sábado, 19 de setembro de 2015

DILMA: IMPEACHMENT, PEDIDOS NA INTERNET




DILMA: IMPEACHMENT, PEDIDOS NA INTERNET

E a forma de andamento de processos de impeachment, é a Lei 1.079, de 1950.

Existem dois sites colhendo assinaturas em abaixo – assinados. Compartilhe este abaixo – assinado:
Com 1.418.982 apoiadores apoiadores apoiadores até 13/02/16

1.927.236 pessoas assinaram a petição até dia 23/10/15
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CHEGA!!
Os brasileiros não aceitam mais:
- Mentiras
- Crise ética/moral
- Corrupção generalizada
- Desemprego crescente
- Inflação alta
- Pedaladas fiscais
- Mensalão e Petrolão
- Aumento de impostos
- Luz e gasolina mais caras
- Cortes na saúde, educação
e segurança

O PT É UMA PRAGA, diz Alckmin

"Temos que nos livrar dessa praga que é o PT. O PT do desemprego, da inflação, dos juros pornográficos e dessa praga do desvio do dinheiro público. Hoje é tempo de honestidade".


Novo pedido de impeachment contra Dilma é feito em SP

Bicudo e Reale fizeram registro em cartório nesta quinta-feira

O Globo, 15/10/15 por Silvia Amorim

SÃO PAULO - O jurista Hélio Bicudo, o ex-ministro da Justiça Miguel Reale e movimentos Fora Dilma registraram um novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira, num cartório em São Paulo. Líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio também estava prsente. A nova petição será apresentada à Câmara Federal nesta sexta-feira. Ao registrar o pedido, Reale considerou as liminares concedidas pelo Superior Tribunal Federal (STF) para suspender a tramitação do pedido já existente na Casa, feito por ele e por Bicudo, uma invasão do judiciário sobre o legislativo. Bicudo disse que a decisão atendeu à "escória do PT".

Representantes de movimentos pelo afastamento de Dilma que acompanharam o registro da petição no cartório em São Paulo prometeram, a partir deste domingo, protestos diários na cidade.

— Acho que tem a escória do PT. Acho que foi uma decisão de acordo com o PT — afirmou Bicudo.

Antes dele, Reale classificou as liminares como "ilogicidade".

— É uma ilogicidade exigir que se faça uma aglutinação de textos que estão justapostos. A decisão significou uma invasão do STF no regimento da Câmara.

Reale também criticou um eventual acordo entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o governo Dilma Rousseff para evitar uma cassação do deputado e um afastamento da presidente. Ele negou que isso possa enfraquecer a pressão popular por impeachment mas sim enfraquecer o país, a moral e a ética.
— Isso enfraquece o país, não o pedido de impeachment. Enfraquece o nosso sentimento de moralidade, o respeito mínimo à ética e ao nosso sentimento de brasilidade. Se isso ocorrer, todos nós estaremos sendo feridos por esse tipo de acórdão que joga para debaixo do tapete um pedido de impeachment e de cassação — disse Reale.
Uma série de protestos está prevista para começar no próximo domingo na capital paulista. Porta-voz de 43 dos 45 movimentos pelo impeachment de Dilma, Carla Zambelli, disse nesta tarde que todos os dias, às 19h, os movimentos se reunirão no Masp para protestar. Fonte: http://oglobo.globo.com/ 15/10/15
 

Sem dúvida, o julgamento dá forças ao pedido de impeachment que fiz porque mostra que as irregularidades que apontei no documentos são de fato delituosas, apontam para o crime de responsabilidade que, segundo a Constituição, é suficiente para retirar o chefe do Executivo do cargo Hélio Bicudo, jurista, fundador do PT, autor de pedido de impeachment de Dilma (08/10/15)
Além das “pedaladas fiscais”, que configuram crime financeiro, as contas da presidente Dilma Rousseff revelaram, entre vários absurdos, a abertura de créditos suplementares por meio de decreto. Esse tipo de providência somente pode ser adotada com prévia aprovação do Congresso Nacional. O decreto deixa Dilma vulnerável à acusação de crime de responsabilidade por usurpar prerrogativas do Legislativo.
O decreto abrindo crédito suplementar também configura ofensa à Constituição, à legislação ordinária e à independência dos Poderes.
Além das “pedaladas”, operações de crédito, dívidas não autorizadas, omissão de despesas, etc podem inspirar pedidos de impeachment.      

“Ela cai hoje”, afirmou ontem um conhecido jurista, antes do julgamento do TCU, perplexo com as barbaridades nas contas de Dilma.
O trabalho dedicado de 14 auditores do TCU apurou que o governo Dilma gastou como quis, sem amparo legal, mais de R$ 106 bilhões.
                                                                                                           Fonte: http://www.diariodopoder.com.br/ (08/10/15)

Movimento Pró Impeachment
Brasil

IMPECHMENT NÃO É GOLPE, pois está previsto na Constituição. Golpe é usar dinheiro do crime para obter votos”, diz Aécio


Há 16 anos, setores do PT pediam impeachment de FERNANDO HENRIQUE CARDOSO.
Golpe baixo Site controlado por petista é suspeito ‘segurar’ adesões ao impedimento da presidente
Avaaz é acusado de ‘segurar’ números do impeachment de Dilma, e deve ser denunciado à matriz nos EUA.
O site de abaixo-assinados Avaaz manteve “congelada” durante toda esta terça-feira (28) a petição que pede o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), em razão dos desacertos do seu governos e os inúmeros casos de corrupção. O Avaaz divulgou nota em seu site atribuindo o “congelamento” das adesões ao impechment à “grande quantidade de tráfego”, mas outras petições no site continuam funcionando normalmente, mesmo com grande número de adesões.
Internautas indignados com o que chamam de “manipulação”, decidiram denunciar a gestão brasileira à sede na ONG, em Nova York, Estados Unidos. O Avaaz no Brasil é comandado pelo militante petista Pedro Abramovay, um advogado que foi casado com uma filha do ex-ministro da Justiça e criminalista. Feito assessor no Ministério da Justiça no governo Lula, no governo Dilma Abramovay foi nomeado secretário nacional Antidrogas, mas escandalizou até mesmo sua chefe ao defender redução de pena para traficantes, por meio de uma intrigante “descriminalização de pequenos traficantes”. Acabou demitido.
A manobra do Avaaz teria o objetivo de desestimular a adesão ao impeachment, que cresceu de pouco mais de 500 mil, sexta-feira, para 1.354.893 na noite desta terça, com a votação suspensa ou ao menos “represada”, e sem que os visitantes dosite possam acompanhar a exposição de seus nomes à medida em que aderem à petição, como forma de atestar que sua assinatura foi efetivamente computada. Os números expostos pelo Avaaz não são submetidos a controle externo e não há segurança de que estejam protegidos contra fraude e manipulações. Abramovay, o petista que administra o Avaaz 
No site, o Avaaz publicou o seguinte aviso: ”O contador de assinaturas não está atualizando automaticamente por causa da grande quantidade de tráfego em nosso site. Nossa equipe de tecnologia está trabalhando para consertar isso o quanto antes. Enquanto isso, atualizaremos o contador manualmente com frequência”, diz o Avaaz, em aviso na página referente ao impeachment de Dilma. Apesar disso, o site diz continuar registrando adesões.                                                                                                                            Este texto está no blog O PERISCÓPIO: http://theodianobastos.blogspot.com.br/

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Há 16 anos, setores do PT pediam impeachment e governo acusava ‘golpe’

Crise de governabilidade vivida por governo tucano parece se repetir na era petista

por Maria Lima

26/04/2015


RIO - Há 16 anos, em meio à crise econômica e de governabilidade do então presidente Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do PT, viveu o mesmo dilema que hoje paira sobre a cúpula tucana: iniciar ou não um processo de impeachment.
Era 1999, e Lula já havia começado o redesenho de sua imagem, afastando-se do radicalismo e flertando com o empresariado. Por conta disso, saiu da linha de frente dos quatro pedidos de impeachment apresentados pelo PT e se manteve distante da ofensiva aberta contra Fernando Henrique Cardoso.
Em 29 de abril de 1999, quatro meses depois da posse do tucano reeleito, o petista Milton Temer (RJ) apresentou o primeiro dos dois pedidos de afastamento de sua autoria. Um tinha como objeto o Proer, programa de socorro de bancos. O outro, a participação de FH no processo de privatização. No primeiro, rejeitado pelo então presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), houve recurso ao plenário, mas ele também foi rejeitado. Alceu Colares, do PDT, apresentou seu pedido no dia 5 de maio, e o então líder do PT, José Genoíno, protocolou, pouco depois, outro pedido de impeachment em nome de PT, PCdoB, PDT e PSB.
O primeiro a pedir o afastamento de FH foi o então ex-prefeito de Porto Alegre, Tarso Genro. Em janeiro daquele ano, ele defendeu que FH deveria reconhecer sua incapacidade de dirigir o país e encaminhar ao Congresso emenda constitucional convocando novas eleições.
Lula ficou na retaguarda, mas o PT fez barulho, e Tarso Genro comandou um movimento pró-renúncia. Milton Temer lembra que Lula era o presidente do PT e que, junto a seu braço direito no Diretório Nacional, José Dirceu, ficou contra os pedidos de impeachment. Havia no comando do partido o temor de que o impeachment colocasse no poder o vice, Marco Maciel (PFL). Lula argumentava que não adiantava tirar FH, e que era preciso eleger um grande número de prefeitos em 2000 e ganhar a presidência em 2002, estratégia semelhante à do PSDB de agora.
— A base sindicalista entrou naquele processo de oposição propositiva e foi uma pauleira. O único que embarcou comigo foi o (Miguel) Rossetto. Lula e Dirceu faziam uma oposição ambígua. Eram muito hesitantes porque, naquele momento, já havia uma aproximação com o mercado financeiro. Um dia, nos reunimos para estourar contra o Proer, dizendo que FH recebia dinheiro dos bancos em sua campanha. Íamos fazer um carnaval. Aí chegou o Paulo Okamoto, amigo do Lula, pediu para suspender tudo e disse: “nós também recebemos doações dos banqueiros”. O Lula nunca entrou no “Fora, FHC” — lembra Milton Temer.
O pedido de impeachment apresentado pelo PT com apoio do PSB e PDT também não prosperou. Assim como ocorre hoje, base e oposição repetiram o embate político: a segunda dizia que o impeachment era uma opção constitucional e a primeira reagia enxergando cores de golpe.
— Não estamos fazendo denuncismo, nem aventura, nem nada fora da Constituição — defendia o então líder do PT na Câmara, José Genoíno.
— Ao pedir a abertura de processo de impeachment contra FH, a oposição está repetindo uma tradição histórica da esquerda brasileira, que é a de adotar atitudes golpistas e se negar sempre a fazer o jogo político — rebatia o então líder do governo na Câmara, Arnaldo Madeira (PSDB-SP).
‘PARA NÃO SE QUEIMAR’
Dezesseis anos depois, Madeira diz que, ao contrário do que ocorre agora, havia barulho político, mas não clamor das ruas.
— O Lula não se expôs porque, na verdade, naquela época, não tinha esse peso das manifestações — diz Madeira.
O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), que assinou o pedido de impeachment do PT, lembra que Lula fazia de tudo para tirar o corpo fora. Em agosto de 1999, na “Marcha dos 100 mil contra a política neoliberal de FHC”, na Esplanada, Miro conta que o ex-governador Leonel Brizola (PDT), em cima do carro de som, fez um discurso inflamado dizendo que encerrariam o ato no Congresso, onde entregariam milhares de assinaturas em apoio ao impeachment.
— Lula chegou perto de Brizola e perguntou: “vamos entregar o quê?” Quando Brizola disse que eram os abaixo-assinados pedindo o impeachment, Lula disse que não ia apoiar. Foi lá para a frente, pegou o microfone e começou a discursar contra a reforma da Previdência — lembra Miro.
O ex-deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) diz que toda a ação em busca do impedimento de FH foi comandada por Genoíno e que Lula, candidato à presidência, ficou na retaguarda “para não se queimar”.
— Imagina se naquela época tivesse a Petrobras, o mensalão e a oposição junto com esses três milhões de pessoas nas ruas? O FH não escapava de jeito nenhum.
Fonte: http://oglobo.globo.com/




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