter representação sindical por categoria. Para que os acordos coletivos de trabalho, que tenham força de lei, possam ser deliberados por um sindicato forte. E que realmente ofereça uma contraprestação ao trabalhador, que vai contribuir com alegria.”
 



Se nada tivesse feito, só a aprovação da reforma trabalhista justificou a presidência de Michel Temer. É um avanço fundamental para o País, porque abre portas ao crescimento, anima investidores a oferecerem mais postos de trabalho. O primeiro impacto é a inserção de 14 milhões de pessoas na economia formal. É mais importante para o “Brasil real”, que gera empregos e paga impostos, do que a reforma da previdência.


A reforma prevê: o que for acordado entre sindicatos e empresas terá força de lei como jornada, participação nos lucros e banco de horas.


A modernização da legislação vai agilizar a criação de novos empregos sem mexer em direitos como salário mínimo, FGTS, férias e o 13º.                                                                             Em extinção

Cairá o número de ações na Justiça do Trabalho, mais de 3 milhões em 2016. O Brasil é a casa de 98% de todas ações trabalhistas do mundo. 



Os deputados Jandira Feghali (PCdoB), Chico Alencar, Luiza Erundina e Ivan Valente, do PSOL, e Marco Maia (PT) se juntaram às senadoras do PT e invadiram o plenário do Senado para tentar impedir a reforma trabalhista. Não deu: a nova lei trabalhista foi aprovada por 50 a 26.                                                 
Fonte: http://diariodopoder.com.br, 12/07/17

REPÚBLICA SINDICAL: BRASIL TEM 16.293 SINDICATOS E ESTADOS UNIDOS, 130

De acordo com o Ministério do Trabalho, há neste momento no Brasil um total de 16431 sindicatos, sendo 11257 de trabalhadores e 5174 de empregadores, fora as confederações, federações e centrais sindicais. Esse excessivo volume de sindicatos é sustentado pela “contribuição” (imposto) sindical, recolhida obrigatoriamente pelos empregadores no mês de janeiro e pelos trabalhadores no mês de abril de cada ano. Somente em 2016, os sindicatos receberam 3,5 bilhões de reais retirados a força de trabalhadores e empregadores.                     Fonte: http://www.ilisp.org/ 23/01/17
 
Segundo VEJA (26/10/16), existem no Brasil 16.293 sindicatos registrados  no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais do Ministério do Trabalho, 125 vezes maior que o número de sindicatos nos Estados Unidos, onde essas entidades não passam de 130. 1.714 sindicatos foram criados desde 2010, o último ano do governo Lula.   


As mais de 3 milhões de ações trabalhistas no Brasil representam 98% de ações do gênero em todo o planeta. É que no Brasil virou um ótimo negócio. E permite aos ativistas promover o “justiçamento” social.                                  Diário do Poder, 05/03/17
“A “indústria sindical” é alimentada basicamente por dinheiro público e os valores são elevados. Em 2015, R$ 3,1 bilhões já chegaram aos cofres de 10.123 sindicatos, confederações e federações. (Por Lei não são obrigados a prestarem contas, nem aos tribunais...) Os recursos saem do bolso dos assalariados e dos empregadores a título de contribuição sindical. Mesmo os não sindicalizados são obrigados a pagar. No caso dos trabalhadores, se o pagamento não ocorre é descontado na folha de pagamento o “imposto sindical”, equivalente a um dia de salário do trabalhador.
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) foi a entidade que mais recebeu recursos. Cerca de R$ 55 milhões chegaram aos cofres da organização. A Força Sindical está logo atrás, com recursos na ordem de R$ 43,1 milhões. No topo da lista ainda está a União Geral do Trabalhadores, que angariou R$ 39,7 milhões. Curiosamente, mais de 600 sindicatos não receberam qualquer centavo. Outros R$ 537,7 milhões são destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
As informações só chegaram ao conhecimento da sociedade porque o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e a Controladoria-Geral da União, venceram uma longa batalha pela transparência. A partir de agosto, o MTE passou a divulgar a distribuição da contribuição sindical por entidade. Antes, o polêmico recurso só era conhecido na totalidade, sem a informação de quanto cada entidade recebia. As informações eram protegidas por “sigilo bancário” pela Caixa, responsável por arrecadar e distribuir os valores. Quanto às entidades rurais, as informações ainda não foram disponibilizadas.
Apesar de proporcionar maior controle social, este foi apenas o primeiro passo em relação à transparência dos recursos, já que a verba é praticamente autofiscalizada. Como inexiste prestação de contas, a não ser dentro da entidade – e nem sempre ela acontece – os sindicatos apresentam diversos problemas, como clãs que se eternizam no poder e pouca representatividade.
Dados do Ministério do Trabalho apontam que havia, em 2014, ao menos 8.518 sindicalistas, incluindo cargos de presidente e diretores em geral, com mais de dez anos de mandato. O número pode ser maior, pois falta transparência e uma série de entidades não fornece seus dados.
No ano passado, R$ 3,2 bilhões foram repassados para confederações, federações, centrais sindicais e sindicatos em todo o país. O repasse acontece desde 1943. No entanto, as centrais sindicais só passaram a contar com a verba a partir de 2008, por meio de lei autorizada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até então, apenas sindicatos, federações e confederações recebiam.
A contribuição sindical foi instituída ainda no período de governo de Getúlio Vargas, quando era denominada imposto sindical. Caracterizava-se como imposto em função de ser exigível de todos os participantes das respectivas categorias, independentemente de serem filiados ao sindicato ou não, prática que vem sendo repetida desde então.
A continuidade da arrecadação é considerada um atraso, quando não um retrocesso. Projeto do deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) quer retirar a obrigatoriedade da contribuição. De acordo com a proposta do parlamentar, em 1988, com a aprovação da nova Constituição Federal, adotou-se o princípio da liberdade sindical, segundo o qual ninguém pode ser obrigado a se sindicalizar.
No entendimento de Peninha, a manutenção da obrigatoriedade de contribuição sindical indistintamente, ou seja, mesmo dos não filiados, é contraditória com o princípio da liberdade sindical. “Se a pessoa optou por não se sindicalizar, não deve lhe ser imposta a cobrança de contribuição sindical”, explica.
“Tal instrumento constitui verdadeiro ranço oriundo do Estado Novo, período em que se buscou por todos os meios a cooptação das entidades sindicais para que seguissem as orientações emanadas do Governo Federal, dando origem ao “peleguismo”, entes e diretores que atendiam a todas as determinações do mandatário do momento, e que se perpetuou até os dias atuais”, explica.
O tema já foi debatido no Congresso. Há dois anos foi arquivada a Proposta de Emenda à Constituição 335, de 2013, que pretendia extinguir a previsão da contribuição sindical compulsória. A PEC era de autoria do Augusto Carvalho (Solidariedade-DF). A PEC só foi proposta depois que projeto de lei do deputado não passou no Senado Federal. O partido do deputado à época, o PPS, chegou a ir ao Supremo Tribunal Federal, com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). O Tribunal não viu problema na contribuição e arquivou a ação.
Para Augusto Carvalho, a derrota sofrida foi desalentadora. “Não vejo ímpeto no Congresso para fazer mudanças estruturais como essa”, afirma. O deputado ressaltou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no entanto, autorizou a criação de Comissão Especial para avaliar o financiamento sindical.”                                                           Fonte: http://www.contasabertas.com.br/
 

A Lei 11.648, que Lula sancionou em 2008, atribuiu às “centrais sindicais”, como a CUT, direitos de órgãos públicos, só para que possam receber... verbas públicas. Vetou apenas o artigo que obrigava centrais, confederações, federações e sindicatos a prestarem contas desses recursos ao Tribunal de Contas da União (TCU). A lei nem previa punição por não prestar contas, mas Lula sepultou o “incômodo”.

O Ministério do Trabalho inventou que fazer sindicatos prestar contas seria contra Constituição, “que garante a autogestão” das entidades.

Entidades sindicais recebem do governo cerca de R$ 3,5 bilhões por ano. São R$200 milhões só para centrais. Sem precisar prestar contas.


A CUT, braço sindical do PT et caterva, não disponibiliza publicamente qualquer dado sobre como gasta os milhões repassados pelo governo.                                                                    Fonte: http://diariodopoder.com.br/ 01/11/16

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

JONAS SUASSUNA, LARANJA DE LULA




Os gastos de Lulinha

A Folha de S. Paulo resenhou o livro “Sócio do Filho: As Verdades Sobre os Negócios Milionários do Filho do Ex-Presidente Lula”.
Trata-se de “um texto-depoimento de Marco Aurélio Vitale, ex-executivo das empresas de Jonas Suassuna”.
Ele conta “que as empresas de Suassuna bancavam despesas pessoais de Lulinha e Kalil Bittar em troca da entrada de dinheiro da Oi em projetos sem retorno financeiro.
O acordo passa a degringolar quando o dinheiro da empresa de telefonia míngua, mas os gastos do filho do ex-presidente e Bittar permanecem os mesmos”.
O Antagonista sabe que, em breve, a Lava Jato vai escrever a segunda parte dessa história.

 

Laranja bilionária
O laranja de Lula, Jonas Suassuna, movimentou 750 milhões de reais entre 2004 e 2016.

É o que mostra um laudo da PF anexado ontem à tarde ao inquérito sobre o sítio em Atibaia.

A Oi, controlada pela Andrade Gutierrez e por Carlos Jereissati (e que comprou a empresa de Lulinha), repassou 76 milhões de reais a Jonas Suassuna.
Duas perguntas:
1 – Jonas Suassuna ainda está solto?
2 – Ele já arrumou um emprego no Uruguai?
Luleco sem fundos
A PF rastreia as contas de Lulinha
Lulinha mora num apartamento de Jonas Suassuna.
O laudo da PF diz que eles nunca assinaram um contrato.
O laudo da PF diz também que o aluguel de um apartamento daquele tipo pode ser estimado em 40 mil reais. Mas Lulinha repassou apenas algumas mensalidades de 15 mil reais a Jonas Suassuna, de modo esporádico:
“Essas transferências não contemplam todos os meses do período de maio de 2014 fevereiro de 2016, assim como seriam em valor inferior à estimativa realizada pelo fisco federal para valor do aluguel do imóvel”.
*Luleco teve uma “movimentação bancária incompatível” com sua renda, de acordo com a PF.
O treinador uruguaio gasta. E gasta muito mais do que ganha.
A PF descobriu que, em 3 de junho de 2013, Luleco fez duas compras com seu cartão de crédito que somaram 56.199 reais. Uns dias depois, ele fez mais duas compras por 31.816 reais. Uns dias depois, outros 36.572 reais.
Dizem os peritos da PF:
“A evolução patrimonial a descoberto atinge valores superiores a 200 mil reais, quantia essa significativa frente à posição patrimonial do investigado”.

·        Arrimo de família


O laranja de Lula, Jonas Suassuna, torrou mais de 400 mil reais por mês em despesas não declaradas. É o que mostra um laudo da PF anexado ao inquérito sobre o sítio em Atibaia.”

“Lava Jato pega Dilma em Pasadena

Dilma Rousseff “tinha conhecimento de irregularidades envolvendo a compra de Pasadena”.
Foi o que disseram os investigadores da Lava Jato à coluna do Estadão, de Andreza Matais.
De acordo com um deles, os argumentos usados pela defesa de Dilma Rousseff “não param de pé”.
Fonte: http://www.oantagonista.com/ 21/10/16 

 


domingo, 16 de outubro de 2016

LULA, PALESTRAS DE FACHADA



Na denúncia, os procuradores Francisco Bastos, Ivan Marx e Luciana Oliveira afirmam que Lula embolsou propina da Odebrecht "por meio de palestras supostamente ministradas a convite da construtora".
MPF: "Nesse caso, a contratação foi feita por meio da empresa LILS Palestras, criada por Lula no início de 2011, menos de dois meses depois de deixar a presidência."
“Apesar de formalmente justificados os recursos recebidos a título de palestras proferidas no exterior, a suspeita, derivada inicialmente das notícias jornalísticas, era de que tais contratações e pagamentos, em verdade, prestavam-se tão somente a ocultar a real motivação da transferência de recursos da Odebrecht para o ex-Presidente Lula."

Alguém tem conhecimento de foto da palestra? Vídeo? Repercussão jornalística? Institucional da empresa? Que palestras?

Lula recebeu R$ 27 milhões por palestras, diz revista

De acordo com reportagem da revista "Veja", a empresa de palestras do ex-presidente, a LILS, recebeu R$ 27 milhões depois que Lula deixou a Presidência, de 2011 a 2014. A reportagem afirma que os dados constam de relatório produzido pelo Coaf (órgão de inteligência financeira vinculado ao Ministério da Fazenda) que foi entregue à força tarefa da Operação Lava Jato.
A revista não explica se o documento do Coaf está vinculado a algum inquérito específico da Lava Jato.
Segundo a revista, R$ 9,8 milhões da receita da LILS vieram de empreiteiras investigadas no escândalo da Petrobras.
São elas a Odebrecht (R$ 2,8 milhões), a Andrade Gutierrez (R$ 1,9 milhão), a OAS do Brasil, dos EUA e da Costa Rica (R$ 1,9 milhão), a Camargo Corrêa (R$ 1,4 milhão), a Queiroz Galvão (R$ 1,1 milhão), a UTC Engenharia (R$ 357 mil) e a Quip (R$ 378 mil), uma sociedade entre quatro empreiteiras que presta serviços à Petrobras.
Da receita, a LILS destinou R$ 12,9 milhões para aplicações financeiras e R$ 5 milhões para plano de previdência privada. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/