quinta-feira, 30 de julho de 2015

ALCORÃO: TRECHOS QUE INSPIRAM O TERRISMO ISLÂMICO



JUDAÍSMO e ISLAMISMO               LIVROS SAGRADOS
TORAH
O livro sagrado dos judeus é a Bíblia (o velho testamento). O nome em hebraico é Tanakh - acrônimo hebraico para Torá (o pentateuco - Gênesis, Exodo, Levítico, Números, Deuteronômio), Neviim (os profetas - Josué, Juízes, Samuel I e II, Reis I e II, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Os Doze), e Ketuvim (escrituras - Salmos, Provérbios, Jó, Ester, Rut, Lamentações, Cantico dos Cânticos, Eclesiastes, Esdras e Neemias, Daniel e Crônicas I e II). Muitas vezes a terminologia "livro sagrado" vem indicar apenas o pentateuco, mas isto é uma restrição do termo. Também conhecido como TORÁH, que equivale, a grosso modo, ao velho testamento da Bíblia.
O Talmud também é um livro santo para os judeus (que encerra a parte legislativa do judaísmo), mas não é o "livro sagrado".
TAMULD (baseado nas explicações de rabinos)
Os judeus ortodoxos consideraram por sua vez, descendentes de população estrangeira, que optaram uma versão adulterada da religião hebraica; como tal, recusam-se reconhecê-los por judeus ou até mesmo descendentes dos antigos israelitas. O Estado de Israel reconhece-os como judeus. Contudo ao contrario deste, o Samaritanismo rejeita a importância religiosa de Jerusalém. Os samaritanos, não possuem rabinos, e não aceitam a TALMUD.
Após a morte de Salomão (mencionado na Biblia como o terceiro rei de israel) houve a divisão politica e religiosa das tribos e o FIM DA MONARQUIA UNIFICADA. Os hebreus por sua vez dividiram se em 10 tribos do norte e formaram o reino de Israel.
DIFERENÇA
TORAH 5 primeiros livros do Antigo Testamento (aceita pelos Samaritanos)
TAMULD baseado nas explicações de rabinos (os Samaritanos não aceitam o livro sagrado dos judeus).                                                                                 Fonte: https://br.answers.yahoo.com

ALCORÃO
Alcorão ou Corão "a recitação") é o livro sagrado do Islã. Os muçulmanos creem que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e três anos. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa declamar ou recitar; Alcorão é portanto uma "recitação" ou algo que deve ser recitado.

Os muçulmanos podem-se referir ao Alcorão usando um título que denota respeito, como Al-Karim ("o Nobre") ou Al-Azim ("o Magnífico").

É um dos livros mais lidos e publicados no mundo. É prática generalizada na maioria das sociedades muçulmanas que o Alcorão não seja vendido, mas sim dado[carece de fontes].

Designação em português

Há duas variantes para o nome do livro usadas comumente: "Corão" e "Alcorão". Por vezes se afirma que, como o prefixo "al-" designa o artigo definido no árabe, o seu uso seria desnecessário. No entanto, nas muitas palavras portuguesas de origem árabe com "al-" na sua origem, como "almanaque" ou "açúcar", a partícula não foi suprimida, e ainda menos em nomes próprios como "Almada" ou "Algarve". José Pedro Machado nota que a palavra Alcorão surge em documentos portugueses do século XIII1 , ao contrário da forma Corão, recentemente importada. O Dicionário Houaiss, que alude ao argumento da "desnecessidade" de "al-" por corresponder ao artigo árabe, confirma o surgimento de "Alcorão" no século XIII e o seu uso constante nos séculos seguintes. O Houaiss afirma que "Corão" é importação francesa no final do século XIX, desde logo criticada pelos puristas. O próprio termo francês terá surgido apenas no século XVII. O site português Ciberdúvidas da Língua Portuguesa considera aceitável apenas a forma "Alcorão", invocando Rebelo Gonçalves e Rodrigo de Sá Nogueira.2 Já o site brasileiro Sua Língua, editado pelo Prof. Cláudio Moreno, não condena o vocábulo "Corão", mas defende a preferência por "Alcorão".3

Estrutura do Alcorão

Descrição: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngMais informações: Sura

O Alcorão está organizado em 114 capítulos, denominados suras, divididas em livros, seções, partes e versículos. Considera-se que 92 capítulos foram revelados ao profeta Maomé em Meca, e 22 em Medina. Os capítulos estão dispostos aproximadamente de acordo com o seu tamanho e não de acordo com a ordem cronológica da revelação.4

Cada sura pode por sua vez ser subdividida em versículos (ayat). O número de versículos é de 6536 ou 6600, conforme a forma de os contar.

A sura maior é a segunda, com 286 versículos; as suras menores possuem apenas três versículos.

Os capítulos são tradicionalmente identificados mais pelos nomes do que pelos números. Estes receberam nomes de palavras distintivas ou de palavras que surgem no inicío do texto, como por exemplo A Vaca, A Abelha, O Figo ou A Aurora. Contudo, não se deve pensar que o conteúdo da sura esteja de alguma forma relacionado com o título do capítulo.                                                                                                             Fonte: https://pt.wikipedia.org/

Veja os trechos do Alcorão que inspiram o terrorismo islâmico

Ordem do profeta  é exterminar judeus,
 cristãos e incrédulos
A Tora, Bíblia e Alcorão — as escrituras sagradas das grandes religiões abraâmicas — contêm contradições assombrosas. Pregam amor e solidariedade, mas também ódio, intolerância, guerra, extermínio.
Entre as escrituras das duas religiões com mais seguidores — cristianismo e islamismo —, qual ecoa mais violência?

O páreo é duro porque as duas religiões são como irmãs siamesas e, em tese, têm o mesmo Deus. Na Bíblia, a estimativa é que 2,5 milhões de pessoas tenham sido mortas em nome de Jeová.

Mas o ponto, na contemporaneidade, não é identificar a escritura que possui o concentrado mais denso de ódio, mas, sim, saber qual delas cujos trechos de insanidade têm obtido mais seguidores.

Quanto a isso, não há dúvida: o Alcorão se destaca porque é a fonte de intolerância que alimenta os assassinos do Estado Islâmico e da Al Qaeda, observando-se que a maioria do povo muçulmano é pacífica.

Mal comparando, o Alcorão está hoje para os muçulmanos radicais como a Bíblia esteve para os líderes cristãos na Idade Média, na época da Inquisição.

As transcrições abaixo do Alcorão — um livro ditado por Deus — mostram que a malignidade dos terroristas islâmicos não tem limite. Representa um retrocesso civilizatório e, por isso, tem de ser rechaçado. O negrito dos textos é de responsabilidade deste site.

Malignidades do deus do Alcorão
2 (sura ou surata):191 (capítulo) - Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.
3:32 - Obedeça a Deus e ao Mensageiro. Mas, se se recusarem - então, de fato, Deus não gosta dos descrentes.

3:151 - Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.
4:24 Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as (prisioneiras e escravas) que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe.

5:33 - O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
5:36 - inda que os incrédulos possuíssem tudo quanto existisse na terra e outro tanto de igual valor, e o oferecessem para redimir-se do suplício do Dia da Ressurreição, não lhos seria aceito; sofrerão, isso sim, um severo castigo.
5:37 - Quererão sair do fogo; porém, nunca dele sairão, pois sofrerão um suplício eterno.
5:38 - Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão, como castigo de tudo quanto tenham cometido; é um exemplo, que emana de Deus, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo.
5:73 - São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.



5:82 - Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. Constatarás que aqueles que estão mais próximos do afeto dos fiéis são os que dizem: Somos cristãos!, porque possuem sacerdotes e não ensoberbecem de coisa alguma.
6:70 - Distancia-te daqueles que tomam a religião por jogo e diversão, a quem ilude a vida terrena, e relembra-lhes que todo o ser será penitenciado pelo que cometer e não terá, além de Deus, protetor, nem intercessor algum; e ainda que ofereça qualquer resgate, não lho será aceito. Os ignóbeis serão entregues ao tormento, pelo que cometeram, e terão, por bebida, água fervente e um doloroso castigo, por sua ignomínia.
7:4 - Quantas cidades temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta.

9:3 - E eis aqui a advertência de Deus e de Seu Mensageiro aos humanos para o dia da grande peregrinação: Deus e seu Mensageiro não são responsáveis (pelo rompimento do pacto) dos idólatras. Mas se vos arrependerdes, será melhor para vós; porém, se vos recusardes, sabei que não podereis frustrar Deus! Notifica, pois, aos incrédulos, que sofrerão um doloroso castigo.
9:5 - Mas quanto os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.
9:14 - Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio das vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis,
9:29 Combatei aqueles que não creem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro [judeus e cristãos], até que, submissos, paguem o Jizya.
9:34 - Ó fiéis, em verdade, muitos rabinos e monges fraudam os bens dos demais e os desencaminham da senda de Deus. Quanto àqueles que entesouram o ouro e a prata, e não os empregam na causa de Deus, anuncia-lhes (ó Mohammad) um doloroso castigo.
9:35 - No dia em que tudo for fundido no fogo infernal e com isso forem estigmatizadas as suas frontes, os seus flancos e as suas espáduas, ser-lhes-á dito: eis o que entesourastes! Experimentai-o, pois!
9:73 - Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!
9:74 - Juram por Deus nada terem dito (de errado); porém, blasfemaram e descreram, depois de se terem islamizado. Pretenderam o que foram incapazes de fazer, e não encontraram outro argumento, senão o de que Deus e Seu Mensageiro os enriqueceram de Sua graça. Mas, se se arrependerem, será melhor para eles; ao contrário, se se recusarem, Deus os castigará dolorosamente neste mundo e no outro, e não terão, na terra, amigos nem protetores.
9:111 - Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível, que está registrada na Tora, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel à sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício.
9:113 - É inadmissível que o Profeta e os fiéis implorem perdão para os idólatras, ainda que estes sejam seus parentes carnais, ao descobrirem que são companheiros do fogo.
24:2 - Quanto à adúltera e ao adúltero, vergastai-os com cem vergastadas, cada um; que a vossa compaixão não vos demova de cumprir a lei de Deus, se realmente credes em Deus e no Dia do Juízo Final. Que uma parte dos fiéis testemunhe o castigo.
24:3- O adúltero não poderá casar-se, senão com uma adúltera ou uma idólatra; a adúltera não poderá desposar senão um adúltero ou um idólatra. Tais uniões estão vedadas aos fiéis. 24:4 - E àqueles que difamarem as mulheres castas, sem apresentarem qualquer prova...







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