quinta-feira, 3 de abril de 2014

FOGO CRUZADO NO CAMINHO DE DILMA NA ELEIÇÃO





Dilma enfrentará FOGO CRUZADO

Para o bem do Brasil é imprescindível a alternância no poder. Creio que o PT está com os dias contados na presidência da república. A República Sindical será banida na próxima eleição em outubro de 2014. 

Dilma não vencerá no primeiro turno (nem Lula conseguiu) e será derrotada no segundo turno seja por Eduardo Campos ou Aécio. Um apoiará o outro para derrotar o modelo que está aí.

Existem dois candidatos de oposição à Presidência da República; ambos são políticos experientes, todos os dois com controle de votos dentro do Congresso. Governador duas vezes, presidente da Câmara uma vez, deputado federal quatro vezes, Aécio Neves é senador e presidente do PSDB. Governador duas vezes, deputado federal três vezes, Eduardo Campos é presidente do PSB. Os dois aprenderam a fazer política com os avôs, Tancredo Neves e Miguel Arraes.

Eduardo Campos lembrou que, em 2010, quando Dilma se elegeu, “de cada cem brasileiros 77 queriam continuidade”. Em 2014, houve uma virada. “Hoje, no Brasil, de cada cem brasileiros, entre 67 e 73 querem mudança.” Confiante, o ainda governador pernambucano disse que terá “uma vitória no plano estadual e no plano nacional”. O neo-adversário de Dilma diz que não disputa por disputar. Se cultivasse um projeto meramente “pessoal”, dispunha de três alternativas “mais tranquilas”.

 “Existem coisas inconcebíveis que estão acontecendo e que essa gente que está no poder não pode permitir que sejam descobertas e, para tanto, se Dilma perder a reeleição, o que parece claro que irá acontecer, vão botar fogo no Brasil. Vamos assistir, aí, uma carnificina, um negócio realmente impressionante, o que pode provocar uma intervenção militar.
Esse pessoal está montado numa montanha incalculável de dinheiro capaz de realizar o impossível de se imaginar, para continuar no poder. Vamos nos preparando para um embate de grandes proporções.”, adverte o jornalista Gutma Uchôa de Mendonça.
  
Sindicatos receberam R$ 3,2 bi de imposto em 2013, alta de 13%
Germano Oliveira, O Globo
Todos os 41,3 milhões de trabalhadores brasileiros com carteira assinada terão desconto, compulsoriamente, na folha de pagamento deste mês de março, do valor de um dia de trabalho como contribuição sindical.
este dinheiro que sustenta os sindicatos no Brasil. No ano passado, a arrecadação foi de R$ 3,2 bilhões, rateados entre os 15.315 sindicatos. Uma alta de 13% frente a 2012. E neste ano, podem ser financiados também os 2.100 novos sindicatos que estão em fase de criação. Os próprios sindicalistas admitem que muitos são criados apenas para garantir os repasses das verbas do imposto sindical.
— São sindicatos de gaveta, abertos sem qualquer organização social e política. Em muitos casos, o trabalhador nem sabe que o sindicato existe. Todos por conta do imposto sindical — denuncia Wagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), principal central sindical do país. 
E nem o TCU – Tribunal de Contas da União pode fiscalizar o uso do imposto sindical, pois Lula vetou e até hoje esse veto não foi derrubado.

Um comentário:

  1. Amém; mil vezes amém!
    Diz Rubens Pontes, Serra/ES, por e-mail

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