quinta-feira, 15 de agosto de 2013

BLACK BLOCS E ANARCOPUNKS TOMAM AS RUAS



JOVENS SAEM, ‘Black blocs’ e  anarcopunks tomam conta das ruas


Black Blocs e Anonymous são ameaça ao estado de direito

“Dar apoio público aos Black Blocs , ainda mais quando se trata de uma grande celebridade, significa, a meu ver, um passo no sentido da contramão de direção. A própria essência do grupo Black Bloc não contempla a palavra paz e sim a violência e a desordem como formas de manifestação. São radicais que se insurgem contra qualquer tipo de organização social, como a própria doutrina do anarquismo.
A Polícia Civil prendeu, inclusive, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (04/09), acusados de incitamento à violência, via Internet, cinco integrantes do grupo Black Bloc. Também foi apreendido algum material próprio para o vandalismo.É necessário, urgentemente, cortar o mal pela raiz. Arruaça e desordem têm limites. E o limite é a lei.
Estamos diante de uma quadrilha - a própria chefe da Polícia Civil assim os denominou- que afronta gravemente a ordem pública, invadindo sites de Internet, incitando a violência, destruindo o patrimônio público e privado e ameaçando a incolumidade de cidadãos ordeiros. Parabéns à Polícia Civil pela eficaz ação investigativa.


O estado democrático de direito não contempla o radicalismo de grupos de vândalos e nem o anonimato pelo uso de máscaras ou rostos cobertos por panos. Os que apoiam os Black Blocs obviamente que ficam isentos, inclusive nas proximidades de suas residências, da ação do grupo radical. Resta saber se os cidadãos que passaram difíceis momentos com a depredação em locais próximos às suas residências e lojistas, que amargaram consideráveis prejuízos, apoiam os Black Blocs, principalmente na Zona Sul do Rio, onde os atos de vandalismo e a afronta ao direito de ir e vir da maioria, têm sido mais constantes..
Aos inimigos da democracia, o rigor da lei. Que a eficaz e providencial ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, na última quarta-feira, em nome da ordem pública e da paz social, sirva de exemplo para as demais polícias no Brasil e que a determinação legal de identificar os mascarados, durante os protestos deste 7 de setembro seja fielmente cumprida.”                                                                           *Milton Corrêa da Costa é tenente coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro - Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/artigo





SETE DE SETEMBRO VEM AÍ:
Nada de marola, manifestações serão tsunamis
Carlos Chagas: 12 de agosto de 2013
“Não vai dar certo essa história de a presidente Dilma mudar seu jeito de ser e passar a reunir-se rotineiramente com as bancadas dos partidos que a apóiam. Porque nada mudou debaixo do sol. Deputados e senadores saem do gabinete presidencial apregoando que tudo está diferente, que a chefe do governo injeta litros de otimismo nas veias de cada um, que o Brasil está dando certo, voltou a crescer, recebe outra vez montes de investimentos externos e debelou a perspectiva de inflação. Na verdade, não é bem assim, porque Suas Excelências aproveitam a oportunidade de aproximar-se da chefe para fazer queixas,aliás, muitas delas justas, e obter vantagens como compensação. Além do que, as dificuldades continuam as mesmas. O povão não deixou as ruas e permanece em estado de rebelião, exigindo não se sabe mais bem o quê, mas invadindo assembleias, câmaras de vereadores, prefeituras e, ninguém se engane, logo de novo estarão nas rampas e salões do Congresso e dos ministérios. Prevê-se para o Sete de Setembro manifestações capazes de ofuscar os desfiles militares, ainda que cautelosamente previstos para a parte da tarde, depois que os soldados tiverem retornado aos quartéis.

Numa palavra, a insatisfação e a indignação permanecem, significando que melosos colóquios entre Executivo e Legislativo pouco exprimem em termos de pacificação nacional. Muito menos a liberação de verbas para emendas parlamentares ou a promessa de envio de recursos para obras de infra-estrutura por enquanto realizadas no papel e nos microfones.
Nem o governo nem os políticos dão-se conta do que acontece no país. Não se trata de acomodações, mas de rebelião mesmo, das grandes. A paciência nacional esgotou-se, tanto faz se a administração atual paga pelos pecados das anteriores. A Nação revolta-se contra o Estado, atropelando o Governo, em primeiro lugar. Os otimistas supõem que tudo possa acertar-se com as eleições do ano que vem, quando o eleitorado rejeitaria a maior parte de seus representantes e passaria o Brasil a limpo. Pode não dar tempo. Nem haver material humano em número suficiente para significar renovação completa. A rebelião está em marcha, de conseqüências imperscrutáveis. Mais até pela mudança das mentes do que das ações. Esgotou-se a estratégia de trocar seis por meia dúzia, quer dizer, para o sentimento nacional, são todos farinha do mesmo saco, importando menos se quem governa é o PT, o PSDB, o PMDB ou que outro partido seja.
A onda levantada em junho não dá sinais de desaguar placidamente na praia, cobrindo no máximo nossos tornozelos. É tsunami mesmo, que a boa vontade e a inusitada mudança de postura da presidente Dilma pouco irão alterar.

A pergunta que se faz é se as instituições vigentes disporão da força necessária para agüentar o tranco. O Judiciário dá sinais de fraqueza quando o Supremo Tribunal Federal abre as portas para novo julgamento dos mensaleiros, ao tempo em que admite a inusitada situação de parlamentares serem condenados à cadeia e continuarem mantendo seus mandatos. O Legislativo cultiva o mesmo corporativismo de sempre e nenhuma iniciativa tomou ate agora para reformar de verdade as estruturas políticas e eleitorais.O Executivo enclausurou-se no expediente de liberar verbas para reconquistar apoio, mas em momento algum dispôs de coragem para extirpar métodos fisiológicos em seu relacionamento com o Congresso.
Mas tem mais, muito mais. Os instrumentos legais da sociedade civil pensam voltados para seus interesses. A Ordem dos Advogados do Brasil e as associações de magistrados atacam o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, por ter ele adquirido um apartamento em Miami, mas silenciam diante da mesma morosidade de sempre no julgamento das causas em tramitação nos tribunais. Milhares de reivindicações trabalhistas justas, necessárias e óbvias permanecem dormindo nos tribunais através de influências e expedientes contrários ao Bom Direito. Entidades centenárias rendem-se a pressões partidárias para silenciar em troca de favores publicitários do poder público. A proliferação de ONGs fajutas criadas para mamar nas tetas do governo atropelam as sérias e honestas. Sindicatos omitem-se diante das reais necessidades do trabalhador para partidariamente receberem migalhas ofertadas da mesa dos banquetes do poder.

O Estado encontra-se em frangalhos, tanto quanto as instituições nacionais. A Nação reage. Ignora-se onde vão dar as coisas, mas seria bom tomar cuidado. Do caos, geralmente brota o caos”.                                                     Fonte: http://diariodopoder.com.br

'Black blocs' se unem a anarcopunks e pichadores em atos no centro de SP
PATRÍCIA CAMPOS MELLO, FABIANO MAISONNAVE e GIBA BERGAMIM JR., DE SÃO PAULO
“Com o grito de guerra que se tornou marca das últimas manifestações --"uuuuuuuu vamos ocupar"-- cerca de 300 manifestantes, grande parte encapuzados e integrantes dos "black blocs", começaram o quebra-quebra ontem na Câmara Municipal.
A confusão começou logo após as 19h, minutos depois de o Movimento Passe Livre (MPL) ter encerrado a sua passeata, na Praça da Sé.
Manifestantes tentaram invadir o prédio, protegido por grades de ferro e PMs. Num intervalo de dez minutos, ao menos quatro bombas foram lançadas de dentro da multidão em direção ao prédio.
Gabriel, de 17 anos, veio de Lauzane Paulista, na zona norte, com seus amigos pichadores. Tinha duas caixas de bombas dentro da mochila --R$ 10 cada uma. Amarrou uma camiseta preta na cabeça e veio da praça da Sé fumando um "baseado".
No tumulto que se formou na frente das grades da Câmara, ele acendia as bombas e jogava nos policiais.
"Aqui só tem boyzinho, vai olhar quantos andam de ônibus" dizia Igor, 25, amigo de Gabriel, mostrando o Bilhete Único no bolso. "A gente já esteve no sistema, sabe como funciona."
Arrebanharam no caminho o menino Flávio, 12, que mora na praça da Sé e se animou com o "programa". "Vamos quebrar tudo! E depois podemos tomar' [roubar] os boy'."
Ao menos 55 manifestantes conseguiram entrar no prédio da Câmara, alguns foram autorizados pelo comando, outros furaram o bloqueio --15 deles bateram boca com o presidente da Casa, José Américo.
Por volta das 19h10, um oficial da PM identificou um dos manifestantes que atiravam bombas e enviou três policiais que estavam no cordão de segurança para prendê-lo.
Foi o começo da correria. Os manifestantes cercaram os policiais para impedir a prisão e um deles foi atingido com uma bomba na altura do peito.
Mais PMs saíram do prédio da Câmara para socorrer os colegas, usando bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral.
O pichador Gabriel e outros manifestantes saíram correndo e arrancaram o tapume das obras ao lado da Câmara. Começaram a usar pedaços do tapume como escudo e projéteis.
Outro manifestante, de 26 anos, com uma máscara de lã preta, jogava bombas que levava na mochila. "Se a polícia revistar as mochilas, vai ser só no final, quando já vamos ter jogado todas as bombas", dizia.
Os manifestantes correram em direção à Liberdade. No caminho, montavam barricadas com sacos de lixos queimados.
Felipe, de 34 anos, estava na linha de frente que empurrou as grades para invadir a Câmara. Saiu da Câmara correndo, depois que a polícia começou a dispersar a multidão com bombas. 

FÚRIA REVOLUCIONÁRIA
Com brincos e alargadores de orelha, lenço preto cobrindo e o rosto e uma camiseta da banda punk britânica "The exploited", foi quebrando coisas pelo caminho. Arrancou uma lata de lixo suspensa e jogou contra um ônibus.
"É a fúria revolucionária!", gritava. "Tenho três filhos em casa, de 10, 12 e 14, deixei a janta na mesa e vim pra cá quebrar tudo", disse ele, que disse ser um anarcopunk da zona leste.
"Já quebrei uma porrada de coisa hoje, porque esse sistema é uma m... Democracia não existe, shoppings são uma mentira, bancos são uma mentira", disse.
"Tá vindo a viatura, vaza!"
O grupo de "black blocs" e anarcopunks continuou correndo pelo viaduto Dona Paulina. Na avenida Liberdade, quebraram os vidros e picharam uma agência bancária do Itaú e a loja de cosméticos Ikesaki.” Fonte: Folha de São Paulo, 15/08/13

"O que quer o "Black bloc"?
“Black bloc” (“bloco negro”), que se comporta como um grupo totalmente diferente dos manifestantes de caráter pacífico. O grupo é adepto de uma forma de manifestação violenta, que está sendo adotada por grupos anarquistas europeus (Grécia e França, mais notadamente), que executam uma tática anti-capitalista, com objetivo de causar prejuízo às instituições “opressivas”. Na prática: depredar estabelecimentos privados, como agências bancárias. O objetivo principal é pregar a desobediência civil.
Esse grupo, para suas manifestações, recebe dinheiro de fora através de mecanismos que já estão devidamente levantados por autoridades militares, as primeiras a levantarem as origens do grupo e do dinheiro.
Com dinheiro, sem precisar trabalhar, o grupo “Black bloc”, ainda não se sabe do porque, goza da simpatia de segmentos da Justiça, daí a facilidade com que seus integrantes são presos e soltos imediatamente, muitos sem ser identificados convenientemente.
Como forma de atuação, esse bloco está se localizando nos grandes centros do país, com objetivos de causar um grande tumulto até as eleições, podendo inviabilizar o próximo pleito, dependendo dos acontecimentos políticos em marcha.
Se pergunta, nos meios sociais: para onde o Brasil caminha, se as Forças Armadas sempre responsáveis pela manutenção da ordem e dos princípios de liberdade do povo, até onde elas ficarão de braços cruzados, sem reagir à destruição da economia nacional, como estão fazendo?
É interessante notar que esse grupo tem como objetivo inviabilizar o desenvolvimento econômico nacional. Tudo isso faz parte de uma “sinfonia” dotada por potências econômicas interessadas em inibir o desenvolvimento nacional.
Como estamos diante de um governo inteiramente inconseqüente, irresponsável, que está gastando os recursos nacionais sem um pingo de critério, dificilmente o país se recuperará, a não ser que surja um movimento muito forte para destruir essa pasmaceira administrativa montada por Lula.

Prestem atenção: estamos ingressando num caminho perigoso e ainda vamos assistir muita gente que não tem nada com esses malucos que aí estão, querendo destruir o Brasil, fazer com que muitos brasileiros inocentes morram.”
Fonte: http://www.uchoademendonca.jor.br/ 



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