terça-feira, 21 de julho de 2015

VELÓRIO DE QUATRO ANOS




A vitória nas eleições de 2014 foi o pior dos resultados para o lulopetismo. O PT venceu perdendo porque a bomba estourou no próprio colo da Dilma e o Aécio acabou recebendo a Graça do Livramento perdendo as eleições, ou seja, perdeu ganhando. 

São 601 mil desempregados nos últimos 12 meses; 12 mil perdem o emprego por cada dia útil. Os brasileiros estão se mantando: São 116 homicídios por dia e 54 mortes por dia no trânsito. Resultado: Dilma tem apenas 9% de aprovação pelo IBOPE.
Avaliação positiva do governo Dilma cai para 7,7% em julho, mostra pesquisa
A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu para 7,7%, segundo a 128ª Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT/MDA), divulgada hoje (21/07/15). A avaliação negativa passou de 64,8%, em março, para 70,9% no levantamento feito entre os dias 12 e 16 de julho. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios começa o velório de quatro anos.
“Nesta paisagem de terra arrasada, a economia é apenas uma das variáveis. O processo político degradou-se, os valores foram embrulhados por uma linguagem cínica, a credibilidade desapareceu já há tempo. O Brasil pode até conviver com esse governo, que tem mandato de quatro anos. Mas não creio que mude de opinião sobre ele, alternando momentos de um desprezo silencioso com as manifestações de hostilidade.
 Um governo nasce morto e a lei nos determina um velório de quatro anos. Muito longos, até os velórios costumam ser animados. E algo que anima este velório é a revelação dos últimos segredos, como o sigilo do BNDES e tantas outras linhas de suspeita que foram indicadas nas investigações da Petrobrás. E daqui por diante nem o futebol será uma distração completa.
Rompido com Dilma Rousseff, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), revelou a integrantes do seu grupo a intenção de dividir poderes com a oposição nas CPIs dos fundos de pensão e do BNDES. Fará isso entregando a deputados oposicionistas a presidência das comissões ou até o posto de relator, considerado mais importante.
As CPIs serão instaladas a partir de 3 de agosto, quando os congressistas retornam das férias iniciadas na última sexta-feira. O Planalto preferia que não fossem instaladas. Diante do fato consumado, gostaria que um governista leal cuidasse da relatoria. Mas Cunha parece cultivar outros planos. Está decidido a isolar o PT.
Na CPI da Petrobras, ainda em funcionamento, o presidente da Câmara não havia chegado a tanto. Acomodara Hugo Motta (PMDB-PB), um fiel escudeiro, na presidência da comissão. E negociara a entrega da relatoria ao petista Luiz Sérgio (RJ). Restara à oposição a vice-presidência, ocupada por Antonio Imbassahi (PSDB-BA).
A generosidade do mandachuva da Câmara é estratégica. Num instante em que Planalto trama isolá-lo, Cunha estreita laços com a oposição para evitar que legendas como DEM e PSDB se animem a engrossar o coro por seu afastamento da poltrona de presidente —uma tese já encampada por vozes respeitáveis como a do deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Um dos líderes da oposição resumiu a cena assim: “Não podemos ficar tão perto de Eduardo Cunha que nos contamine nem tão longe que nos exclua como atores de uma crise que pode ser fatal para o governo Dilma Rousseff.'' Fonte: http://cristalvox.com.br/2015/06/07/Fernando Gabeira
O Brasil está doente, seriamente doente. 
Há uma expectativa generalizada de que algo de muito grave está por acontecer a partir de junho. Há um fogo de monturo se alastrando por baixo.
O cheiro é de convulsão social com foco em São Paulo, Rio e nas outras dez capitais que terão jogos da Copa. A insegurança pública, as drogas e a corrupção generalizada no pais tomam conta do país. As prisões estão superlotadas, mas os delitos não só aumentam em quantidade, mas também em crueldade e agressividade. Uma violência cada vez mais feroz e sem compaixão.
E em 16 de agosto teremos novo urro das ruas!

Indicadores apontam piora da situação da economia brasileira

Só em maio, mais de 100 mil trabalhadores perderam o emprego. Inflação continua em alta e atividade econômica não para de cair.

Três indicadores divulgados nesta sexta-feira (19/07/15) registram uma piora da situação da economia brasileira nos últimos meses. Só em maio, foram fechadas mais de 100 mil vagas com carteira assinada no mercado de trabalho. Além disso, a atividade econômica esfriou mais um pouco. E a inflação segue em alta.
Fazia tempo que o mercado de trabalho não tinha um mês de maio tão ruim. A última vez foi em 1992. Muito trabalhador que procura emprego hoje nem tinha nascido.
Dayane foi assinar a homologação do contrato de trabalho no Sindicato da Construção Civil em São Paulo. A agenda para a próxima segunda-feira (22) já está lotada: 150 pessoas com horário marcado, o dobro da média do ano passado.
Dayane perdeu o emprego há duas semanas e não foi uma surpresa.
“Acaba diminuindo o número de obras, consequentemente não tem o serviço e tem que dispensar os funcionários”, disse Dayane Abreu, ex-funcionária da construção civil.
Entre contratações e demissões, o setor de construção civil cortou quase 30 mil vagas em maio. O comércio, praticamente 20 mil. Serviços, mais de 30 mil. A indústria foi quem mais perdeu: quase 61 mil vagas. A agropecuária foi o único setor que contratou. Mas o saldo de empregos na agropecuária também está caindo: é o menor desde 2000.
"É uma dificuldade que o país passa e para isso o próprio governo reconhece e está tomando as medidas. O ajuste fiscal busca recuperar a capacidade de investimento, que levará ao aumento da capacidade de geração de emprego, e nós acreditamos que no segundo semestre a gente possa recuperar e acumular no estoque mais novos empregos", disse o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
Trabalhador sem emprego tem que cortar custos para equilibrar o orçamento. O comércio deixa de vender. Sem vendas, as lojas também param de fazer encomendas para a indústria. Resultado: com o consumo em queda a economia parou.
Um índice divulgado nesta sexta-feira (19) pelo Banco Central mostra que a atividade no país caiu nos primeiros três meses do ano e continuou caindo em abril.
E a inflação? Essa subiu, puxada pelos alimentos. Uma prévia mostra que o aumento do custo de vida em junho já é o maior para este mês em quase 20 anos. Para romper esse ciclo de notícias ruins, André Portela, professor de Economia-FGV, diz que é preciso recuperar a confiança no país.
“O governo, o Congresso têm que dar os sinais claros de que a casa está sendo arrumada. Isso vai dar um horizonte estável de futuro para as pessoas, e as empresas voltarem com seus investimentos e expandirem suas atividades. Aí voltam o crescimento econômico e o emprego”, disse André Portela.

Crise institucional

O PT se vê cada vez mais distante da sociedade e políticos não quererão como aliada uma presidente que aparece como fraca

O país pode estar rumando para uma crise institucional. A velocidade dos acontecimentos políticos tem sido surpreendente. O governo dá mostras visíveis de perda de controle, sem que se saiba ao certo quem manda no país. Em linguagem hobbesiana: quem decide em última instância?
Até um ministro, o da Educação, chega a ser demitido por um anúncio do presidente da Câmara dos Deputados, como se não coubesse à presidente da República essa decisão. O próprio ministro, em um tipo de jogada ensaiada, opta, com estardalhaço público, sair do governo como se esse fosse um barco naufragando.
Estamos diante de uma situação completamente nova. O panelaço nem uma tradição nacional é. Importamos da Argentina. Tem, contudo, um profundo significado: as pessoas não mais querem escutar a presidente ou os seus mensageiros, no caso ministros. Não importa o que tenham a dizer. Não mais gozam de confiança e, neste sentido, nem mais merecem ser escutados. Medidas paliativas como a reforma política ou o projeto contra a corrupção nem dignos de atenção são. O mesmo já foi dito em 2013.
As manifestações do dia 15 de março foram um marco nacional. Reuniram em torno de dois milhões de pessoas! A população nacional disse nitidamente “Fora Dilma” e “Fora PT”. O partido e os seus movimentos sociais perderam completamente a rua. Já tinham sido enxotados em 2013.
Mesmo assim, jogaram uma carta temerária, a de organizarem uma manifestação própria dois dias antes, na sexta-feira. Ainda vivem na ilusão de acreditarem em sua capacidade de mobilização. Ledo engano. Reuniram no máximo 150 mil pessoas e, ainda assim, com várias dentre elas pagas. O fracasso foi total. O contraste é gritante!
As manifestações de 2013 foram a expressão genérica e abstrata de uma revolta contra tudo o que está aí, concentrando-se, enquanto estopim, na questão da mobilidade urbana e no preço das passagens de ônibus. Agora, pelo contrário, há uma proposta positiva que aglutina: é exigida a saída de Dilma do governo, assim como do PT.
O isolamento da presidente é manifesto. Mais do que isto, ele revela que ela está perdendo progressivamente as condições de exercício do poder. O PT se vê, por sua vez, cada vez mais distante da sociedade, e os políticos não quererão como aliada uma presidente que aparece como fraca.
O Congresso, ele também, tenderá ainda mais a não seguir as orientações governamentais, devolvendo medidas provisórias, “negociando” projetos de lei e tornando a vida da presidente ainda mais difícil. O ajuste fiscal pode ser, nesta perspectiva, prejudicado. A lógica política primaria sobre todo o resto.
Aqui, no entanto, pode surgir um elemento que sinalize republicanamente para o país impedir sua queda na anomia, podendo se tornar um pária das finanças internacionais. O PMDB está acenando com apoio às medidas de ajuste fiscal, no que deveria ser seguido por outros partidos, seja os de oposição, seja o próprio PT. O que está em jogo é o país, enquanto bem coletivo, situado acima dos bens partidários particulares.
O PSDB hesita em seguir nesta direção, embora reconheça a importância de uma completa reformulação das condições econômicas. Coloca-se em uma posição de recolher os dividendos políticos do que considera, com razão, como um estelionato eleitoral. A presidente e o PT disseram uma coisa antes da eleição, acusando o seu adversário de pretender fazer tudo aquilo que estão, agora, efetivamente fazendo. A mentira foi o instrumento político da vitória, a descoberta da verdade a expressão de profunda crise governamental.
A presidente da República não sabe o que fazer. Medidas políticas são requentadas como se as ruas pudessem ser assim atendidas. Inimigos imaginários são culpados pela crise atual, como se fossem o mercado externo e a seca os responsáveis dos erros governamentais. A realidade cobra o seu preço. Os erros nem são reconhecidos, de modo que toda interlocução com a sociedade fica obstaculizada. Um país cristão poderia se reconhecer em quem erra, se arrepende e pede perdão. Certamente não se reconhecerá na arrogância.
O PT é uma nave sem rumo. Não defende as medidas de ajuste econômico por as considerarem como “neoliberal”, como se fosse “neoliberal” o bom senso na administração das contas públicas. Imaginem se um(a) chefe de família pudesse gastar indiscriminadamente sem atentar para o orçamento doméstico! Teria de cortar gastos se quisesse sobreviver. Seria, por isto, “neoliberal”?
O partido, porém, está radicalizando. O campo e a cidade já se encontram em tensão. A ofensiva do MST e de seu braço urbano, os sem-teto, está claramente delineada. Diga-se, a seu favor, que acreditaram no discurso eleitoral. São eles, porém, os bolivarianos do Brasil, pretendendo implantar o “socialismo do século XXI”. Embora não contem com o apoio da população, não deixam de fazer um jogo extremamente perigoso.
Invasões e depredações no campo, ocupações de rodovias e ruas das principais cidades já estão se tornando “normais”, em uma “anormalidade” que pode vir a ameaçar as instituições. Os que os estão apoiando e insuflando jogam gasolina no fogo. Não reclamem depois das consequências.
Não havendo uma recuperação da economia, uma recomposição governamental de sua base parlamentar, um afastamento da imagem da presidente do esquema do petrolão e um arrefecimento de ânimos dos movimentos sociais, poderemos viver uma crise institucional. Uma crise institucional significa a falência da capacidade de a presidente da República governar o país, havendo paralisia decisória e comprometimento do funcionamento de nossas instituições democráticas.
Sem condições, a presidente Dilma, nesse cenário, poderá cair. A sua continuidade no cargo, em determinado momento, poderá vir a ser interpretada por congressistas e população em geral como uma “ameaça existencial” à vida republicana. Trata-se de um cenário extremo, porém não descartável, devido à rapidez com que o cenário está se deteriorando no país.
Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul                                                             Fonte: http://oglobo.globo.com/opiniao/

“A divulgação da lista dos políticos investigados! É o início de um tsunami!
O ano de 2015 deve entrar para a história do país como o ano da crise, ano em que ocorreu a maior e mais importante crise POLÍTICA E INSTITUCIONAL desde o Mensalão do PT e até mesmo desde o impeachment de Fernando Collor em 1992.
Os partidos, com exceção dos pequenos partidos programáticos e ideológicos, como o PSTU e PSOL, por exemplo, se transformaram em máquinas: de disputar eleições, de ocupar cargos na burocracia do Estado e de repartir o dinheiro dos órgãos públicos.
Muito já se disse e se escreveu sobre os Políticos, os Partidos e o Mensalão do PT e agora sobre o os Políticos, os Partidos e PETROLÃO DO PT - esquemas de corrupção na Petrobras investigado pelo Ministério Público Federal e a Policia Federal na operação Lava-Jato. De tudo que já foi dito, escrito e que me foi possível perceber, é que tenho mais dúvidas do que certezas e mais perguntas do que respostas.
Mas uma coisa é fato, a relação dos nomes dos primeiros políticos envolvidos nos esquemas de corrupção na Petrobras pegos na operação Lava-Jato, ampliou a crise política em Brasília, e pode gerar uma crise institucional que acabe cominando com um GOLPE DE ESTADO.
Hoje, com apenas duas delações premiadas, já temos aproximadamente 10% do congresso comprometido.
Congresso este que futuramente decidirá se mantém ou não mantém o Procurador Geral (Chefe do Ministério Público Federal) no cargo; que aprovará o nome do novo ministro do STF e que é responsável pela CPI da Petrobras.
Situação esquisita! CPI da Petrobras formada por parlamentares que receberam doação de campanha das empresas processadas no esquema de corrupção da Petrobras.
Situação ainda mais esquisita! Os investigados influenciarem na indicação do novo Ministro do Supremo que será um dos encarregados de julgar os processos que eles respondem.
É isso! O congresso comprometido decide quem o investiga e quem o julgará, e mais, decide se VAI OU NÃO JULGAR a Presidente.
Enquanto isso Dilma segue imune a qualquer AÇÃO JUDICIAL referente aos desvios de verbas da Petrobras e certamente também não será julgada por CRIME DE RESPONSABILIDADE, pois este julgamento compete ao Senado.
Fontes dão conta que se o Ministério Público cumprir à risca seu dever constitucional, a lista dos processados vai crescer, e num efeito cascata o número de processados no Senado federal pode chegar a 65% e na Câmara dos Deputados a 71%.
Em Brasília os investigados se encastelam no poder, desqualificam o Ministério Público e avisam: se eu for condenado eu LEVO TODO MUNDO JUNTO.
Enquanto isso cresce a crise econômica e financeira. Nas redes sociais cresce a suspeita de que o governo Dilma pretende um confisco das contas corrente e das poupanças, confisco este fruto de “preciosa” peça “bolivariana” Petista, cópia mal feita do mal sucedido projeto cubano e venezuelano que propõem a criação de um confisco denominado “Poupança Fraterna”.
Crise política, institucional, econômica e financeira! Congresso; Judiciário e Executivo desacreditado. Equilíbrio constitucional comprometido. Momento ideal para um confisco e um golpe de estado?
Diante do quadro, uma das poucas certezas que tenho é que vivenciamos uma crise econômica, política e institucional e um profundo mal-estar com a democracia no país.
Pesquisas revelam que 75% não confiam nos políticos, nem nos partidos e que 69% também não confiam na justiça.
A questão é que desde que o PT chegou ao poder os partidos políticos e as empresas públicas viraram “clubes” privados de “oligarquias locais, que usam o público para seus interesses privados”.
No meio dessa crise institucional, uma certeza: O ALERTA VERMELHO está aceso! Seus direitos estão sendo roubados, solapados, diminuídos, ao mesmo tempo que está em curso um golpe de estado! Ou, mais precisamente, uma tentativa de golpe.
A menos que você seja um membro do “clube”, do MST, do Foro de São Paulo, do PT ou de uma dessas siglas que aparelham o governo como forma de expressão política é melhor ficar atento.
Para quem tem memória curta, vale lembrar que o “Foro de São Paulo” na verdade é um movimento comunista que defende a ditadura do proletariado, e do qual o PT faz parte, e que está atuante no Brasil, com toda uma técnica e estratégia de instalação de uma ditadura do proletariado.
ACORDA BRASIL! Se um grito de indignação não for dado, 2015 pode não ser só o ano da crise e da perda dos seus direitos, mas pode também ser o ano do golpe da esquerda. Fonte: http://www.portaldosana.com.br/
   TEMPOS SOMBRIOS
A Violência vêm da descrença nas instituições, diz especialista Segundo pesquisa, 70,5% das pessoas não acreditam nas leis e 76,3%, no Congresso. Falta de confiança aumentou desde 2006.
“Mata sem dó, diz internauta” diz um internauta sobre o linchamento de Fabiane Maria de Jesus, uma mulher de 33 anos na cidade de Guarujá, no litoral paulista, casada, mãe de dois filhos. Ela era inocente, uma barbaridade!


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